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Educação realiza encontro das escolas integrais do ensino fundamental em Rio Branco

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Stalin Melo

A Secretaria de Estado de Educação e Cultura do Acre (SEE), por meio do Departamento de Ensino Fundamental, realiza nesta quinta e sexta-feira, 3 e 4, no auditório da Escola Armando Nogueira, em Rio Branco, o encontro Escola Integral Café – do Diálogo à Transformação.

Destinado a avaliar o primeiro ano de implementação do ensino integral em 15 escolas de ensino fundamental, anos iniciais e anos finais do Estado, o evento contempla gestores e professores de dez estabelecimentos da capital e cinco de Cruzeiro do Sul, Taraucá, Feijó e Xapuri. Entre elas, a Belo Jardim, Clarice Fecury, Ramona de Castro, Márcio Bestene, Carlos Vasconcelos, Iracema Gomes, Maria Lima, Tancredo Neves, Antero Soares, Tupanir Galdêncio e Nanzio Magalhães.

Encontro das escolas de tempo integral é realizado no auditório da Escola Armando Nogueira. Foto: Mardilson Gomes/SEE

Da solenidade de abertura participaram as professoras Nazaré Rodrigues, do Departamento de Ensino Fundamental; Cíntia Almeida, da Divisão de Escolas de Tempo Integral; Antônio Silva, da Divisão de Ensino fundamental, Anos Iniciais; Maria das Dores Melo, da Divisão de Ensino Fundamental, Anos Finais; e Jorgete Correa, representante do Conselho Estadual de Educação (CEE).

Alunos das escolas de tempo integral realizaram apresentações durante encontro. Foto: Mardilson Gomes/SEE

De acordo com Nazaré Rodrigues, o encontro compartilha “aquilo que as escolas já fazem, as suas práticas exitosas, portanto, é um momento de aprendizado”.

Também Cíntia Almeida destaca a importância de compartilhar as experiências vivenciadas, acrescentando: “Ano passado conhecemos todos os processos da escola em tempo integral, do programa, e este ano vamos crescer, inclusive na aprendizagem que ofertamos aos nossos alunos”.

Tirou crianças da rua

Entre os representantes das escolas que participam do encontro está a professora Aldinéia Ferreira, da Iracema Gomes, localizada na região do Calafate, em Rio Branco. Para ela, trata-se de um momento significativo, que propicia a troca de ideias. “Eu quis muito o ensino integral, pois acrescenta ao ensino e as crianças se desenvolvem”, relata.

A mudança para regime integral, segundo a docente, mudou completamente não apenas a metodologia, mas sobretudo a rotina dos próprios estudantes. “Tiramos as crianças da rua, porque elas entram às 7h, almoçam na escola e saem somente às 14h40. Elas aprendem mais e o próprio comportamento melhorou”, analisa.

Encontro reúne representantes de 15 escolas, da capital e do interior. Foto: Mardilson Gomes/SEE

Segundo Aldinéia, o grande trunfo do ensino integral são as disciplinas diferenciadas, que não integram a grade curricular obrigatória, como o inglês, os estudos orientados e as linguagens matemática. “É um modelo que ajuda, que trabalha a questão socioemocional do aluno”, considera.

Por realizar um atendimento humanizado, a professora afirma que a escola, que tem aproximadamente 350 alunos, recebe estudantes de diversas regiões da capital, como o Tucumã, o Conjunto Universitário e o Conjunto Esperança.

Apaixonada pelo integral

Encontro compartilha práticas exitosas das escolas. Foto: Mardilson Gomes/SEE

Diretora da Escola Maria Lima, que trabalha com o ensino fundamental, anos finais, em Cruzeiro do Sul, Eliane Lopes se diz apaixonada pelo modelo de ensino integral: “Tem sido muito positivo; a gente vê mais vida nos estudantes, nos professores e nos gestores, porque todos somos protagonistas e capazes de descobrir algo em nós”.

De acordo com a gestora, também a aceitação dos pais ao modelo de ensino integral tem sido ampla, até porque, na sua avaliação, observam a evolução dos filhos: “Eles fazem questão de voltar à escola para nos agradecer”.






















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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint) da Ufac e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC) realizam o Startup Day-2026, em 21 de março, das 8h às 12h, no espaço Sebrae-Lab, Centro de Convivência do campus-sede. O evento é dedicado à inovação e ao empreendedorismo, oferecendo oportunidades para transformar projetos em negócios de impacto real. As inscrições são gratuitas e estão abertas por meio online.

O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiências, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negócios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentações, painel e palestra, além de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.

 



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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia

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Foto de capa [internet]

Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.

A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.

A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.

Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.

O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

A Ufac inaugurou a campanha internacional Banco Vermelho, símbolo de conscientização sobre o feminicídio. A ação integra iniciativas inspiradas na lei n.º 14.942/2024 e contempla a instalação, nos campi da instituição, de três bancos pintados de vermelho, que representa o sangue derramado pelas vítimas. A inauguração ocorreu nesta segunda-feira, 9, no hall da Reitoria.

São dois bancos no campus-sede (um no hall da Reitoria e outro no bloco Jorge Kalume), além de um no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A reitora Guida Aquino destacou que a instalação dos bancos reforça o papel da universidade na promoção de campanhas e políticas de conscientização sobre a violência contra a mulher. “A violência não se caracteriza apenas em matar, também se caracteriza em gestos, em fala, em atitudes.”

A secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, ressaltou a importância de a Ufac incorporar o debate sobre o feminicídio em seus espaços institucionais e defendeu a atuação conjunta entre universidade, governo e sociedade. Segundo ela, a violência contra a mulher não pode ser naturalizada e a conscientização precisa alcançar também a formação de crianças e adolescentes.

A inauguração do Banco Vermelho também ocorre no contexto da aprovação da resolução do Conselho Universitário n.º 266, de 21/01/2026, que institui normas para a efetividade da política de prevenção e combate ao assédio moral, sexual, discriminações e outras violências, principalmente no que se refere a mulheres, população negra, indígena, pessoas com deficiência e LGBTQIAPN+ no âmbito da Ufac em local físico ou virtual relacionado.

No campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, a inauguração do Banco Vermelho contou com a participação da coordenadora do Centro de Referência Brasileiro da Mulher, Anequele Monteiro.

Participaram da solenidade, no campus-sede, a pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Filomena Maria Cruz; a pró-reitora de Graduação, Ednaceli Damasceno; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; a coordenadora do projeto de extensão Infância Segura, Alcione Groff; o secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal; a defensora pública e chefe do Núcleo de Promoção da Defesa dos Direitos Humanos da Mulher, Diversidade Sexual e Gênero da DPE-AC, Clara Rúbia Roque; e o chefe do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Mulher do MP-AC, Victor Augusto Silva.

 



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