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Donald Trump promulga uma lei que prevê a detenção automática de imigrantes ilegais que foram condenados

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Donald Trump promulgou Laken Riley Act, na Casa Branca, em Washington, DC, quarta -feira, 29 de janeiro de 2025.

Donald Trump promulgou na quarta -feira 29 de janeiro Laken Riley Lawuma lei anti-imigração em memória do aluno Laken Riley, o primeiro texto a receber sua assinatura desde seu retorno à Casa Branca. “O nome dele … viverá para sempre nas leis do nosso país, esta lei é muito importante”disse o presidente, depois de assinar a lei.

O projeto foi batizado pelo nome de um estudante de 22 anos morto em fevereiro de 2024 na Geórgia por um imigrante venezuelano em uma situação irregular. Antes desse assassinato, José Antonio Ibarra, 26 anos, havia sido preso por um voo de exibição, mas o serviço de imigração e alfândega (serviço de gelo, imigração e alfândega) não parou contra ele, e ele não havia sido colocado em detenção. Desde então, ele foi condenado a uma prisão de vida incompressível.

O texto era votado pelo Congresso apenas dois dias após a inauguraçãode Donald Trump. Foi adotado pelos representantes da maioria dos republicanos com 263 votos e 156 contra. Quarenta democratas eleitos votaram no texto, um sinal de tendências em movimento sobre o assunto da imigração dentro da classe política americana.

O assassinato de Laken Riley criou uma importante turbulência durante a campanha eleitoral e foi abundantemente transmitida por Donald Trump e pelos republicanos, que atribuíram esse assassinato à política de LAX, segundo eles, da administração de Biden em questões de controle das fronteiras. Eles alegaram que o presidente democrata apresenta “Desculpas” à família de Laken Riley.

A lei de Laken Riley obrigará o gelo a colocar em detenção que os imigrantes não focados acusados, presos ou considerados culpados de atos de atos de atos de atos de atos de atos de atos “Roubo, roubo, lacin ou voo de exibição”. Durante seu discurso de inauguração, Donald Trump prometeu “Retorne milhões e milhões de estrangeiros criminais de onde eles vêm”. “Os criminosos devem ser mantidos, expulsos e nunca permitidos voltar ao nosso país”acorrentado, na plataforma X, o presidente republicano da Câmara dos Deputados, Mike Johnson.

Trump quer enviar migrantes sem documentos para Guantánamo

Antes de promulgar este texto, o presidente disse que queria que a prisão militar dos EUA em Guantánamo esteja se preparando para receber até 30.000 migrantes sem documentos. “Vou assinar hoje um decreto pedindo aos ministérios de defesa e segurança interna para preparar um centro para 30.000 migrantes em Guantánamo Bay”disse o presidente americano da Casa Branca, acrescentando que seria “Criminosos” em uma situação irregular. Cuba descrito como“Ato BRual.” Este anúncio.

A prisão de Guantánamo foi aberta em 2002, dentro de uma base militar americana localizada na ilha de Cuba, como parte do “Guerra ao terrorismo” Declarada pelo ex-presidente George W. Bush após os ataques de 11 de setembro de 2001. Ela viu centenas de prisioneiros, incluindo alguns membros da Al-Qaeda, desfile, e causaram debates vívidos dos Estados Unidos, por causa de suas condições de detenção extrema e suas condições de detenção e seus seus uso de tortura. Os ex-presidentes democratas Joe Biden e Barack Obama formularam o desejo de fechar a prisão, sem nunca chegar lá durante seus respectivos termos.

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Em setembro de 2024, o New York Times obteve documentos governamentais que mostram que a base de Guantánamo também foi usada há décadas pelos Estados Unidos para encarcerar certos migrantes interceptados no mar.

Algumas associações denunciam seu tratamento no local, com base em testemunhos explicando que os migrantes são monitorados quando chamam um advogado, de que são forçados a usar óculos de blecaute durante o transporte e que os ratos são atraídos por condições higiene deploráveis ​​do local.

O mundo com AP e AFP

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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre

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Mirian Soares de Amorim.jpeg

A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.



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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre

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Curso de Farmácia-entrega de Menção Honrosa (2).jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.

A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.

“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.

A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”

Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre

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Seminário enfermagem obstétrica (2).jpg

A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.

O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.

“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”

A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”

A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”

Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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