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Entenda o que é a bronquiolite, doença que atinge principalmente crianças e elevou internações no AC

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Doença respiratória que afeta principalmente crianças de 2 a 3 anos, podendo ser mais grave naquelas com menos de 12 meses, a bronquilite tem registrado aumento dos casos principalmente na capital acreana, Rio Branco que registrou espera por leito de enfermaria pediátrica. O pequeno Théo Dantas, de 10 meses, morreu ao apresentar quadro da doença.

Em menos de dois meses, já foram nove mortes de crianças registradas no estado acreano. Ao g1, a médica pediatra e neonatologista Maria do Socorro Avelino explicou que o vírus é comum nesta época do ano e deu orientações de cuidados que podem ser adotados para evitar a propagação da doença.

“O Vírus Sincicial Respiratório [VSR] é sazonal e aqui no Acre, de janeiro a maio, ele fica circulando. É uma coisa que já se espera, como nos outros estados ocorre do outono ao inverno, a gente, como não tem as estações, é de janeiro a maio. Então, é algo esperado, não é um vírus novo”, explica.

A bronquiolite é a síndrome do sistema ventilatório mais frequente e grave que acomete a criança jovem nos dois primeiros anos de vida – sendo encontrada em crianças até 2 e 3 anos de idade – e o pico de incidência ocorre abaixo dos 12 meses de idade. Crianças com idade inferior a 6 meses apresentam risco de doença grave.

A doença ocasiona inflamação e a obstrução dos bronquíolos. E é causada mais frequentemente pelo Vírus Sincicial Respiratório (VSR), mas também pode ser ocasionada pelo parainfluenza, adenovírus, influenza, Mycoplasma pneumoniae, rinovírus, Chlamydia pneumoniae, metapneumovírus humano e coronavírus.

Só no começo de junho, o Acre registrou quatro óbitos de crianças por síndrome respiratória, segundo informou a secretária de Saúde do Acre, Paula Mariano, que confirmou que, pelo menos, uma criança está na fila a espera de um leito de enfermaria pediátrica na capital acreana, Rio Branco, até essa quarta-feira (8).

A pediatra explica que é uma doença grave nas crianças com menos de dois anos, principalmente naquelas que tem comprometimento pulmonar, prematuridade, cardiopatia ou qualquer outro problema imunológico agrave. E pode sim complicar com insuficiência respiratória e evoluir com o óbito.

“O que ocorre é que devido a pandemia, isolamento social, uso de máscara, as crianças foram poupadas e, agora, como já voltou a liberar tudo novamente, ele voltou a circular, por isso que está havendo estes casos. O que ocorre é que ele inflama o bronquíolo, provoca muco, dá chiado, da inflamação e ocorre é que tem criança que pode evoluir para a insuficiência respiratória e claro culminar com o óbito”, pontua.

Avanço na gravidade de quadro de bebês com síndrome respiratória deixa Saúde em alerta  — Foto: Reprodução

Avanço na gravidade de quadro de bebês com síndrome respiratória deixa Saúde em alerta — Foto: Reprodução

Prevenção

Com isso, a pediatra afirma que a melhor medida ainda é a prevenção e manter os cuidados como evitar lugares fechados, aglomeração, se os pais estiverem resfriados usarem máscaras, lavar as mãos usar álcool em gel.

“Tudo isso é importante, a etiqueta respiratória ela não se faz só para a prevenção da Covid, mas para qualquer tipo de doença respiratória. São vários vírus que existem e a gente tem percebido que a caderneta de vacina das crianças estão sem as vacinas. A família precisa vacinar porque isso ajuda muito”, diz.

Em relação ao vírus sincicial, não existe vacina, mas o SUS disponibiliza o anticorpo monoclonal para as crianças de risco que são os prematuros, cardiopatas, com problemas pulmonares, o que pode ajudar a evitar e evolução para casos mais graves.

Na maioria dos casos, eles evoluem de forma leve e geralmente ocorrem os sintomas entre sete a 12 dias e faz o tratamento em casa, mas a essa criança precisa ser avaliada pelo pediatra, é o que orienta a profissional.

“Agora, caso a criança inicie com o desconforto respiratório, então precisa realmente e mais ainda ser avaliada pela pediatra e em alguns casos até uma internação, mas o principal disso é a hidratação que precisa ser reforçada”, acrescenta.

Entre os sinais para procurar a emergência estão:

  • quando a febre for persistente e durar mais de 2 dias;
  • se a criança apresentar cansaço;
  • se a criança apresentar sinais de falta de ar.

Com informações de G1Acre

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Ufac lança projeto de implantação de unidade de produção rural — Universidade Federal do Acre

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Ufac lança projeto de implantação de unidade de produção rural-interna-1.jpg

A Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proex) da Ufac realizou o lançamento do projeto “Extensão Universitária: Implantação e Divulgação de Unidade de Produção Rural Integrada para a Amazônia”, o qual coordenado pela professora Marilene Santos, é viabilizado por emenda parlamentar do senador Alan Rick (Republicanos-AC), no valor de R$ 5,7 milhões. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 3, no laboratório de mecanização, e foi marcado pela entrega de equipamentos agrícolas para uso de agricultores familiares.

A rede de apoio atende produtores orgânicos, integrantes do Movimento das Mulheres Camponesas e produtores de cacau de Acrelândia (AC), englobando ações em municípios acreanos como Rio Branco, Porto Acre, Bujari e Capixaba. Entre as frentes técnicas desenvolvidas, destacam-se a implantação de sistemas agroflorestais, o incentivo à adubação verde, melhorias na suinocultura, o manejo de pastagens e o fomento à cultura do cacau, com a meta de ampliar a produção regional para mais de 10 mil pés.

No total, a iniciativa atende a cinco grupos de produtores que recebem o acompanhamento especializado de uma equipe de cinco pesquisadores da Ufac, cinco engenheiros agrônomos, técnicos de nível superior, além de bolsistas de graduação e de mestrado.

“Aqui temos os melhores pesquisadores. Estamos muito felizes com essa entrega, que temos certeza de que ajudará nossos estudantes a entrarem com uma perspectiva diferente no mercado de trabalho”, destacou a reitora Guida Aquino.

A coordenadora do projeto, Marilene Santos, disse que a ação é uma semente que foi plantada e colherá bons frutos quando chegar ao resultado final. “Agradeço ao senador pela iniciativa.” Segundo Alan Rick, é preciso investir na base. “Não vamos conseguir colher a plantação se não houver nada plantado”, pontuou. “É um imenso prazer saber que contribuí em um projeto como esse.”

Ufac lança projeto de implantação de unidade de produção rural-interna2.jpg

A equipe técnica e de pesquisadores que compõem o projeto é formada pelos professores Almecina Balbino Ferreira, Bruna Viana, Eduardo Pacca Matar, Eduardo Mitke Brandão, Matheus Matos e Sebastião Elviro Neto, além dos colaboradores Patrícia Cunha e Rogério da Silva Correia.

Também compuseram o dispositivo de honra os vereadores Neném Almeida (MDB) e Zé Lopes (Republicanos).

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)

 



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Ufac obtém 3º lugar nacional em chamada pública do Procel — Universidade Federal do Acre

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Proposta da Ufac, elaborada pelo Instituto eAmazônia, sobre energia sustentável e inovação para o edifício múltiplo do campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, obteve o 3º lugar na classificação nacional e o 2º na classificação da região Norte na chamada pública Energia Zero em Prédios Públicos, do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel).

O projeto contempla a modernização dos sistemas de iluminação e de climatização do edifício, além da instalação de um sistema de geração de energia fotovoltaica. As intervenções têm como objetivo reduzir o consumo de energia elétrica da edificação e equilibrar a geração local com o consumo anual, caracterizando o conceito de “Edifício Energia Zero”.

A nota final da proposta da Ufac foi de 7,62. No projeto, o eAmazônia prevê investimento de R$ 1.348.587,92 em recursos não reembolsáveis da Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional S.A., no âmbito do Procel.

Após a homologação do resultado da chamada pública, a Ufac dará continuidade aos procedimentos para assinatura do termo de cooperação técnica. A previsão é que a execução das intervenções ocorra em até 24 meses, seguida por um período de monitoramento para verificação das metas estabelecidas pelo programa.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)

 



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Fórum de reitores debate desafios para ensino superior público — Universidade Federal do Acre

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A reitora Guida Aquino participou do 1º Fórum de Reitoras e Reitores da América Latina e do Caribe, realizado na segunda-feira, 29, e terça-feira, 30, em Foz do Iguaçu (PR), reunindo dirigentes de 89 instituições brasileiras, entre universidades e institutos federais, além de 67 representantes de 17 países latino-americanos e caribenhos, para debater os desafios e as perspectivas da educação superior pública, da cooperação internacional e da integração regional.

“A integração entre as universidades da América Latina e do Caribe é fundamental para o fortalecimento da educação superior pública, da produção científica e da construção de respostas conjuntas aos desafios sociais, econômicos e ambientais que compartilhamos enquanto região”, disse a reitora.

Durante a programação, foram debatidos temas estratégicos como a democratização do acesso ao ensino superior, a inclusão social, a mobilidade acadêmica, a pesquisa e a inovação, bem como mecanismos para ampliar a cooperação internacional e fortalecer as redes de produção científica e tecnológica entre os países participantes.

O evento contou com a participação do ministro da Educação, Leonardo Barchini, e do secretário de Educação Superior do Ministério da Educação, Marcus David, além de representantes de organismos internacionais e lideranças acadêmicas.

 



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