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Em Tarauacá, apelação de advogado é destaque em julgamento na Câmara Criminal
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8 anos atrásem
Em sessão de julgamento realizada pela Câmara Criminal Itinerante do Tribunal de Justiça do Acre, no município de Tarauacá, os desembargadores apreciaram as teses de defesa do recurso de apelação interposto pelo Advogado Max Elias Araújo.
Entenda o caso:
No dia 06/08/2017, o acusado foi preso em flagrante pelo porte de drogas, sendo “um (01) tablete de maconha, um (01) cigarro de maconha, 01 (um) saco com pó branco, e três (03) cabecinhas de cocaína”.
A substância apreendida em forma de pó, na cor esbranquiçada aparentando cloridrato de cocaína, pesou 36,5 (trinta e seis gramas, e cinco decigramas).
O Juiz da Comarca de Feijó fixou pena de reclusão de 16 anos, em regime inicial fechado.
O advogado, Doutor Max Elias, interpôs então o recurso de apelação, para defender o réu. No recurso, o patrono do sentenciado alegou que aquele era jovem de 19 anos, primário, casado, sem antecedentes criminais, e havia confessado os fatos. Frisou, ainda, que o réu não integrava facção criminosa, e não era criminoso habitual. Tendo família que busca ampará-lo, dentre outras questões processuais; e atacou equívocos detectados na sentença do juiz.
O recurso de apelação foi confeccionado com mais de 75 laudas, um dos maiores interpostos nestes últimos tempos perante à Câmara Criminal do TJAC. A sessão de julgamento ocorreu no fórum da Comarca de Tarauacá.
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O julgamento do recurso ocorreu no município de Tarauacá. Após o julgamento parcialmente favorável ao réu, a Câmara Criminal publicou a decisão, chamado acórdão, com 74 páginas. Um dos maiores acórdãos proferidos pelo Colegiado.
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PZ e Corpo de Bombeiros fazem curso de combate a incêndio florestal — Universidade Federal do Acre
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2 dias atrásem
14 de setembro de 2026O Parque Zoobotânico (PZ), da Ufac, e o Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBM-AC) realizaram o curso Brigada de Incêndio Florestal, ministrado pelo Sargento Filipe Lima. A capacitação ocorreu na quinta-feira, 10, e sexta-feira, 11, no PZ, campus-sede, reunindo 35 participantes de setores da universidade, dos cursos de Engenharia Florestal, Biologia e Geografia, do doutorado da Rede Bionorte e da comunidade externa, que receberão certificado emitido pelo CBM-AC.
O primeiro dia foi de aulas teóricas sobre conceitos fundamentais, como triângulo do fogo, diferentes tipos de incêndio e técnicas de prevenção. No segundo dia ocorreram atividades práticas, com manuseio e manutenção de equipamentos de combate a incêndio, além de exercícios de campo simulando situações reais de combate e prevenção a incêndios florestais.

O diretor do PZ, Harley Araújo da Silva, destacou que a iniciativa tem relação direta com os mais de 188 hectares de área florestal do campus-sede, tendo o PZ como o maior fragmento de floresta preservada. “Formar brigadistas preparados para atuar na prevenção e no combate a incêndios florestais é parte essencial do cuidado com esse patrimônio ambiental, tanto para a universidade quanto para as comunidades do entorno.”
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V Simpósio de Ciências Ambientais da Amazônia Sul Ocidental e o II Simpósio de Ciências Agrárias do Vale do Juruá
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2 dias atrásem
14 de setembro de 2026Notícias
publicado:
14/09/2026 09h34,
última modificação:
14/09/2026 09h34
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Livro reúne pesquisas da Ufac sobre teatro e saberes da floresta — Universidade Federal do Acre
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2 dias atrásem
14 de setembro de 2026O professor, pesquisador e artista Flavio da Conceição, da Ufac, organizou o livro “Teatro do Oprimido e as Pedagogias das Florestas” (Mundo Contemporâneo; Edufac, 452 p.), que foi lançado na sexta-feira, 11, durante a 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo.
A obra é resultado de cerca de dez anos de pesquisas desenvolvidas na universidade, reunindo experiências que relacionam a metodologia teatral aos conhecimentos tradicionais da Amazônia. “Apresentamos o Acre como produtor de conhecimento e como semente de um pensamento que pode inspirar outros professores e artistas no resto do Brasil e do mundo”, afirmou Flavio.
As pesquisas que deram origem ao livro começaram após a chegada do professor ao Acre e à Ufac, em 2017. O contato com experiências amazônicas, estudantes filhos de seringueiros e indígenas e conhecimentos tradicionais da floresta levou o pesquisador a rever sua prática com o método Teatro do Oprimido, idealizado por Augusto Boal. A partir dessas vivências, os projetos passaram a investigar como a metodologia poderia ser afetada por esses saberes.
Os estudos teóricos e práticos foram desenvolvidos pelo programa de pesquisa e extensão Gesto da Floresta, criado e coordenado por Flavio através de projetos de iniciação científica e extensão. As atividades envolveram comunidades periféricas de Rio Branco, como Calafate e Cidade do Povo, parcerias com comunidades tradicionais hunikuin e shanenawa e experiências relacionadas ao santo-daime, à Barquinha e à ayahuasca.
Estudantes de graduação e pós-graduação participaram dos projetos e das pesquisas e alguns assinam artigos na publicação. O trabalho também contou com a contribuição de parceiros de outras cidades, países e territórios. Para o organizador, os alunos são coautores das experiências que contribuíram para a construção da proposta das pedagogias das florestas.
Antes da programação em São Paulo, o livro foi apresentado em 3 de setembro, no Rio de Janeiro, durante a 12ª Jornada Internacional de Teatro do Oprimido e Universidade. As atividades integram o projeto Gesto Semeando Cidadania, que conta com apoio do Pulitzer Center.
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