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LEI & ORDEM

Em Rio Branco, Polícia Militar prende a dupla Raifran e Larissa por tráfico

Assessoria, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Polícia Militar prende dois por tráfico no bairro Apolônio Sales.

Raifran Fernandes da Silva, de 33 anos e Larissa da Rocha Nevez, de 18 anos foram presos em flagrante na tarde deste domingo (20), suspeitos pelo crime de tráfico de drogas. A prisão aconteceu em duas situações diferentes no bairro Apolônio Sales.


O primeiro flagrante aconteceu em uma residência localizada na Rua Bálsamo do Conjunto Abunã. Os policiais estavam em patrulhamento quando avistaram Raifran da Silva em atitude suspeita e resolveram realizar uma abordagem. Com ele, a equipe encontrou cinco trouxinhas de pasta base outras cinco trouxinhas de cocaína, oito tabeletes de maconha, além de R$ 111,50 reais em dinheiro.

O outro flagrante se deu em uma residência localizada na Rua “E” do Conjunto Genipapo. Larissa Neves foi avistada pela polícia comercializando entorpecente na residência e durante a abordagem os militares encontraram com ela 30 pedras de crack, R$ 15,00 reais em dinheiro e uma bacia com alguns pés plantados de maconha.

Diante dos casos apresentados, os dois receberam voz de prisão e foram encaminhados à Delegacia de Flagrantes (Defla), para os devidos procedimentos cabíveis ao crime de tráfico. Eles ainda devem passar por audiência de custódia já na manhã desta segunda-feira (21).

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ACRE

Lei proíbe que obras inacabadas sejam inauguradas no Acre

G1AC, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Lei foi sancionada pelo governador Gladson Cameli e publicada no Diário Oficial do Acre (DOE).

Foto: Lei proíbe que obras inacabadas sejam inauguradas no Acre — Foto: Alexandre Lima/Arquivo pessoal. 

Obras públicas incompletas, sem licenças e alvarás estão proibidas de serem inauguradas no Acre. Isso é o que determina a lei de nº 3.59, sancionada pelo governador Gladson Cameli e publicada no Diário Oficial do Acre nesta sexta-feira (10).

A lei proíbe que seja feita qualquer solenidade, cerimônia ou qualquer outro tipo de evento para inaugurar obras que ainda não foram completamente concluídas.

“Para os fins desta lei, obra pública incompleta é aquela que não esteja apta a entrar em funcionamento pelos seguintes motivos, dentre outros: não ter sua estrutura física acabada, impossibilitando seu uso imediato, mesmo que parcial; e não possuir licenças e alvarás de funcionamento”, diz parte do texto.

Comissão

O secretário de Infraestrutura e Desenvolvimento Urbano do Acre (Seinfra), Ítalo Medeiros, explicou que foi montada uma comissão com engenheiros, técnicos, arquitetos, especialistas em combate a incêndios, entre outros profissionais, que vão fiscalizar a conclusão das obras.

“São várias coisas que implicam a entrega de uma obra, como por exemplo uma vistoria dos bombeiros, parte documental de licença. Esse grupo vem com todos os olhares. Governador tem orientado as equipes para entregar a obra só quanto terminar. Estamos preocupados com isso e focados nisso. A comissão recomenda ou não a entrega”, contou.

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Capixaba

Preso por tráfico de drogas não vai a cultos religiosos, falsifica assinatura de pastor e é condenado no AC

G1AC, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Homem foi condenado a mais de um ano de prisão por falsificar assinatura de pastor de Capixaba — Foto: Divulgação/Tribunal de Justiça do Acre

Decisão é da Varal Criminal de Capixaba, interior do Acre, e cabe recurso. Acusado tinha que ir a cultos religiosos como parte do cumprimento da pena, mas não estava comparecendo.

Foto: Homem foi condenado a mais de um ano de prisão por falsificar assinatura de pastor de Capixaba — Foto: Divulgação/Tribunal de Justiça do Acre.

Um preso foi condenado a mais de um ano de prisão por falsificar a assinatura de um pastor em um documento da Justiça do Acre. O caso foi divulgado pelo Tribunal de Justiça do estado acreano (TJ-AC).

O homem precisava comparecer a cultos religiosos como parte do cumprimento da pena por tráfico de drogas, mas deixou de ir aos encontros e falsificou a assinatura no documento de execução penal.

A decisão é da Vara Criminal da Comarca de Capixaba, interior do Acre, e cabe recurso. O acusado deve cumprir um ano e seis meses de prisão, em regime semiaberto, por falsidade ideológica.

O G1 não conseguiu, até a última atualização desta matéria, contato com os dois advogados do acusados citados no processo.

A denúncia de falsidade ideológica foi feita pelo Ministério Público do Acre (MP-AC). O acusado cumpria pena por tráfico de drogas e 2017 recebeu o benefício de responder em liberdade, desde que comparecesse a cultos religiosos.

A Justiça destacou que o acusado ainda chegou a acrescentar algumas informações falsas no documento para beneficiá-lo.

“O acusado não estava comparecendo à mencionada igreja para cumprir suas atividades, mesmo ciente que a frequência era uma das condições de sua execução penal. Induziu o juízo a erro, fazendo acreditar que a pena estava sendo cumprida da forma correta, quando na verdade não estava”, relatou o juiz de Direito Clovis Lod, responsável pela sentença.

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