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Em Rio Branco, passagem de ônibus aumenta para R$ 4,00

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O povo é que vai pagar o pato pelos conchavos políticos.

A passagem de ônibus em Rio Branco, agora é oficial, foi estabelecida em R$ 4,00.

* Prestem a atenção em um detalhe.

* Já pintou uma turma ligada ao Governo e a prefeitura se levantando contra o tal aumento, como se o partido deles, o PT, nada tivesse com o assunto melindroso.

* Tem um grupo do PT, inclusive, se organizando para puxar um protesto.

* Na verdade, o ex-prefeito Marcus Alexandre (PT) deixou tudo mastigadinho, acordado.

* Para começo de conversa determinou que sua base de vereadores retirassem da Câmara a autonomia para votar sobre a passagem.

* Hoje, vereador até discute sobre passagem de ônibus, mas apenas para gastar saliva e ganhar tempo na tribuna.

* A opinião deles e um risco na água é a mesma coisa.

* Ou seja: o pobre do trabalhador, liso, quebrado, sem emprego, sem renda, é que vai pagar a conta pelos conchavos políticos dos outros.

* Brincadeira.     

* Essa moça que peitou o governador Tião Viana (PT) no município de Jordão não conhece ele.

* Por bem menos ele deu uma porrada no empresário Joaquim Lira, em ato semelhante ocorrido em Brasileia, na época daquela enchente.

* Ela disse que o Lula é aquilo de que ele é acusado nos processos, sabe: ladrão.

* Ele virou as costas para ela rapidinho.

* Preocupado em investigar o ocorrido com o avião do senador Gladson Cameli (PP), um deputado estadual acabou ouvindo o que não queria nos corredores da Assembleia.

* Alguém gritou para ele devolver o negócio de um milho. Não sei nem o que é.

* A pesquisa sobre a disputa eleitoral divulgada ontem ainda deu ressaca hoje – e muita.

* Bate-boca nas redes sociais e até em um dos corredores da Aleac.

* Covarde, eu corri para não servir sequer como testemunho.

* Na tribuna, ataques violentos contra o senador Gladson Cameli (PP), que aparece na dianteira.

* Conversei com assessores do Gladson e eles acham legal a pancadaria, por uma razão elementar: assim ele sempre cresce nas pesquisas e os resultados sempre se confiram nas urnas.

* Se tem dados científico não há o que se discutir.

* Desde hoje, 5 de junho, o coronel Ulisses Araújo, pré-candidato a governador do Acre pelo PSL, não é mais o diretor financeiro da Associação dos Oficiais da Polícia Militar.

* Nesse caso não é questão eleitoral, mas troca de diretoria apenas.

* O deputado federal Major Rocha (PSDB) disse hoje na Câmara Federal que a insegurança no Acre é fruto da incompetência do Governo Federal e do local.

* Principalmente dos governo Dilma e Lula, que ficaram quase duas décadas e nada resolveram no sentido de fechar as fronteiras para o narcotráfico.

* Rocha desmente o governador Tião Viana (PT), que fez circular em sua imprensa local que a culpa por todas as mazelas da segurança nossa é do atual presidente Temer.

* Muito fácil jogar a culpa no Temer.

* O atual presidente pode até ser golpista, o escambau, mas essa culpa ele não pode levar.

* São 20 anos de PT.

* “Não tinha como esperar o Marcus aparecer bem numa pesquisa em Rio Branco. Ele deixou a cidade só buracos”.

* Da vereadora Lene Petecão (PSD) comentando o empate entre ele e Gladson na capital.

* Encontrei o combativo comunista José Uchôa na sede do Incra.

* Não deu para conversar, mas com certeza o Zé tem muito a falar sobre a situação da esquerda nessas eleições.

* Ele não se furta em fazer autocrítica, diferente de uns semi-deuses do PT, que ao invés da humildade, passaram o dia inteiro desdenhando da pesquisa pelas redes sociais.

* A arrogância precede a ruína, escreveu Salomão há cerca de três mil anos no seu livro de Provérbio capítulo 16 versículo 18.

* Uma ótima noite e até a noite de amanhã. Por Blog do Evandro Cordeiro.

PASSAGEM MAIS CARA. Engenheiro urbanista da Polícia Federal diz que conselho acoberta superfaturamento das empresas ônibus.

O anúncio no final da tarde desta terça-feira, 5, do aumento na passagem de ônibus em Rio Branco de R$ 3,50 para R$ 4,00 provocou uma confusão nas redes sociais.

O PT colocou seu time em campo para defender as empresas, mas surgiram opiniões divergentes – e como. O engenheiro urbanista Roberto Feres, a maior autoridade nesse tipo de planilha no Acre, disse que o Conselho Tarifário aprova um aumento acobertando autos faturamentos das empresas.

“A questão é que o Conselho de Transportes está acobertando um superfaturamento de mais de R$ 2 milhões por mês. Acobertam uma planilha maquiada que não se sustenta a uma rápida auditoria.

Se precisar de um profissional, recomendo que nunca contrate um dos bobinhos que compõem a tal Câmara Técnica…Por R$ 3,00 o sistema roda com lucro. Imagine o quanto já ganharam todo esse tempo com o preço superfaturado”, questiona. Por Blog do Evandro Cordeiro.

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.

Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.

Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.

O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.

“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.

A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.

“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.

Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.

A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.

Fhagner Soares – Estagiário

 



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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre

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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia-interna.jpg

Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.

A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).

O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.

Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.

“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.

O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.

Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.

Fhagner Soares – Estagiário



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