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Encontro de Ouvidorias Setoriais discute avanços e desafios após um ano de implantação

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Raryka Souza

A Controladoria-Geral do Estado (CGE), por meio da Ouvidoria-Geral, realizou na manhã desta terça-feira, 19, o 2º Encontro de Ouvidorias Setoriais, com o tema “Avanços e desafios após o 1º ano de implantação”, o encontro teve como objetivo principal promover a troca de experiências, fortalecer o diálogo entre os órgãos e reforçar a importância das ouvidorias como instrumentos de transparência e comunicação com a sociedade.

O evento aconteceu na Biblioteca Pública e reuniu 78 servidores das ouvidorias setoriais para discutir os avanços e desafios identificados após o primeiro ano de implantação das ouvidorias. Foto: Raryka Souza/CGE

Durante o evento, as ouvidorias setoriais da Secretaria de Estado de Educação, da Defensoria Pública e da Secretaria de Estado de Saúde apresentaram os resultados de suas atividades, compartilhando suas experiências e aprendizados. A Ouvidoria-Geral também expôs os avanços e os principais resultados obtidos no último ano de atuação, destacando as ações implementadas e as melhorias nos serviços prestados à população.

A controladora-geral do Estado, Mayara Cristine Bandeira de Lima, destacou a relevância do encontro no contexto de avanços para a gestão pública. “Este evento demonstra o compromisso do governo do Estado e da CGE em aprimorar os canais de comunicação com a sociedade. Estamos trabalhando junto à Ouvidoria-Geral e aos demais órgãos para implementar a Rede Estadual de Ouvidorias, um projeto que visa atender de maneira ainda mais eficiente as demandas da população e fortalecer a transparência na gestão pública. O diálogo que promovemos aqui é essencial para alcançarmos esse objetivo”, afirmou.

Entre os principais resultados alcançados, a Ouvidoria-Geral realizou 56 visitas aos órgãos do Poder Executivo, com o objetivo de fortalecer o relacionamento com as instituições e monitorar de perto a atuação das ouvidorias setoriais. Além disso, foi destacada a implantação de 48 ouvidorias setoriais em diversas áreas da administração pública, uma ação que visa descentralizar os canais de comunicação com os cidadãos e ampliar o alcance das ouvidorias em todo o Estado.

Outro marco importante foi o lançamento do Manual para Atuação das Ouvidorias, um documento que orienta e padroniza as práticas de atuação das ouvidorias setoriais, garantindo maior eficiência e transparência nos processos. A Ouvidoria-Geral também promoveu a adesão à plataforma Fala.BR, modernizando os canais de atendimento ao público, promovendo a integração com as novas tecnologias e facilitando o acesso da população às informações públicas.

Ouvidora-geral do Estado, Márcia Cristina Portela, ressaltou a importância do encontro para a construção de uma gestão pública mais eficiente e participativa. Foto: Raryka Souza/CGE

A Ouvidora-Geral do Estado, Márcia Cristina Portela, também ressaltou a relevância do encontro para a construção de uma gestão pública mais eficiente e participativa. “A ouvidoria tem um papel central no fortalecimento da cidadania, pois é por meio dela que ouvimos as necessidades e demandas da população. Esse encontro é uma oportunidade para avaliarmos o que já alcançamos, identificarmos os desafios e, principalmente, construirmos caminhos para atender cada vez melhor os cidadãos do Acre,” afirmou.

Maria José Freitas, Ouvidora da Secretaria de Educação, destacou a necessidade de intensificar a capacitação das equipes e ampliar o alcance dos serviços em localidades mais distantes. Foto: Raryka Souza/CGE

Maria José Freitas, Ouvidora da Secretaria de Estado de Educação, ressaltou a importância do evento para o fortalecimento das ouvidorias setoriais. “Esse Encontro fortalece as atuações das Ouvidorias Setoriais por meio do compartilhamento de boas práticas e trocas de experiências. Ele promove discussões importantes sobre as atividades próprias das Ouvidorias, sempre buscando a melhoria contínua dos serviços públicos oferecidos aos cidadãos”, afirmou.

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VÍDEO: Veja o que disse Ministra em julgamento do ex-governador Gladson Cameli

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No julgamento desta quarta-feira, dia 15/04/2026, a Corte Especial do STJ, por unanimidade, determinou o imediato desentranhamento dos Relatórios de Inteligência Financeira de n°s 50157.2.8600.10853, 50285.2.8600.10853 e 50613.2.8600.10853, a fim de que fosse viabilizada a continuidade do julgamento de mérito da ação penal. A própria Ministra Relatora Nancy Andrighi foi quem suscitou referida questão de ordem, visando regularizar e atualizar o processo. 

O jornalista Luis Carlos Moreira Jorge descreveu o contexto com as seguintes palavras:

SITUAÇÃO REAL
Para situar o que está havendo no STJ: o STF não determinou nulidade, suspensão de julgamento e retirada de pauta do processo do governador Gladson. O STF apenas pediu para desentranhar provas que foram consideradas ilegais pela segunda turma da Corte maior. E que não foram usadas nem na denúncia da PGR. O Gladson não foi julgado ontem em razão da extensão da pauta do STJ. O julgamento acontecerá no dia 6 de maio na Corte Especial do STJ, onde pode ser absolvido ou condenado. Este é o quadro real.

A posição descrita acima reflete corretamente o quadro jurídico do momento.

Veja o vídeo:

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

 Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.

Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.

“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.

Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”

Mostra em 4 atos

A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).

O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.

No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.

No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.

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