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‘É um caos’: consequências do ciclone Chido em Mayotte | Notícias sobre o clima
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1 ano atrásem
Dias depois de o ciclone Chido atingir o território francês de Mayotte, no Oceano Índico, os moradores ainda lutam para ter acesso a água e alimentos, enquanto as equipes de resgate correm para encontrar os desaparecidos.
O ciclone devastou bairros inteiros e matou pelo menos 31 pessoas, segundo o Ministério do Interior francês.
Entre as casas danificadas e destruídas na capital de Mayotte, Mamoudzou, pessoas faziam fila com jarros para conseguir água ou esperavam para carregar os seus telefones.
Na manhã de quinta-feira, o presidente francês Emmanuel Macron chegou a Mayotte para avaliar a devastação causada pelo ciclone.
A sua visita ao território ultramarino francês ocorre depois de Paris ter declarado medidas de “desastre natural excepcional” para Mayotte na noite de quarta-feira para permitir uma gestão mais rápida e “mais eficaz da crise”.
As autoridades alertaram que o número de mortos no ciclone mais destrutivo de que há memória pode chegar a centenas, possivelmente milhares, à medida que as equipas de resgate correm para limpar os escombros e vasculhar os bairros de lata arrasados em busca de sobreviventes.
“A tragédia de Mayotte é provavelmente o pior desastre natural dos últimos séculos da história francesa”, disse o primeiro-ministro François Bayrou.
Localizada perto de Madagascar, na costa sudeste da África, Mayotte é a região mais pobre da França. Estima-se que um terço da população de Maiote viva em bairros de lata, cujas casas frágeis e com telhados de chapa metálica ofereciam pouca protecção contra a tempestade.
O ciclone Chido – que atingiu Mayotte no sábado – foi o mais recente de uma série de tempestades em todo o mundo alimentadas pelas alterações climáticas, segundo meteorologistas.
Especialistas dizem que as tempestades sazonais estão sendo sobrecarregadas pelas águas mais quentes do Oceano Índico, alimentando ventos mais rápidos e destrutivos.
No Hospital Central de Mayotte, em Mamoudzou, as janelas foram quebradas e as portas arrancadas das dobradiças, mas a maioria dos médicos começou a dormir em seus locais de trabalho destruídos na quarta-feira, enquanto Chido varria suas casas.
“É um caos”, disse a assistente médica e administrativa Anrifia Ali Hamadi. “O telhado está desabando. Não estamos muito seguros. Mesmo eu não me sinto seguro aqui.”
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Nota da Andifes sobre os cortes no orçamento aprovado pelo Congresso Nacional para as Universidades Federais — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
23 de dezembro de 2025Notícias
publicado:
23/12/2025 07h31,
última modificação:
23/12/2025 07h32
Confira a nota na integra no link: Nota Andifes
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Ufac entrega equipamentos ao Centro de Referência Paralímpico — Universidade Federal do Acre
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2 semanas atrásem
18 de dezembro de 2025A Ufac, a Associação Paradesportiva Acreana (APA) e a Secretaria Extraordinária de Esporte e Lazer realizaram, nessa quarta-feira, 17, a entrega dos equipamentos de halterofilismo e musculação no Centro de Referência Paralímpico, localizado no bloco de Educação Física, campus-sede. A iniciativa fortalece as ações voltadas ao esporte paraolímpico e amplia as condições de treinamento e preparação dos atletas atendidos pelo centro, contribuindo para o desenvolvimento esportivo e a inclusão de pessoas com deficiência.
Os equipamentos foram adquiridos por meio de emenda parlamentar do deputado estadual Eduardo Ribeiro (PSD), em parceria com o Comitê Paralímpico Brasileiro, com o objetivo de fortalecer a preparação esportiva e garantir melhores condições de treino aos atletas do Centro de Referência Paralímpico da Ufac.
Durante a solenidade, a reitora da Ufac, Guida Aquino, destacou a importância da atuação conjunta entre as instituições. “Sozinho não fazemos nada, mas juntos somos mais fortes. É por isso que esse centro está dando certo.”
A presidente da APA, Rakel Thompson Abud, relembrou a trajetória de construção do projeto. “Estamos dentro da Ufac realizando esse trabalho há muitos anos e hoje vemos esse resultado, que é o Centro de Referência Paralímpico.”
O coordenador do centro e do curso de Educação Física, Jader Bezerra, ressaltou o compromisso das instituições envolvidas. “Este momento é de agradecimento. Tudo o que fizemos é em prol dessa comunidade. Agradeço a todas as instituições envolvidas e reforço que estaremos sempre aqui para receber os atletas com a melhor estrutura possível.”

O atleta paralímpico Mazinho Silva, representando os demais atletas, agradeceu o apoio recebido. “Hoje é um momento de gratidão a todos os envolvidos. Precisamos avançar cada vez mais e somos muito gratos por tudo o que está sendo feito.”
A vice-governadora do Estado do Acre, Mailza Assis da Silva, também destacou o trabalho desenvolvido no centro e o talento dos atletas. “Estou reconhecendo o excelente trabalho de toda a equipe, mas, acima de tudo, o talento de cada um de nossos atletas.”
Já o assessor do deputado estadual Eduardo Ribeiro, Jeferson Barroso, enfatizou a finalidade social da emenda. “O deputado Eduardo fica muito feliz em ver que o recurso está sendo bem gerenciado, garantindo direitos, igualdade e representatividade.”
Também compuseram o dispositivo de honra a pró-reitora de Inovação, Almecina Balbino, e um dos coordenadores do Centro de Referência Paralímpico, Antônio Clodoaldo Melo de Castro.
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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Orquestra de Câmara da Ufac apresenta-se no campus-sede — Universidade Federal do Acre
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2 semanas atrásem
18 de dezembro de 2025A Orquestra de Câmara da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 17, uma apresentação musical no auditório do E-Amazônia, no campus-sede. Sob a coordenação e regência do professor Romualdo Medeiros, o concerto integrou a programação cultural da instituição e evidenciou a importância da música instrumental na formação artística, cultural e acadêmica da comunidade universitária.
A reitora Guida Aquino ressaltou a relevância da iniciativa. “Fico encantada. A cultura e a arte são fundamentais para a nossa universidade.” Durante o evento, o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes, destacou o papel social da arte. “Sem arte, sem cultura e sem música, a sociedade sofre mais. A arte, a cultura e a música são direitos humanos.”
Também compôs o dispositivo de honra a professora Lya Januária Vasconcelos.
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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