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Elanga sela vitória de retorno sobre o Aston Villa e colocou Nottingham Forest em quarto lugar | Primeira Liga
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Peter Lansley at the City Ground
Gols tardios de Nikola Milenkovic e Anthony Elanga garantiram a vitória para Floresta de Nottingham nesta batalha dos ex-vencedores da Copa da Europa e os levou acima do Manchester City às vagas da Liga dos Campeões.
O Forest continuou seu melhor início de temporada em três décadas, ao se recuperar do gol inaugural de Jhon Durán pelo Villa, que agora não vence há cinco Primeira Liga jogos que se seguiram aos jogos da Liga dos Campeões.
Assim, o Forest, comemorando seu 5.000º jogo no campeonato, pode reivindicar o quarto lugar, pelo menos até o City enfrentar o Manchester United, na tarde de domingo. Com base nas notáveis vitórias em Anfield e Old Trafford esta temporada, Nuno Espírito Santo levou-os a oito vitórias no campeonato já esta temporada. Na temporada passada, isso os levou até o 36º jogo.
O antigo City Ground estava a abalar, pois, depois de um primeiro período apertado, em que as tácticas de Nuno ajudaram a anular os pontos fortes do Villa, o espírito do Forest levou-os a novos patamares. Terminar entre os quatro primeiros pode aumentar a credulidade, mas eles estão lá por mérito agora.
Depois que Durán marcou de cabeça seu 11º gol na temporada, Forest pensou que havia empatado aos 81 minutos, quando o árbitro assistente de vídeo levou quase três minutos para determinar que Elanga estava com meio ombro de impedimento quando correu para o passe de Morgan Gibbs-White antes cruzamento para Chris Wood marcar. Mas eles empataram quando Milenkovic, depois de marcar seu primeiro gol na Premier League na vitória do último sábado sobre o United, cabeceou após cruzamento de Gibbs-White da direita.
Seis minutos depois, Elanga completou a recuperação ao marcar de perto, após outra jogada fluida.
O segundo início de temporada de Tyrone Mings na liga foi congelado quando, adoecido no aquecimento, ele teve que ser substituído por Pau Torres. Mas embora a forma defensiva do Villa permanecesse inalterada, a fluidez do seu meio-campo forçou Forest a uma diligência pouco ortodoxa quando estava fora de posse de bola.
Com John McGinn saindo de sua posição estreita na esquerda, Ola Aina, lateral-direito de Forest, o seguiu para dentro, obrigando o meio-campista central Nicolás Domínguez, que foi convocado, a preencher o espaço externo onde Lucas Digne pode ser tão produtivo.
Durán, recomeçando na Premier League com Ollie Watkins ainda não totalmente apto, teve um voleio especulativo, mas, em um primeiro tempo empatado, Forest gradualmente começou a fazer algum progresso. Com o seu melhor início em três décadas e uma posição entre os quatro primeiros potencialmente à frente, o Forest não carecia de confiança. Seu plano de jogo para bloquear Villa parecia estar funcionando. Na outra ponta, Wood cabeceou o zagueiro de Neco Williams na cara do gol, mas Diego Carlos desviou antes que Domínguez pudesse esperar capitalizar.
Elliot Anderson abriu caminho através do canal interno esquerdo apenas para seu chute desviar para trás em Boubacar Kamara. Correndo para o outro lado para cobrar escanteio, o chute de Anderson foi cabeceado ao lado do segundo poste por Murillo.
após a promoção do boletim informativo
Villa, com as pernas testadas, mas com o moral elevado pela vitória no meio da semana sobre o RB Leipzig, que o coloca perto da classificação automática para as oitavas de final da Liga dos Campeões, voltou à disputa. Outro árbitro além de Sam Barrott poderia ter marcado pênalti quando Anderson continuava puxando a camisa de Morgan Rogers enquanto a dupla corria para a área. Ezri Konsa teve o azar de cabecear um livre cobrado por McGinn ao lado do poste mais distante.
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Algumas trocas irritadas entre as duas equipas técnicas reflectiram a tensão no início da segunda parte, de ambos os lados de duas contribuições notáveis de Durán. Primeiro, o colombiano errou completamente o chute quando o escanteio de McGinn o encontrou no segundo poste. Mas então ele respondeu imediatamente girando e desferindo um chute por cima da rede.
Seu gol foi precedido por uma das defesas mais marcantes que você verá nesta temporada. Depois que Gibbs-White acertou o escanteio de Anderson, Domínguez se abaixou para cabecear para o gol de cerca de quatro metros. A bola parecia passar por baixo e além de Emiliano Martínez, mas, de alguma forma, ele se esticou para trás e bateu a bola na linha. Carlos então acertou o rebote.
A importância da defesa foi sublinhada em poucos minutos. Villa fez um excelente jogo de posse de bola na entrada da área de Forest, da direita para a esquerda, de Rogers para Durán, para McGinn, para Digne e de volta para McGinn, cujo cruzamento certeiro foi habilmente cabeceado por Durán, para seu terceiro gol em uma semana.
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Ufac realiza curso de turismo de base comunitária para extrativistas em parceria com MMA e ICMBio — Universidade Federal do Acre
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21 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Parque Zoobotânico (PZ), realizou, de 12 a 14 de maio de 2026, o Curso Turismo de Base Comunitária em Unidades de Conservação, na sala ambiente do PZ, no campus sede, em Rio Branco. A formação reuniu 14 comunitários da Reserva Extrativista Chico Mendes, Resex Arapixi e Floresta Nacional do Purus, com foco no fortalecimento dos territórios tradicionais, nas referências culturais e na criação de roteiros turísticos de base comunitária.
A coordenadora estadual do Projeto Esperançar Chico Mendes, professora e pesquisadora da Ufac/PZ, Andréa Alexandre, destacou que as reservas extrativistas, criadas há mais de três décadas na Amazônia, têm como desafio conciliar o bem-estar das famílias que vivem nas florestas com a conservação dos recursos naturais. Segundo ela, o turismo de base comunitária se apresenta como uma alternativa econômica para que as famílias extrativistas possam cumprir a função das reservas. “O curso de extensão apresenta ferramentas para que essas famílias façam gestão do turismo como um negócio, sem caráter privado, nem por gestão pública, mas com um controle que seja da comunidade”, afirmou.
O curso integra as ações do Projeto Esperançar Chico Mendes, desenvolvido pelo Ministério do Meio Ambiente, por meio da Secretaria Nacional de Povos e Comunidades Tradicionais, em parceria com a Ufac, Parque Zoobotânico e instituições parceiras. A formação foi ministrada por Ana Carolina Barradas, do ICMBio Brasília; Fádia Rebouças, coordenadora nacional do Projeto Esperançar-SNPCT/MMA; e Leide Aquino, coordenadora regional do Conselho Nacional das Populações Extrativistas.
Durante a formação, os participantes tiveram acesso a ferramentas voltadas à gestão do turismo em seus territórios, com abordagem sobre elaboração de roteiros, recepção de visitantes e valorização da cultura extrativista. A proposta é que a atividade turística seja conduzida pelas próprias comunidades, a partir de suas referências, histórias, modos de vida e relação com a floresta.
A liderança do Grupo Mulheres Guerreiras, da comunidade Montiqueira, no ramal do Katianã, Francisca Nalva Araújo, afirmou que o curso leva conhecimento para a comunidade e abre possibilidades de trabalho coletivo com turismo de base comunitária. Segundo ela, o grupo reúne aproximadamente 50 mulheres, envolvidas em atividades com idosas, jovens e adultos, além de ações de artesanato, crochê e corte-costura. “Agora, aprofundando os conhecimentos para trabalhar com turismo tende a trazer melhorias coletivas”, disse.
A artesã Iranilce Lanes avaliou o projeto como inovador por ser desenvolvido junto às pessoas das próprias comunidades. Para ela, a construção feita a partir do território fortalece a participação dos moradores e amplia as possibilidades de resultado. A jovem Maria Letícia Cruz, moradora da comunidade Sacado, na Resex em Assis Brasil, também destacou a importância da experiência para levar novos aprendizados à sua comunidade.
O curso foi realizado no âmbito do Projeto Esperançar Chico Mendes, que tem a Reserva Extrativista Chico Mendes como referência de museu do território tradicional e busca fortalecer ações voltadas às populações extrativistas, à valorização cultural e à gestão comunitária de alternativas econômicas nas unidades de conservação.
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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre
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19 de maio de 2026O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.
A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.
Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.
O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.
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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.
Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).
O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.
Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.
Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.
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