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Economista diz o que Brasil precisa fazer após zerar tarifas de importação de alimentos; veja quais
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O governo tomou uma atitude para conter a alta dos preços, principalmente da comida, e decidiu zerar as tarifas de importação sobre nove produtos. Nesta lista estão carne, café, açúcar, azeite, massas e quatro alimentos, que deverão ficar mais baratos nas prateleiras.
A expectativa é que a diminuição dos preços seja percebida assim que o fim das alíquotas de importação sobre esses produtos for aprovado pela Câmara de Comércio Exterior (Camex).
O economista Newton Marques, do Corecon-DF, diz que a ação do governo é positiva, mas é preciso fazer mais: “A preocupação que o governo deve ter é não desestimular os produtores, baratear os insumos como matérias primas para produto final e recriar política de estoques reguladores, abandonada nos governos passados. É importante também negociar com estados e municípios redução dos custos tributários, e custos de transporte com os aumentos recentes do preço do diesel”, afirmou em entrevista ao Só Notícia Boa.
Quando começa
As medidas foram anunciadas após uma reunião do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e de Alckmin com ministros e empresários, no Palácio do Planalto.
Segundo o governo, a iniciativa não prejudica os produtores nacionais, apesar da concorrência com o alimento importado.
O vice-presidente, Geraldo Alckmin, afirmou que as novas regras devem ser aprovadas em “questão de dias”, tão logo seja analisada a nota técnica preparada pelo governo.
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Alimentos atingidos pela medida de zerar tarifas de importação
A relação dos produtos que terão a alíquota zerada é:
- Azeite: (hoje 9%)
- Milho: (hoje 7,2%)
- Óleo de girassol: (hoje até 9%)
- Sardinha: (hoje 32%)
- Biscoitos: (hoje 16,2%)
- Massas alimentícias (macarrão): (hoje 14,4%)
- Café: (hoje 9%)
- Carnes: (hoje até 10,8%)
- Açúcar: (hoje até 14%)
Bolso do consumidor
A alimentação e as bebidas foram os itens que mais pesaram sobre a inflação de 2024. Apesar da desaceleração em janeiro, registraram alta de 0,96%, quinto mês consecutivo de aumento.
Além da redução das tarifas, o governo anunciou que vai adotar ações para fortalecer os estoques reguladores da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Os detalhes não foram revelados.
No mês passado, a companhia havia pedido R$ 737 milhões para reconstituir os estoques de alimentos desmantelados nos últimos anos.
A ideia é financiar itens que compõem a cesta básica, aumentando o estímulo a produtores rurais que produzam para o mercado interno.
Liberação para a venda
Ainda para baratear as mercadorias e facilitar o acesso ao consumidor, o governo havia anunciado a aceleração do Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (SISBI-POA).
O sistema descentraliza as inspeções sanitárias, permitindo que estados e municípios façam o trabalho, o que deve aumentar o número de registro no sistema de 1.550 para 3 mil.
A medida permitirá, por exemplo, que produtos como leite, mel, ovos e carnes sejam liberados mais rapidamente para venda, segundo a Agência Brasil.
O consumidor deve perceber nos próximos dias a redução dos preços de nove alimentos, após o governo zerar tarifas de importação. – Foto: Agência Brasil
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Proint realiza atividade sobre trabalho com jovens aprendizes — Universidade Federal do Acre
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7 de maio de 2026A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint), da Ufac, promoveu um encontro com jovens aprendizes para formação e troca de experiências sobre carreira, tecnologia e inovação. O evento ocorreu em parceria com o Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE), em 28 de abril, no espaço de inovação da Ufac, campus-sede.
Os professores Francisco Passos e Marta Adelino conduziram a atividade, compartilhando conhecimentos e experiências com os estudantes, estimulando reflexões sobre o futuro profissional e o papel da inovação na construção de novas oportunidades. A instrutora de aprendizagem do CIEE, Mariza da Silva Santos, também acompanhou os participantes na ação, destacando a relação entre formação acadêmica e experiências no mundo do trabalho.
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Professora da Ufac faz visita técnica e conduz conferência em Paris — Universidade Federal do Acre
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5 de maio de 2026A professora do campus Floresta, Maria Cristina de Souza, que também é curadora do Herbário em Cruzeiro do Sul, esteve, de 9 a 15 de abril, no Museu de História Natural de Paris, representando a Ufac. Ela conduziu, em francês, conferência sobre a diversidade e a riqueza da região do Alto Juruá e realizou visita técnica, atualizando amostras das coleções de palmeiras (Arecaceae) do gênero Geonoma. As atividades tiveram apoio dos pesquisadores Marc Jeanson, Florent Martos e Marc Pignal.
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Artigo aborda previsão de incêndios florestais na Mata Atlântica — Universidade Federal do Acre
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30 de abril de 2026O professor Rafael Coll Delgado, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza, da Ufac, participou como coautor do artigo “Interações Clima-Vegetação-Solo na Predição do Risco de Incêndios Florestais: Evidências de Duas Unidades de Conservação da Mata Atlântica, Brasil”, o qual foi publicado, em inglês, na revista “Forests” (vol. 15, n.º 5), cuja dição temática foi voltada aos desafios contemporâneos dos incêndios florestais no contexto das mudanças climáticas.
O estudo também contou com a parceria das Universidades Federais de Viçosa (UFV) e Rural do Rio de Janeiro e foi desenvolvido no âmbito do Centro Integrado de Meteorologia Agrícola e Florestal, da Ufac, como resultado da dissertação da pesquisadora e geógrafa Ana Luisa Ribeiro de Faria, da UFV.
A pesquisa analisa a interação entre clima, solo e vegetação em unidades de conservação da Mata Atlântica, propondo dois novos modelos de índice de incêndio e avaliando sua capacidade preditiva sob diferentes cenários do fenômeno El Niño-Oscilação do Sul. Para tanto, foram integrados dados climáticos diários (2001-2023), índices de vegetação e seca, registros de focos de incêndio e estimativas de umidade do solo, permitindo uma análise dos fatores que influenciam a ocorrência de incêndios.
“O trabalho é fruto de cooperação entre três universidade públicas brasileiras, reforçando o papel estratégico dessas instituições na produção científica e no desenvolvimento de soluções aplicadas à gestão ambiental”, destacou Rafael Coll Delgado.
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