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Eleições em Bangladesh podem ser realizadas em 2025, diz Yunus – DW – 16/12/2024
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Eleições gerais em Bangladesh poderia ser detida até o final de 2025 ou início de 2026, disse o líder interino Muhammad Yunus na segunda-feira.
O ganhador do Nobel de 84 anos disse que a conclusão das reformas eleitorais decidiria o calendário das eleições.
“Se houver consenso político e a lista de eleitores for preparada com precisão, apenas com pequenas reformas, poderá ser possível realizar eleições até ao final de 2025”, disse Yunus num discurso televisionado.
“Se forem necessárias reformas adicionais, e tendo em conta o consenso nacional, poderá demorar pelo menos mais seis meses”.
Yunus estava proferindo um discurso no 53º aniversário da independência de Bangladesh do Paquistão.
Após a queda de Sheikh Hasina
Yunus lidera o governo interino estabelecido após protestos que depuseram a ex-primeira-ministra Sheikh Hasina em agosto.
Hasina, 77, fugiu para a Índia após protestos em massa em meio a alegações de abusos dos direitos humanos.
O seu governo da Liga Awami enfrentou acusações de eleições fraudulentas e supressão da oposição, incluindo o Partido Nacionalista do Bangladesh (BNP).
Centenas de pessoas foram mortas nas semanas anteriores à deposição de Hasina, principalmente por disparos policiais. Assassinatos por represália após sua queda causaram mais mortes.
Um mandado de prisão para Hasina também foi emitido.
A administração de Yunus lançou reformas para restaurar as instituições democráticas e resolver os abusos do passado.
O BNP e outros grupos de oposição estão a pressionar por eleições rápidas. Bangladesh realizou eleições pela última vez em janeiro, que foram amplamente criticadas por não serem nem livres nem justas.
Tensões religiosas fervendo
Yunus está navegando no país de 173 milhões de habitantes num momento em que as tensões religiosas aumentam com a minoria hindu dizendo eles enfrentam uma opressão violenta sob o governo interino.
O ex-primeiro-ministro Hasina também emitiu uma declaração acusando o líder interino de não proteger os hindus e outras minorias.
Os laços com a Índia também estão se desgastando na sequência da detenção de um líder religioso hindu na cidade de Chittagong, no sul, e do ataque a um povoado do Bangladesh escritório consular por manifestantes no estado de Tripura, no nordeste da Índia, que faz fronteira com Bangladesh.
Manifestantes de Bangladesh lutam para se recuperar dos ferimentos
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ss/lo (AFP, Reuters)
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Ufac recebe visita da RFB para apresentação do projeto NAF — Universidade Federal do Acre
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10 horas atrásem
26 de março de 2026A Ufac recebeu, nesta quarta-feira, 25, no gabinete da Reitoria, representantes da Receita Federal do Brasil (RFB) para a apresentação do projeto Núcleo de Apoio Contábil e Fiscal (NAF). A reunião contou com a participação da Coordenação do curso de Ciências Contábeis e teve como foco a proposta de implantação do núcleo na universidade.
O reitor em exercício e pró-reitor de Planejamento, Alexandre Hid, destacou a importância da iniciativa para os estudantes e sua relação com a curricularização da extensão. Segundo ele, a proposta representa uma oportunidade para os alunos e pode fortalecer ações extensionistas da universidade.
A analista tributária da RFB e representante de Cidadania Fiscal, Marta Furtado, explicou que o NAF é um projeto nacional voltado à qualificação de acadêmicos do curso de Ciências Contábeis, com foco em normas tributárias, legislação e obrigações acessórias. Segundo ela, o núcleo é direcionado ao atendimento de contribuintes de baixa renda e microempreendedores, além de aproximar os estudantes da prática profissional.
Durante a reunião, foi informada a futura assinatura de acordo de cooperação técnica entre a universidade e a RFB. Pelo modelo apresentado, a Ufac disponibilizará espaço para funcionamento do núcleo, enquanto a receita oferecerá plataforma de treinamento, cursos de capacitação e apoio permanente às atividades desenvolvidas.
Como encaminhamento, a RFB entregou o documento referencial do NAF, com orientações para montagem do espaço e definição dos equipamentos necessários. O processo será enviado para a Assessoria de Cooperação Institucional da Ufac. A expectativa apresentada na reunião é de que o núcleo seja integrado às ações de extensão universitária.
Também participaram da reunião o professor de Ciências Contábeis e vice-coordenador do curso, Cícero Guerra; e o auditor fiscal e delegado da RFB em Rio Branco, Claudenir Franklin da Silveira.
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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre
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2 semanas atrásem
12 de março de 2026A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint) da Ufac e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC) realizam o Startup Day-2026, em 21 de março, das 8h às 12h, no espaço Sebrae-Lab, Centro de Convivência do campus-sede. O evento é dedicado à inovação e ao empreendedorismo, oferecendo oportunidades para transformar projetos em negócios de impacto real. As inscrições são gratuitas e estão abertas por meio online.
O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiências, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negócios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentações, painel e palestra, além de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.
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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia
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10 de março de 2026Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.
A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.
A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.
Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.
O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.
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