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“É a minha morte política que está sendo exigida”

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Marine Le Pen é considerada inocente. Os seus advogados, os do Conselho Nacional (RN) e os outros vinte e quatro eleitos, executivos ou pequenos que foram julgados ao seu lado por desvio de fundos públicos no caso de assistentes parlamentares europeus, ainda têm seis dias de contestação. O julgamento só será proferido em 2025. Mas é no olhar negro, no rosto fechado e no tom vingativo que o tricampeão presidencial apresentou-se no noticiário da televisão das 20h no TF1.sexta-feira, 15 de novembro.

Dois dias antes, as requisições do Ministério Público, proporcionais às violações de integridade de que é suspeita, recordaram à deputada de Pas-de-Calais a ameaça que pesava sobre o seu futuro político: cinco anos de inelegibilidade foram-lhe exigidos por do Ministério Público, além de cinco anos de prisão (dois dos quais fixos, convertíveis com pulseira eletrónica) e multa de 30 mil euros.

Uma perspectiva que desde então justificou um protesto do seu campo contra a justiça, descrita como ” política “acusado de querer dificultar a ascensão de Marine Le Pen. “Venho hoje dizer aos franceses que a ideia de que (…) privá-los da sua escolha é um ataque muito violento à democracia”.alertou a filha de Jean-Marie Le Pen, com a mandíbula cerrada.

Gerencie o risco de ela não poder aparecer

O reconhecimento do RN tinha, portanto, um limite: os interesses pessoais do seu líder. Depois de anos a estabelecer-se como um baluarte das instituições, a eleita regressou definitivamente à retórica populista e anti-establishment que o seu partido tinha silenciado, considerada incompatível com a ascensão ao poder. A prioridade neste momento não é construir a estatura de uma candidata para as próximas eleições presidenciais, mas gerir o risco de que ela não consiga concorrer. “O objetivo (de magistrados) é atacar um oponente políticorepetiu Marine Le Pen. E, além de mim, é o povo francês que, na realidade, está impedido de ter esperança. »

O presidente do grupo RN na Assembleia Nacional nega “colocar pressão” sobre seus juízes, mas ela alerta que uma sentença severa o suficiente para frustrar seus planos de carreira causaria um “disfunção democrática”. Principalmente se, conforme solicitado pela acusação, ela fosse inelegível com execução provisória, privando-a imediatamente do direito de concorrer a uma eleição. “É a minha morte política que está sendo exigida”lamentou aquela que se apresenta em “candidato natural” de seu campo nas eleições presidenciais de 2027.

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Professora da Ufac faz visita técnica e conduz conferência em Paris — Universidade Federal do Acre

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Professora da Ufac faz visita técnica e conduz conferência em Paris — Universidade Federal do Acre

A professora do campus Floresta, Maria Cristina de Souza, que também é curadora do Herbário em Cruzeiro do Sul, esteve, de 9 a 15 de abril, no Museu de História Natural de Paris, representando a Ufac. Ela conduziu, em francês, conferência sobre a diversidade e a riqueza da região do Alto Juruá e realizou visita técnica, atualizando amostras das coleções de palmeiras (Arecaceae) do gênero Geonoma. As atividades tiveram apoio dos pesquisadores Marc Jeanson, Florent Martos e Marc Pignal.

 



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Artigo aborda previsão de incêndios florestais na Mata Atlântica — Universidade Federal do Acre

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Artigo aborda previsão de incêndios florestais na Mata Atlântica — Universidade Federal do Acre

O professor Rafael Coll Delgado, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza, da Ufac, participou como coautor do artigo “Interações Clima-Vegetação-Solo na Predição do Risco de Incêndios Florestais: Evidências de Duas Unidades de Conservação da Mata Atlântica, Brasil”, o qual foi publicado, em inglês, na revista “Forests” (vol. 15, n.º 5), cuja dição temática foi voltada aos desafios contemporâneos dos incêndios florestais no contexto das mudanças climáticas.

O estudo também contou com a parceria das Universidades Federais de Viçosa (UFV) e Rural do Rio de Janeiro e foi desenvolvido no âmbito do Centro Integrado de Meteorologia Agrícola e Florestal, da Ufac, como resultado da dissertação da pesquisadora e geógrafa Ana Luisa Ribeiro de Faria, da UFV.

A pesquisa analisa a interação entre clima, solo e vegetação em unidades de conservação da Mata Atlântica, propondo dois novos modelos de índice de incêndio e avaliando sua capacidade preditiva sob diferentes cenários do fenômeno El Niño-Oscilação do Sul. Para tanto, foram integrados dados climáticos diários (2001-2023), índices de vegetação e seca, registros de focos de incêndio e estimativas de umidade do solo, permitindo uma análise dos fatores que influenciam a ocorrência de incêndios.

“O trabalho é fruto de cooperação entre três universidade públicas brasileiras, reforçando o papel estratégico dessas instituições na produção científica e no desenvolvimento de soluções aplicadas à gestão ambiental”, destacou Rafael Coll Delgado.

 



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Herbário do PZ recebe acervo de algas da Dr.ª Rosélia Marques Lopes — Universidade Federal do Acre

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Herbário do PZ recebe acervo de algas da Dr.ª Rosélia Marques Lopes — Universidade Federal do Acre

O Herbário do Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac realizou cerimônia para formalizar o recebimento da coleção ficológica da Dr.ª Rosélia Marques Lopes, que consiste em 701 lotes de amostras de algas preservadas em meio líquido. O acervo é fruto de um trabalho de coleta iniciado em 1981, cobrindo ecossistemas de águas paradas (lênticos) e correntes (lóticos) da região. O evento ocorreu em 9 de abril, no PZ, campus-sede.

A doação da coleção, que representa um mapeamento pioneiro da flora aquática do Acre, foi um acordo entre a ex-curadora do Herbário, professora Almecina Balbino, e Rosélia, visando deixar o legado de estudos da biodiversidade em solo acreano. Os dados da coleção estão sendo informatizados e em breve estarão disponíveis para consulta na plataforma do Jardim Botânico, sistema Jabot e na Rede Nacional de Herbários.

Professora titular aposentada da Ufac, Rosélia se tornou referência no Estado em limnologia e taxonomia de fitoplâncton. Ela possui graduação pela Ufac em 1980, mestrado e doutorado pela Universidade de São Paulo.

Também estiveram presentes na solenidade a curadora do Herbário, Júlia Gomes da Silva; o diretor do PZ, Harley Araújo da Silva; o diretor do CCBN, José Ribamar Lima de Souza; e o ex-curador Evandro José Linhares Ferreira.

 



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