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A visão de RFK Jr sobre as vacinas é criticada na audiência contenciosa do Senado dos EUA | Donald Trump News

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O candidato do presidente dos EUA, Donald Trump, de liderar o Departamento Federal de Saúde, diz que ele “não é anti-vacina”, pois os democratas se concentram em suas observações anteriores.

Robert F Kennedy Jr enfrentou uma enxurrada de perguntas sobre sua história de espalhar teorias de conspiração anti-vacina durante uma contenciosa audiência no Senado dos Estados Unidos sobre sua indicação para ser o secretário de Saúde do presidente Donald Trump.

Kennedy, que foi escolhido para liderar o Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos EUA (HHS), passou a maior parte da audiência de quarta-feira buscando dissipar a idéia de que ele é “anti-vacina”.

“As notícias afirmaram que sou anti-vacina e anti-indústria-não sou. Eu sou pró-segurança ”, disse ele ao Comitê de Finanças do Senado.

“Acredito que as vacinas desempenham um papel crítico na área da saúde”, acrescentou.

Mas Kennedy, ex -advogado ambiental e filho do falecido senador dos EUA Robert F Kennedy, tornou -se uma figura polarizadora polarizadora e um dos indicados ao gabinete mais controverso de Trump.

Os críticos o denunciaram por uma série de declarações falsas passadas que questionavam a segurança das vacinas, inclusive durante a pandemia Covid-19.

No início da audiência de quarta -feira, o principal democrata do painel, o senador Ron Wyden, disse que Kennedy “abraçou teorias da conspiração, charlates (e) charlatães, especialmente quando se trata de segurança e eficácia das vacinas”.

“Ele fez do trabalho de sua vida semear dúvidas e desencorajar os pais de obter as vacinas que salvam vidas. Foi lucrativo para ele e o colocou à beira do imenso poder ”, disse Wyden.

Outros democratas também apontaram para algumas das declarações anteriores de Kennedy para questionar sua capacidade de liderar o HHS, que supervisiona os programas de saúde no país.

O senador Michael Bennet perguntou ao candidato sobre sua afirmação anterior de que a pandemia Covid-19 foi projetada para atingir pessoas brancas e negras, enquanto poupava judeus ashkenazi e chineses.

Kennedy respondeu que estava citando pesquisas federais, sem elaborar.

Bennet também perguntou a Kennedy sobre uma alegação de que a doença de Lyme é “provavelmente uma biocomontra militar militarmente”.

“Eu provavelmente disse isso”, respondeu Kennedy.

Mas os republicanos, que controlam o Senado de 100 lugares, apoiaram amplamente a indicação de Kennedy.

Todas as escolhas do gabinete de Trump foram confirmadas até agora, com o vice -presidente JD Vance lançando um Voto de empate Na semana passada, para promover a confirmação de Pete Hegseth como o novo chefe do Pentágono.

Kennedy, que enfrentará outra audiência perante um comitê separado do Senado na quinta -feira, precisa de 50 votos a serem confirmados.

Relatando de Washington, DC, na quarta -feira à tarde, o correspondente da Al Jazeera, Mike Hanna, observou que a audiência foi em grande parte conforme o esperado, com “perguntas de softball” de republicanos e consultas mais pontiagudas dos democratas.

“Os republicanos parecem estar totalmente em apoio (da indicação de Kennedy), embora houvesse algumas perguntas sobre sua capacidade de gerenciar um sistema de seguros enorme e amplo neste país”, disse Hanna.

Kennedy também foi pressionado em sua posição sobre o aborto, acrescentou Hanna. Enquanto sua posição mudou ao longo dos anos, Kennedy disse na quarta -feira que defenderia o governo Trump Políticas de abortoinclusive na disponibilidade da pílula MifePristone.

Kennedy correu como independente na corrida presidencial de 2024 antes caindo e endossando Trump em agosto.

Ele disse na quarta -feira que, se confirmado, ele planeja cumprir a promessa de “tornar a América saudável novamente” – uma peça no slogan “Make America Great Anow” de Trump.

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Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia — Universidade Federal do Acre

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A Ufac realizou a entrega de novos equipamentos para o Laboratório de Sismologia da Estação de Geofísica Aplicada do Acre. Os dispositivos provêm de emenda parlamentar no valor de R$ 750 mil, alocada pela deputada federal Socorro Neri (PP-AC), inseridos em um investimento global de R$ 900 mil destinados ao projeto de pesquisa da universidade. O evento ocorreu na sexta-feira, 29, no auditório do bloco do curso de Física. 

O aporte viabilizou a aquisição de um sistema de videoconferência e monitoramento —composto por TVs, câmeras e nobreaks— além de workstations com GPU e servidores dedicados de alta performance para o Núcleo de Tecnologia da Informação (NTI) da universidade.

A estrutura física e computacional dará suporte a uma rede de seis estações sismográficas de banda larga com telemetria, que funcionarão de forma contínua (24 horas por dia, sete dias por semana) nos municípios de Rio Branco (campus-sede), Sena Madureira, Tarauacá, Assis Brasil, Marechal Thaumaturgo e Santa Rosa do Purus.

Além de atuar no monitoramento da atividade tectônica regional para fins de proteção junto à Defesa Civil do Estado, o laboratório utilizará métodos de sísmica passiva para o mapeamento de falhas profundas com potencial de geração e migração de hidrogênio geológico. 

“Este é o primeiro laboratório de sismologia da região Norte. Isso é muito importante porque nossa região sofre influência da atividade na borda de duas placas tectônicas”, explicou a reitora Guida Aquino.

Socorro Neri enfatizou o compromisso com o avanço científico regional, ressaltando que os novos dispositivos tecnológicos contribuirão diretamente para o monitoramento preciso e seguro de abalos na Amazônia.

O coordenador do projeto e da área de Física, professor Antonio Romero da Costa Pinheiro, destacou o caráter integrador do projeto. “Unimos a pesquisa de ponta à extensão universitária através da confecção de sismômetros didáticos de baixo custo com sensores Arduino para escolas públicas da rede estadual e municipal.”

Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia-interna.jpg

Também compuseram o dispositivo de honra da solenidade a vice-reitora eleita, Almecina Balbino; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; o diretor do CCBN, José Ribamar Lima; e o coordenador do curso de Física, Victor Ribeiro.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)

 



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PZ realiza reunião para discutir prevenção de incêndios florestais — Universidade Federal do Acre

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PZ realiza reunião para discutir prevenção de incêndios florestais-interna.jpg

O Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac sediou uma reunião estratégica para debater alternativas de prevenção, controle, monitoramento e combate a incêndios florestais nas áreas verdes do campus-sede, projeto Humaitá e Fazenda Experimental Catuaba. O encontro ocorreu na sexta-feira, 29, na sala ambiente do PZ.

A iniciativa foi motivada pela necessidade de ampliar a articulação institucional frente à aproximação do período de estiagem. Nessa época, a combinação de vegetação seca, acúmulo de folhas e galhos e baixa umidade eleva drasticamente a vulnerabilidade desses espaços. Além do viés ambiental, a pauta destacou a relevância acadêmica das áreas para atividades de ensino, pesquisa e extensão de diversos cursos da universidade.

Os participantes discutiram propostas para fortalecer o controle de acesso, a vigilância e o planejamento preventivo. O histórico de sinistros na instituição, como o incêndio de 2010 ocorrido nas proximidades da Unidade de Tecnologia de Alimentos (Utal), foi lembrado para reforçar a urgência de tratar o tema de forma permanente.

Além disso, foi apresentada uma contextualização institucional do PZ e sua relevância para a Ufac e a sociedade acreana. O professor Rodrigo Perea expôs a pesquisa desenvolvida em 2025 por seu orientando, Moisés Pereira, aluno do doutorado Bionorte da Ufac, sobre risco de incêndio em áreas florestadas do campus-sede.

As discussões foram enriquecidas pelas contribuições do professor Moisés Barbosa de Souza, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), reconhecido por seu conhecimento sobre as áreas florestadas da Ufac, apontando para a necessidade de uma construção coletiva que envolva orientação, resposta rápida e proteção da biodiversidade.

“Esperamos que a organização de alternativas de prevenção, monitoramento e combate ao risco de incêndios florestais nas áreas da Ufac avance significativamente em 2026”, disse o diretor substituto do PZ, Wanderson Gomes. “Diante da previsão de uma estiagem mais severa, é fundamental que a universidade esteja preparada para agir de forma planejada, integrada e preventiva.”

Também participaram da reunião representantes da Prefcam, do CCBN, do CFCH, dos cursos de Geografia e Medicina Veterinária, do doutorado Bionorte, além de servidores e colaboradores ligados à temática ambiental.

Próximos passos

Para dar materialidade às ações propostas, foram definidos os seguintes encaminhamentos práticos:

– 3 de junho às 8h: visita in loco à trilha interna do PZ (trajeto de aproximadamente 3 quilômetros) para mapear pontos críticos, gargalos de acesso e possibilidades de intervenção;

– 12 de junho às 8h30: nova reunião de trabalho com o objetivo de dar continuidade às discussões e avançar na consolidação de medidas integradas.

 



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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre

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Ministro da Saúde Alexandre Padilha

O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.

O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.

O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.

Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.

A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.

 



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