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Elisabeth Borne admite ter sido “alertada” em 2023 sobre o “natureza crítica” da situação

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A ex-primeira-ministra Elisabeth Borne admitiu, sexta-feira, 15 de novembro, ter sido “alerta” no final de 2023 no “caráter crítico” da situação orçamental, mas estima-se que tenha ” preço (no) papel “ no controle das contas públicas.

Ouvido no Senado como parte de um missão de informação sobre a deriva nas contas públicaso antigo inquilino de Matignon foi nomeadamente chamado a explicar a explosão do défice, que atingirá 6,1% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2024em comparação com os 4,4% inicialmente previstos no Orçamento do Estado que ela própria apresentou no outono de 2023.

“Tradicionalmente, o que se espera do governo é tomar medidas para controlar os gastos. Acho que já aproveitei minha parte.”lançou o MP Renascentista de Calvados. “Não é por prazer que estamos realizando três reformas do seguro-desemprego. Não é por prazer que estamos realizando uma reforma previdenciária que não podemos dizer que foi extremamente popular”.ela acrescentou.

Os senadores também a questionaram sobre nota interna enviada por seu ministro da Economia, Bruno Le Maire, de 13 de dezembro de 2023, que recomendava que ela “compartilhar amplamente a natureza crítica (o) situação orçamental, tanto no seio do governo como também na opinião pública”.

“Não há sinal de alerta”

Elisabeth Borne confirmou a existência e o conteúdo desta carta, que ela descreveu como “alerta”. Foi sobre “primeiras indicações” sobre uma possível derrapagem nas receitas do Estado, “mas sem que pudéssemos, naquele momento, saber qual era a ordem de grandeza”ela insistiu. “Não há sinal de alarme, nem dirigido ao Ministro da Economia nem que o Ministro da Economia me tivesse transmitido na altura”evacuou Elisabeth Borne.

O relator do orçamento geral no Senado, Jean-François Husson (LR), manifestou a sua “espanto” diante dessas respostas. “Na época nos disseram para não nos preocuparmos. E as mesmas pessoas que nos contaram isso estão escrevendo para você dizendo: “Cuidado, há uma situação crítica””ele se arrependeu. “Depois temos a sensação de que não há consciência suficiente para corresponder ao alerta. »

“Não sei o que podemos fazer diante de informações desse tipo. Não sabemos se estamos a falar de um défice de receitas de mil milhões ou de dez mil milhões ou, em última análise, como saberemos muito mais tarde, de vinte mil milhões.justificou-se a ex-primeira-ministra. Ela também parecia atribuir parte da responsabilidade a Bruno Le Maire. “Em geral, quando nos deparamos com uma situação muito alarmante, o ministro (de economia) vem encontrar-se com o primeiro-ministro »ela comentou. No entanto, este foi apenas o caso “4 de janeiro” 2024. Ela também observou que, na época, “o essencial (filho) energia foi mobilizada » tem “a busca de um compromisso sobre a lei de imigração” e não nas finanças públicas.

O Senado, que notavelmente fez o teste com Bruno Le Maire e Gabriel Attal como parte desta missão de averiguação, apresentará suas conclusões nos próximos dias, antes do lançamento de uma comissão de inquérito sobre o mesmo assunto na Assembleia Nacional.

Leia também | Artigo reservado para nossos assinantes Derrapagem do déficit: Matignon vê vermelho após críticas de Gabriel Attal

O mundo com AFP

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Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia — Universidade Federal do Acre

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A Ufac realizou a entrega de novos equipamentos para o Laboratório de Sismologia da Estação de Geofísica Aplicada do Acre. Os dispositivos provêm de emenda parlamentar no valor de R$ 750 mil, alocada pela deputada federal Socorro Neri (PP-AC), inseridos em um investimento global de R$ 900 mil destinados ao projeto de pesquisa da universidade. O evento ocorreu na sexta-feira, 29, no auditório do bloco do curso de Física. 

O aporte viabilizou a aquisição de um sistema de videoconferência e monitoramento —composto por TVs, câmeras e nobreaks— além de workstations com GPU e servidores dedicados de alta performance para o Núcleo de Tecnologia da Informação (NTI) da universidade.

A estrutura física e computacional dará suporte a uma rede de seis estações sismográficas de banda larga com telemetria, que funcionarão de forma contínua (24 horas por dia, sete dias por semana) nos municípios de Rio Branco (campus-sede), Sena Madureira, Tarauacá, Assis Brasil, Marechal Thaumaturgo e Santa Rosa do Purus.

Além de atuar no monitoramento da atividade tectônica regional para fins de proteção junto à Defesa Civil do Estado, o laboratório utilizará métodos de sísmica passiva para o mapeamento de falhas profundas com potencial de geração e migração de hidrogênio geológico. 

“Este é o primeiro laboratório de sismologia da região Norte. Isso é muito importante porque nossa região sofre influência da atividade na borda de duas placas tectônicas”, explicou a reitora Guida Aquino.

Socorro Neri enfatizou o compromisso com o avanço científico regional, ressaltando que os novos dispositivos tecnológicos contribuirão diretamente para o monitoramento preciso e seguro de abalos na Amazônia.

O coordenador do projeto e da área de Física, professor Antonio Romero da Costa Pinheiro, destacou o caráter integrador do projeto. “Unimos a pesquisa de ponta à extensão universitária através da confecção de sismômetros didáticos de baixo custo com sensores Arduino para escolas públicas da rede estadual e municipal.”

Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia-interna.jpg

Também compuseram o dispositivo de honra da solenidade a vice-reitora eleita, Almecina Balbino; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; o diretor do CCBN, José Ribamar Lima; e o coordenador do curso de Física, Victor Ribeiro.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)

 



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PZ realiza reunião para discutir prevenção de incêndios florestais — Universidade Federal do Acre

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PZ realiza reunião para discutir prevenção de incêndios florestais-interna.jpg

O Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac sediou uma reunião estratégica para debater alternativas de prevenção, controle, monitoramento e combate a incêndios florestais nas áreas verdes do campus-sede, projeto Humaitá e Fazenda Experimental Catuaba. O encontro ocorreu na sexta-feira, 29, na sala ambiente do PZ.

A iniciativa foi motivada pela necessidade de ampliar a articulação institucional frente à aproximação do período de estiagem. Nessa época, a combinação de vegetação seca, acúmulo de folhas e galhos e baixa umidade eleva drasticamente a vulnerabilidade desses espaços. Além do viés ambiental, a pauta destacou a relevância acadêmica das áreas para atividades de ensino, pesquisa e extensão de diversos cursos da universidade.

Os participantes discutiram propostas para fortalecer o controle de acesso, a vigilância e o planejamento preventivo. O histórico de sinistros na instituição, como o incêndio de 2010 ocorrido nas proximidades da Unidade de Tecnologia de Alimentos (Utal), foi lembrado para reforçar a urgência de tratar o tema de forma permanente.

Além disso, foi apresentada uma contextualização institucional do PZ e sua relevância para a Ufac e a sociedade acreana. O professor Rodrigo Perea expôs a pesquisa desenvolvida em 2025 por seu orientando, Moisés Pereira, aluno do doutorado Bionorte da Ufac, sobre risco de incêndio em áreas florestadas do campus-sede.

As discussões foram enriquecidas pelas contribuições do professor Moisés Barbosa de Souza, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), reconhecido por seu conhecimento sobre as áreas florestadas da Ufac, apontando para a necessidade de uma construção coletiva que envolva orientação, resposta rápida e proteção da biodiversidade.

“Esperamos que a organização de alternativas de prevenção, monitoramento e combate ao risco de incêndios florestais nas áreas da Ufac avance significativamente em 2026”, disse o diretor substituto do PZ, Wanderson Gomes. “Diante da previsão de uma estiagem mais severa, é fundamental que a universidade esteja preparada para agir de forma planejada, integrada e preventiva.”

Também participaram da reunião representantes da Prefcam, do CCBN, do CFCH, dos cursos de Geografia e Medicina Veterinária, do doutorado Bionorte, além de servidores e colaboradores ligados à temática ambiental.

Próximos passos

Para dar materialidade às ações propostas, foram definidos os seguintes encaminhamentos práticos:

– 3 de junho às 8h: visita in loco à trilha interna do PZ (trajeto de aproximadamente 3 quilômetros) para mapear pontos críticos, gargalos de acesso e possibilidades de intervenção;

– 12 de junho às 8h30: nova reunião de trabalho com o objetivo de dar continuidade às discussões e avançar na consolidação de medidas integradas.

 



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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre

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Ministro da Saúde Alexandre Padilha

O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.

O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.

O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.

Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.

A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.

 



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