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Dutra terá 21 praças de pedágio free flow na Grande SP – 22/11/2024 – Cotidiano

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Fábio Pescarini

A rodovia Presidente Dutra terá em funcionamento no primeiro trimestre do ano que vem 21 radares de passagem livre pelo sistema free flow, em um trecho de 25 quilômetros entre Arujá (km 230), município da região metropolitana de São Paulo, e a capital paulista (km 205).

Desde o mês passado seis estruturas destes pedágios já começaram a ser instaladas, uma delas no km 210, em Guarulhos.

Os equipamentos ficarão nas novas entradas e saídas das pistas marginais para as expressas, em construção atualmente. A cobrança começará quando as obras forem entregues.

Por esse modelo, em vez de uma praça de pedágio com cancelas, são usados pórticos com câmeras capazes de identificar as placas de veículos em movimento ou o sinal das tags (do mesmo tipo usado em pedágios convencionais e estacionamentos de acesso sem parada).

Para veículos com tags válidas, a cobrança é feita automaticamente pela operadora contratada.

Quem não conta com esse dispositivo colado no para-brisa tem até 30 dias para fazer o pagamento.

Responsáveis pelas rodovias devem criar canais digitais, como sites e aplicativos, ou mesmo locais físicos, para que o usuário consiga fazer o pagamento do pedágio.

Atualmente há três estruturas semelhantes para cobrança no estado de São Paulo, todas em rodovias estaduais.

A Dutra, que faz a ligação entre São Paulo e o Rio de Janeiro, é a primeira estrada federal que cruza municípios paulistas com esse tipo de sistema, mas a cobrança será diferente.

Enquanto nas rodovias estaduais o motorista paga tarifa cheia quando passa por um pórtico, na Dutra a cobrança será feita sempre que o motorista sair da pista expressa para a marginal ou vice-versa.

O formato da cobrança e os preços ainda estão sendo discutidos pela concessionária com a ANTT (Agência Nacional de Transporte Terrestre).

Ainda não foi definido se será cobrada tarifa dinâmica, ou seja, por trecho percorrido, ou cheia de quem entra ou sai da via expressa no trecho com free flow.

O motorista será informado do preço a pagar sempre que sair da pista expressa, mas a concessionária Rio-SP, responsável pela estrada e pelas obras, ainda não disse como será disponibilizada a informação.

A praça de pedágio tradicional que existe atualmente em Arujá não será desativada. O motorista que pagar tarifa ali (atualmente de R$ 4,40) e seguir para São Paulo sem sair para as pistas marginais não será cobrado pelo sistema de passagem livre. O mesmo vale para quem seguiu da capital paulista sentido Rio de Janeiro.

“O conceito de free flow na região metropolitana de São Paulo refere-se a um sistema de gestão de tráfego que permite aos motoristas escolherem entre a pista expressa ou a pista marginal, dependendo das condições de trânsito“, afirma a concessionária.

“Esse sistema visa otimizar o fluxo de veículos, oferecendo uma alternativa mais rápida e eficiente de deslocamento, ao mesmo tempo em que reduz congestionamentos e melhora a mobilidade urbana”, diz.

Como mostrou a Folha, no primeiro mês de funcionamento do free flow na SP-333 (rodovia estadual Laurentino Mascari), em Itápolis (SP), foram registradas cerca de 12 mil evasões, que vão proporcionar multas de trânsito por não pagamento de pedágio. O número representa cerca de 8,4% do tráfego de 143 mil veículos no local em 30 dias.

O trecho onde funcionarão os 21 pórticos de radares na Dutra está em obras. De acordo com a CCR Rio-SP, elas visam aumentar a capacidade de tráfego.

Além de pistas marginais, estão sendo construídos três novos viadutos de ligação da Dutra à rodovia Fernão Dias, uma nova chegada à capital paulista por meio de um viaduto ligando a pista expressa à ponte do Tatuapé, na zona leste, e uma nova ligação com a rodovia Hélio Smidt, principal acesso ao Aeroporto Internacional de Guarulhos.

Também será feita a ampliação das pistas expressas, nos dois sentidos, entre os km 219 (acesso ao aeroporto de Guarulhos) até o km 231, chegada à capital paulista. O custo da obra é estimado em R$ 1,4 bilhão.



Leia Mais: Folha

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Ufac lança projeto de implantação de unidade de produção rural — Universidade Federal do Acre

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Ufac lança projeto de implantação de unidade de produção rural-interna-1.jpg

A Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proex) da Ufac realizou o lançamento do projeto “Extensão Universitária: Implantação e Divulgação de Unidade de Produção Rural Integrada para a Amazônia”, o qual coordenado pela professora Marilene Santos, é viabilizado por emenda parlamentar do senador Alan Rick (Republicanos-AC), no valor de R$ 5,7 milhões. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 3, no laboratório de mecanização, e foi marcado pela entrega de equipamentos agrícolas para uso de agricultores familiares.

A rede de apoio atende produtores orgânicos, integrantes do Movimento das Mulheres Camponesas e produtores de cacau de Acrelândia (AC), englobando ações em municípios acreanos como Rio Branco, Porto Acre, Bujari e Capixaba. Entre as frentes técnicas desenvolvidas, destacam-se a implantação de sistemas agroflorestais, o incentivo à adubação verde, melhorias na suinocultura, o manejo de pastagens e o fomento à cultura do cacau, com a meta de ampliar a produção regional para mais de 10 mil pés.

No total, a iniciativa atende a cinco grupos de produtores que recebem o acompanhamento especializado de uma equipe de cinco pesquisadores da Ufac, cinco engenheiros agrônomos, técnicos de nível superior, além de bolsistas de graduação e de mestrado.

“Aqui temos os melhores pesquisadores. Estamos muito felizes com essa entrega, que temos certeza de que ajudará nossos estudantes a entrarem com uma perspectiva diferente no mercado de trabalho”, destacou a reitora Guida Aquino.

A coordenadora do projeto, Marilene Santos, disse que a ação é uma semente que foi plantada e colherá bons frutos quando chegar ao resultado final. “Agradeço ao senador pela iniciativa.” Segundo Alan Rick, é preciso investir na base. “Não vamos conseguir colher a plantação se não houver nada plantado”, pontuou. “É um imenso prazer saber que contribuí em um projeto como esse.”

Ufac lança projeto de implantação de unidade de produção rural-interna2.jpg

A equipe técnica e de pesquisadores que compõem o projeto é formada pelos professores Almecina Balbino Ferreira, Bruna Viana, Eduardo Pacca Matar, Eduardo Mitke Brandão, Matheus Matos e Sebastião Elviro Neto, além dos colaboradores Patrícia Cunha e Rogério da Silva Correia.

Também compuseram o dispositivo de honra os vereadores Neném Almeida (MDB) e Zé Lopes (Republicanos).

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)

 



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Ufac obtém 3º lugar nacional em chamada pública do Procel — Universidade Federal do Acre

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Proposta da Ufac, elaborada pelo Instituto eAmazônia, sobre energia sustentável e inovação para o edifício múltiplo do campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, obteve o 3º lugar na classificação nacional e o 2º na classificação da região Norte na chamada pública Energia Zero em Prédios Públicos, do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel).

O projeto contempla a modernização dos sistemas de iluminação e de climatização do edifício, além da instalação de um sistema de geração de energia fotovoltaica. As intervenções têm como objetivo reduzir o consumo de energia elétrica da edificação e equilibrar a geração local com o consumo anual, caracterizando o conceito de “Edifício Energia Zero”.

A nota final da proposta da Ufac foi de 7,62. No projeto, o eAmazônia prevê investimento de R$ 1.348.587,92 em recursos não reembolsáveis da Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional S.A., no âmbito do Procel.

Após a homologação do resultado da chamada pública, a Ufac dará continuidade aos procedimentos para assinatura do termo de cooperação técnica. A previsão é que a execução das intervenções ocorra em até 24 meses, seguida por um período de monitoramento para verificação das metas estabelecidas pelo programa.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)

 



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Fórum de reitores debate desafios para ensino superior público — Universidade Federal do Acre

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A reitora Guida Aquino participou do 1º Fórum de Reitoras e Reitores da América Latina e do Caribe, realizado na segunda-feira, 29, e terça-feira, 30, em Foz do Iguaçu (PR), reunindo dirigentes de 89 instituições brasileiras, entre universidades e institutos federais, além de 67 representantes de 17 países latino-americanos e caribenhos, para debater os desafios e as perspectivas da educação superior pública, da cooperação internacional e da integração regional.

“A integração entre as universidades da América Latina e do Caribe é fundamental para o fortalecimento da educação superior pública, da produção científica e da construção de respostas conjuntas aos desafios sociais, econômicos e ambientais que compartilhamos enquanto região”, disse a reitora.

Durante a programação, foram debatidos temas estratégicos como a democratização do acesso ao ensino superior, a inclusão social, a mobilidade acadêmica, a pesquisa e a inovação, bem como mecanismos para ampliar a cooperação internacional e fortalecer as redes de produção científica e tecnológica entre os países participantes.

O evento contou com a participação do ministro da Educação, Leonardo Barchini, e do secretário de Educação Superior do Ministério da Educação, Marcus David, além de representantes de organismos internacionais e lideranças acadêmicas.

 



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