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Prefeita Marilete estanca corrupção na Prefeitura, mas secretariado é fraco e sem expressão política

Editorial do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Marilete não admitiu a corrupção em seu Governo. Mas paga caro por isso: Não é blindada e nem possui aliados fortes que a amparem com escudos, nos períodos de crise, sendo alvo fácil de críticas e impopularidade. Maioria do secretariado da Prefeita não tem capital político, e nem habilidade de influenciar pessoas e votos. 

Com esse perigo diário, convive a Prefeita Marilete Vitorino ao lidar cotidianamente com subordinados, parceiros e aliados. O perigo da vulnerabilidade de não ter um secretariado forte, empoderado e proativo. Pelo que se vê, muitas pessoas de sua gestão, ludibriam-se a si próprias e até a própria prefeita, fazendo acreditar que no governo ´estar tudo certo e perfeito´.

Com o baixo rendimento de alguns secretários, é iminente uma reforma ainda neste semestre. Muitos não tem traquejo político e nem capacidade resolutiva. Muitos dos secretários, coordenadores e gestores, esperam que a solução dos problemas diários advenha milagrosamente da tinta da caneta da Prefeita.

Alguns são visivelmente fracos e sem expressão política. O que implica afirmar que os ajustes na máquina serão amargos e inevitáveis, em nome da sobrevivência política.

Em Tarauacá, os eleitores querem resultados, e o sucesso ou fracasso político de qualquer prefeito é determinado pelo êxito prático ou capacidade resolutiva do secretariado.

Na gestão da prefeita, percebe-se ainda um ´andar cambaleante´ dos secretários, coordenadores e gestores, e uma burocracia e lerdeza inúteis. O titular de pasta precisa entender que deve estar voltado para objetivos práticos, realistas, com impacto real na vida das pessoas. Desde um simples cadastro no CadÚnico, até um parecer jurídico.

Notícias recentes vazadas na mídia, escancararam que ainda persiste burocracia e barbeiragens em alguns setores da Prefeitura. Situações corriqueiras mal resolvidas administrativamente são levadas ao Judiciário, por cidadãos supostamente lesados ou prejudicados. Alguns casos até de servidores do Poder. Pura barbeiragem política. 

Foi o caso da professora Luciene Calixto (Lula), que ajuizou mandado de segurança pleiteando o direito de ficar afastada das atividades laborais de docente  durante três meses para tratamento de saúde.
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Segundo informações, a docente teria solicitado três meses de licença-prêmio para fazer um tratamento de saúde, mas o Secretário de Educação  negou o pedido, baseado num parecer da Procuradoria do município.
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Vale lembrar que a licença remunerada é um direito que o funcionalismo público adquire na proporção de três meses para cada cinco anos servidos. No exemplo acima, a professora argumentou que tinha trinta anos de serviços prestados ao município, por isso, fazia jus a 18 meses, entretanto, requereu apenas 3 meses, o que foi indeferido pelo chefe da pasta. Pura barbeiragem política. Direito é Direito, e ponto final.
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A MALDIÇÃO DA FIGUEIRA SEM FRUTOS

O secretariado precisa entender que suas ações devem conter considerações e resultados de ordem prática. Com resultado prático, realista e objetivo na vida das pessoas. Com menos alarido, falatório, algazarra ou gritaria.

O governo da Prefeita Marilete Vitorino, em Tarauacá, avançou, mas com passos lentos e curtos, num mundo acelerado, que não dorme, só cochila. Por isso, a reforma do secretariado é urgente, porque a boa árvore não tarda em dar bons frutos.

Jesus não amaldiçoou a figueira por capricho nem raiva; ele tinha um objetivo. No dia depois de sua entrada triunfal em Jerusalém, Jesus estava caminhando e ficou com fome. Ele viu uma figueira com folhas e procurou por figos. Não tinha figos.

Jesus então amaldiçoou a figueira, para nunca mais dar fruto. No dia seguinte, a figueira estava completamente seca, desde a raiz!

A política em Tarauacá é temperada com muita picuinha, remoque, piada, blefe, picueta e picuetada. E pouco rendimento prático.

SECRETÁRIOS FORA DA ´ESTAÇÃO´

Não era estação de figos, mas Jesus esperava encontrar figos. Algumas figueiras davam fruto cedo, antes da estação. Uma figueira com folhas crescidas já teria figos verdes. A figueira que Jesus amaldiçoou tinha folhas crescidas mas não tinha fruto. Sua aparência era enganosa, parecia madura mas não era.

O ESFORÇO DA PREFEITA

A prefeita de Tarauacá mudou a cara da administração, faz pagamento em dias, pagas credores, quitou R$ 8 milhões em dívidas não adimplidas por gestões anteriores. Marilete não admite corrupção. Em seu governo, ninguém rouba. Não se ouve falar em desvios, abusos ou uso indevido de bens ou patrimônio público.

No início do ano, atendendo críticas de vereadores e aliados, Marilete fez uma minirreforma no secretariado. Não foi suficiente para avançar e emudecer a oposição. A gestora certamente fará novas modificações ante a pouca produtividade de alguns secretários.

A CRÍTICA QUE VEM DAS RUAS

Lulu Neri vem realizando trabalhos paleativos. Assumiu a pasta há menos de 1 ano, e tenta envidar esforços importantes. Neri tenta concentrar ações em um objetivo definido: consertar a malha viária urbana.

Conhecer o conjunto das vias de transição, saber lidar com suas diferentes classificações e critérios, não é tarefa fácil. Mas o povo não entende disso, e quer apenas a via sem buracos, ou com o mínimo de suporte físico à mobilidade urbana.

Apesar de todo seu esforço, até o momento nada de extraordinário se viu nas ruas. O povo sabe que faltam recursos. O povo sabe que sem dinheiro, não se avança. Mas, esse mesmo povo espera mais de um Secretário Municipal de Obras.

A pasta de obras é uma grande seara para angariar capital político. Com possibilidade de projeção eleitoral, notoriedade e fama. Mas, se não houver resultados concretos, com calçadas e ruas pavimentadas, é preferível nem arriscar-se.

O CABO DA EDUCAÇÃO

O Secretário Municipal de Educação, Orlando Bezerra, não cansa. Trabalhador e proativo, visita escolas, obras, e vem primando e honrando seu nome e a missão que recebeu. Orlando já realizou processo seletivo, pagou bônus em dezembro/2018 aos professores e servidores de apoio, tem traquejo na política, trânsito livre nos corredores da Câmara, e entende ´os caminhos das pedras´.

Orlando vem cuidando de reformas de escolas urbanas e rurais, e com habilidade soube negociar com o Sindicato dos Trabalhadores em Educação (SINTEAC), o fim da greve dos professores. 

Seria triunfal se Tarauacá tivesse vários ´Cabos´ em cada pasta.

A SAÚDE E A ASSISTÊNCIA SOCIAL

O Secretário Municipal de Saúde, Pedro Cláver, vem se esforçando na problemática pasta. Iniciou há pouco tempo. De atitude calma e serena, é possível que faça um bom trabalho.

A Secretária de Assistência Social, Deise Figueiredo, fica na poeira, quando comparada com o vereador Antônio Araújo ´Príncipe´, quando era Secretário Municipal de Assistência Social, no governo do PT.

´Príncipe´ fazia muito, com pouco recurso. Proativo e atencioso, elegeu-se facilmente vereador em 2016.

OUTROS NOMES

O Secretário de Meio Ambiente, Rossenir Arcênio, é suplente de vereador, e tem se dedicado a resolver os problemas de coleta de lixo.

A Secretária de Administração, Emili Vale, não tem tino na política. Ocupa pasta estratégica, do ponto de vista político, mas ainda não se encontrou dentro do Governo da Prefeita Marilete. É preciso discernimento entre aspectos genuinamente técnicos e aqueles especialmente políticos.

O tino na política, é aquela virtude que faz prever e procura evitar as inconveniências e os perigos. É aquela cautela, prudência, precaução, cuidado com os assuntos ´melindrosamente´ políticos. A pasta, apesar de técnica, exige intuição, sentido, tato, perspicácia e sagacidade nos assuntos com possibilidade de repercussão política. Nos bastidores, rolam críticas contra a Secretária por falta dessa habilidade.

Em Tarauacá, é essencial capacidade técnica, mas sem habilidade política, nenhum secretário sobrevive.

O Secretário ´Miúdo´ (Edvilson Severino) vem se dedicando em melhorar a vida de produtores rurais. Em todas as ações aparece e se faz presente.

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Dia C: Sicoob Acre entrega mais de dois mil kits em comunidades carentes da capital e interior do Estado

Assessoria, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Apesar da pandemia do novo coronavírus (Covid-19) no estado, a Cooperativa de Créditos e Investimentos do Acre (Sicoob Acre) participou neste sábado, 4, do Dia de Cooperar, ou Dia C, atividade desenvolvida pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB). Direcionada em ações de combate à doença neste período, a instituição financeira entregou de forma gratuita mais de dois mil kits de higiene e proteção, com máscaras e álcool em comunidades carentes da capital e interior.

Celebrada sempre no segundo sábado de julho, a data este ano tem como tema “Atitude simples movem o mundo” realizada nos 26 estados brasileiros, além do Distrito Federal. No estado, a ação do Sicoob Acre atendeu diversos bairros de Rio Branco, Acrelândia, Brasileia e Cruzeiro do Sul. Para evitar aglomerações, as entregas foram feitas pelos próprios colaboradores da entidade de forma individual nos bairros em que eles moram e os próximos.

O Dia C é marcado por diversas ações focadas na responsabilidade social em áreas da saúde, educação, lazer e meio ambiente promovidas pelos sete ramos de cooperativismo atuantes no país, incluindo o cooperativismo de crédito. A ideia é transformar a realidade social de milhares de comunidades por meio da prestação de serviços. Neste ano, as iniciativas já praticadas pelo Sicoob Acre foram ligadas ao novo coronavírus com estímulo a continuidade delas mesmo após o evento.

Presidente do Sicoob Acre, José Generoso explica que duas etapas foram desenvolvidas. “Cooperação Vem à Casa” e “Pilares e Atuação com o Compromisso Social” reuniram todas as cooperativas do estado para desenvolver iniciativas como arrecadações de alimentos e doações financeiras para atender pessoas carentes, além de ajudar instituições do ramo que tenham sido afetadas e correm risco de extintas com direcionamento para os colaboradores e seus familiares.

“O maior compromisso do Sicoob Acre não é o lucro, mas sim ofertar um retorno social positivo e concreto nas comunidades onde estamos inseridos. Neste ano, distribuímos kits de proteção com álcool em gel e máscaras. Também ofertamos orientações de como prevenir a doença em casa e outros ambientes. Abraçamos a causa do Dia C desde a primeira edição como forma de contribuir com a população, isso me deixa muito realizado e feliz”, relata Generoso.

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Ordem e Caixa de Assistência reúnem com advogados do Alto Acre e Juruá para avaliarem ações realizadas contra a Covid-19 e projetar novas medidas

Redação do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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A Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Acre (OAB/AC) e a Caixa de Assistência dos Advogados do Acre (CAA/AC) tomam medidas para amenizar os impactos da doença Covid-19 entre a classe. Como forma de diagnosticar e conhecer de perto as dificuldades que os profissionais do Direito enfrentem no cotidiano profissional, as duas instituições reuniram com os advogados do interior.

Nesta semana, o encontro virtual, iniciado no fim do mês passado com a advocacia do Vale do Juruá, foi realizado com advogados e advogadas dos municípios do Alto Acre (Assis Brasil, Brasileia, Epitaciolândia e Xapuri). Assuntos como disponibilização do exame para diagnóstico da Covid-19 aos advogados, familiares e funcionários do escritório na região, audiências virtuais, advocacia dativa, prazo da Requisição de Pequeno Valor (RPV) e outros foram tratados na ação.

“Identificando problemas e necessidades nas localidades que fisicamente estão distantes da Diretoria da Ordem e da Caixa, a gestão pode agir em favor dos profissionais. Esta pandemia alterou nossa rotina de forma drástica e muitos advogados têm enfrentado dificuldades. Quando estamos próximos e conhecemos esses impedimentos, sabemos o melhor caminho para resolvê-los. É um momento de diálogo com todos”, diz o presidente da OAB/AC, Erick Venâncio.

Advogado atuante na cidade de Epitaciolândia, o Geraldo Matos participou do encontro virtual com os colegas da região. Para ele, a Ordem e a Caixa de Assistência mostram estar preocupadas com as demandas locais, além de se esforçarem para solucionar os problemas que causam contratempos. “Foi um encontro muito produtivo que serviu para aproximar ainda mais a OAB e a CAA/AC da gente. Parabenizo toda a advocacia acreana por ter uma Ordem atuante”, fala.

Na reunião feita com a advocacia do Juruá, as entidades também trataram dos mesmos assuntos, além de dialogar sobre o fornecimento e distribuição de álcool gel na Subseção do Vale do Juruá, prazos processuais, Campanha de Vacinação da Advocacia contra a influenza H1N1 e outros. “É importante haver dinâmicas como essa para que possamos atuar da melhor forma possível dentro do dia a dia de trabalho. É uma atividade importante”, finaliza Marcelle Vieira, profissional da área em Cruzeiro do Sul.

Assessoria

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