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Enviado de Trump para o Oriente Médio entrará em Gaza como parte de ‘equipe de inspeção’ | Notícias de Donald Trump
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Washington, DC – O enviado do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para o Oriente Médio, Steve Witkoff, anunciou que visitará Gaza nos próximos dias como parte do que chamou de “equipe de inspeção” para monitorar o acordo de cessar-fogo alcançado entre Israel e o Hamas na semana passada.
Durante uma entrevista à Fox News na quarta-feira, Witkoff disse que visitaria duas zonas controladas por Israel em Gaza, como parte de uma próxima viagem a Israel.
“Farei parte de uma equipe de inspeção no Corredor Netzarim e também no Corredor Filadélfia”, disse Witkoff. “É aí que você tem supervisores externos, para garantir que as pessoas estejam seguras e que as pessoas que estão entrando não estejam armadas e que ninguém tenha más motivações.”
O Corredor Netzarim separa o norte e o sul de Gaza e tem sido ocupado pelas forças israelitas desde que invadiram o enclave palestiniano no final de Outubro de 2023. O Corredor Philadelphi corre entre o sul de Gaza e o Egipto. Os militares de Israel assumiram o “controle operacional” da área em maio do ano passado.
A viagem será a primeira visita do enviado ao Médio Oriente desde que Israel e o Hamas concordaram com um acordo de cessar-fogo em 15 de Janeiro. Witkoff, um empresário com nenhuma experiência diplomática anteriorjá havia participado das negociações no Catar que levaram ao acordo.
Será também a primeira viagem de Witkoff desde que Trump assumiu o cargo na segunda-feira. Desde a sua posse, Trump disse ter pouca confiança de que o acordo será válido. O acordo entrou em vigor no domingo e, um dia depois, um atirador israelense matou uma criança em Rafah, num incidente registado em vídeo.
“Temos que garantir que a implementação corra bem, porque se correr bem, entraremos na fase dois e vamos retirar muito mais corpos vivos”, disse Witkoff, referindo-se aos prisioneiros israelenses mantidos em Gaza.
“E acho que é essa a diretriz do presidente para mim e para todos os outros que trabalham no governo americano sobre isso.”
Um acordo trifásico
O acordo de cessar-fogo três fases. Apenas a implementação da primeira fase começou.
Nas próximas seis semanas, essa fase deverá ver uma pausa nos combates; uma retirada parcial das tropas israelitas de Gaza, incluindo do Corredor Netzarim; e um aumento na ajuda ao enclave.
Quinze meses de guerra em Gaza deixaram o enclave arrasado e a grande maioria da sua população deslocada. As Nações Unidas alertaram repetidamente sobre a fome iminente no norte de Gaza e os seus especialistas comparou as táticas de guerra de Israel ao genocídio.
Ao todo, pelo menos 47.107 palestinos foram morto em Gaza desde 7 de outubro de 2023. Os ataques liderados pelo Hamas ao sul de Israel mataram 1.139 pessoas, com mais de 200 feitas prisioneiras.
A primeira fase do cessar-fogo também pretende libertar 33 prisioneiros israelitas de Gaza e cerca de 1.000 palestinianos da detenção israelita. Até agora, três cativos israelitas e 90 prisioneiros palestinianos foram libertados.
A segunda e a terceira fases foram acordadas em princípio, mas as negociações sobre os detalhes continuam em curso. A segunda fase deverá ver os restantes cativos israelitas libertados em troca da “retirada completa” das forças israelitas de Gaza.
Esse objectivo estaria em desacordo com as promessas anteriores do primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, de manter o controlo sobre a segurança de Gaza indefinidamente após a guerra. Membros da extrema-direita do governo de Netanyahu também apelaram ao regresso aos combates após a conclusão da primeira fase.
Os detalhes da terceira fase são menos claros, mas incluem planos para a reconstrução plurianual em Gaza e o retorno dos corpos dos cativos.
O acordo actual não inclui acordos sobre quem governará Gaza após a guerra.
‘Não confiante’
Witkoff falou à Fox News um dia depois de Trump dizer aos repórteres que “não estava confiante” de que o acordo de cessar-fogo seria válido.
“Essa não é a nossa guerra. É a guerra deles. Mas não estou confiante”, disse Trump a um repórter durante uma oportunidade fotográfica na Casa Branca. “Eu olhei para uma foto de Gaza. Gaza é como um enorme local de demolição.”
O presidente dos EUA, cujo primeiro mandato se estendeu de 2017 a 2021, exigiu um acordo de cessar-fogo entre o Hamas e Israel antes do dia da sua posse, promissor “o inferno a pagar” se alguém não fosse alcançado.
Não ficou imediatamente claro como Trump responderia se Israel rompesse o acordo.
Trump tem sido geralmente mais receptivo aos interesses israelitas do que o seu antecessor, o antigo presidente Joe Biden.
Ainda assim, a administração Biden prometeu apoio “inabalável” a Israel e recusou-se a alavancar os milhares de milhões de dólares em apoio militar que os EUA fornecem a Israel em troca de um cessar-fogo.
Trump e Biden reivindicaram crédito por terem alcançado o acordo de cessar-fogo deste mês.
Ao iniciar o seu segundo mandato, espera-se que Trump expanda o apoio dos EUA a Israel. Dele administraçãopor exemplo, está repleta de falcões pró-Israel, incluindo apoiantes de colonatos israelitas ilegais na Cisjordânia ocupada.
Ele já tem descascado Sanções da era Biden contra grupos de colonos israelenses acusados de violência contra os palestinos.
Ainda assim, Trump prometeu ser um pacificador global e acabar com os conflitos no estrangeiro como parte da sua agenda “América Primeiro”.
Falando na quarta-feira, Witkoff creditou a abordagem de “paz através da força” de Trump como a força motriz por trás do cessar-fogo, ao mesmo tempo que reconheceu que a nova administração não estava envolvida na “matemática” que compunha os termos do acordo.
Impulso renovado para a normalização
Witkoff também disse que espera reacender os esforços de normalização israelo-árabe que Trump liderou durante o seu primeiro mandato, a fim de tornar Israel menos isolado diplomaticamente.
Os chamados Acordos de Abraham permitiram que Israel estabelecesse laços diplomáticos com o Bahrein, os Emirados Árabes Unidos, Marrocos e o Sudão, mas as negociações foram amplamente criticadas por marginalizarem os interesses palestinos.
Especialistas também disseram que o futuro dos Acordos de Abraham tem sido colocado em dúvida em meio à indignação regional com a guerra em Gaza.
Ainda assim, Witkoff disse acreditar que um acordo de normalização com a Arábia Saudita, há muito evasivo, ainda pode ser alcançado. Ele foi ainda mais longe, dizendo acreditar que todos os países da região poderiam “aderir” a tal acordo.
“Minha opinião é que um precedente condicional para a normalização foi um cessar-fogo”, disse Witkoff. “Precisávamos fazer as pessoas acreditarem novamente.”
Quando lhe pediram para especificar quais outros países que ele achava que estariam abertos a um acordo, Witkoff apontou para o Qatar, elogiando o seu papel como mediador nas negociações de Gaza.
O Qatar rejeitou repetidamente a perspectiva de normalizar os laços com Israel.
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Ufac sedia encontro nacional de estudantes de Nutrição — Universidade Federal do Acre
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30 de outubro de 2026A Ufac sedia, a partir desta sexta-feira, 30, até domingo, 1, no campus-sede, a Reunião de Órgãos da Executiva Nacional dos Estudantes de Nutrição (Enen) e o 13º Encontro Nacional de Centros e Diretorias Acadêmicas de Nutrição (Roneban). Realizado pela primeira vez no Acre, o encontro reúne estudantes de diferentes instituições do país.
A solenidade de abertura teve a participação do reitor Josimar Ferreira. Ele destacou o apoio institucional às iniciativas estudantis, a participação dos acadêmicos nas discussões sobre os rumos da universidade e disse que a gestão tem priorizado o diálogo com a comunidade acadêmica e o fortalecimento dos espaços de representação dos estudantes.
Josimar também abordou a ampliação do quadro docente e a criação de condições para a oferta de pós-graduação em Nutrição, além de ressaltar a importância estratégica da nutrição para a Amazônia, considerando as possibilidades de pesquisa sobre alimentação regional e políticas públicas.
A programação inclui apresentação de trabalhos científicos, mesas de debate, rodas de conversa, oficinas, atividades formativas e espaços de deliberação e integração estudantil. Os trabalhos são apresentados nas modalidades de resumo simples, resumo expandido e relato de experiência.
As apresentações contemplam nutrição clínica, alimentação coletiva, saúde coletiva, ensino, pesquisa, extensão e movimento estudantil. Entre os temas estão o Sistema Único de Saúde, a segurança alimentar e nutricional, a educação, a ciência e os desafios da formação profissional. O encontro também busca fortalecer a articulação entre centros e diretórios acadêmicos e ampliar a participação estudantil nas discussões sobre políticas relacionadas à nutrição.
A presidente do Centro Acadêmico de Nutrição Josué de Castro (Canutri), Érica de Paiva, destacou a importância de receber um encontro nacional no Acre e de aproximar os estudantes, especialmente os calouros, das discussões do movimento estudantil. Ela também ressaltou o papel do Canutri na representação dos alunos e na interlocução com a coordenação do curso para encaminhar suas demandas.
A representante da região Norte na reunião da Enen, Lauane Rodrigues Saraiva, destacou a dimensão nacional da entidade, que, segundo relatou, atua em diferentes estados a cada ano. Lauane defendeu o fortalecimento da representação estudantil nas diversas regiões do país e a participação de acadêmicos de instituições públicas e privadas. “O movimento estudantil não é só da rede pública, é de todos os estudantes.”
Formação e participação
A pró-reitora de Graduação, Danila Torres, destacou que a participação nas entidades estudantis contribui para uma formação que vai além dos conhecimentos técnicos adquiridos em sala de aula.
“A universidade é muito diversa, não é só ensino, pesquisa e extensão. Ela é política, é social, precisa dessa referência.” Segundo Danila, as experiências de organização e representação estudantil contribuem para o amadurecimento acadêmico e para a formação de profissionais mais preparados para o mercado de trabalho.
A coordenadora do curso de Nutrição da Ufac, Flávia Santos Batista Dias, reforçou a importância do protagonismo estudantil e da participação dos acadêmicos em espaços de discussão e construção coletiva. “A universidade não é só um campo de formação, mas também de desenvolvimento do senso crítico, da discussão crítica, da participação social, desse protagonismo estudantil juntamente com as entidades.”
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Ufac promove recepção de alunos ingressantes no 2º semestre — Universidade Federal do Acre
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30 de outubro de 2026A Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes), da Ufac, promoveu, nessa quinta-feira, 29, e nesta sexta-feira, 30, a recepção dos estudantes que ingressam no segundo semestre letivo de 2026, dos cursos de Nutrição, Música, Jornalismo, Filosofia, Medicina, Engenharia Florestal, Engenharia Elétrica, Saúde Coletiva e Letras/Espanhol. A programação ocorreu nas salas de aula, com acolhimento musical, dinâmicas de entrosamento e espaços de diálogo aberto sobre as expectativas e os desafios da vida universitária.
Os discentes receberam o kit estudantil da Ufac, com personalizações exclusivas de acordo com a identidade de cada curso, desenvolvidas por veteranos. O evento também abriu espaço para a participação de estudantes indígenas, promovendo debates sobre interculturalidade, inclusão e valorização da diversidade no ambiente universitário.
O reitor Josimar Ferreira destacou o programa Reitoria de Portas Abertas, que visa garantir uma escuta qualificada para aproximar os alunos das demandas acadêmicas. “É um dia feliz de entender que o sonho deles de chegar à universidade virou realidade e que o nosso papel enquanto gestão é cultivar esse sonho, oportunizando a assistência estudantil, uma alimentação mais adequada e salas de aula apropriadas ao ensino-aprendizado.”
A pró-reitora de Assuntos Estudantis, Aline Nicolli, disse que o momento é um marco fundamental no percurso acadêmico dos ingressantes. “Recebemos esses estudantes mostrando que eles enfrentaram muitos desafios para chegar até aqui, conquistaram com mérito sua vaga e agora podem contar com toda a estrutura da universidade, com as pró-reitorias e com a administração superior para concluir o curso.”
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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Ufac celebra Dia do Servidor com entrega de crachás institucionais — Universidade Federal do Acre
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30 de outubro de 2026A Ufac entregou crachás institucionais nessa quinta-feira, 29, durante a comemoração do Dia do Servidor Público (28 de outubro), no Teatro Universitário, campus-sede. Seis servidores com mais tempo de casa, das diferentes categorias profissionais da universidade, receberam os documentos de forma simbólica.
A Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodgep) escolheu os homenageados pelo critério de antiguidade. A iniciativa buscou reconhecer a trajetória dos trabalhadores e apresentar os novos documentos de identificação como símbolo de pertencimento à instituição.
Entre os técnico-administrativos, foram homenageados Maria Perpétua Socorro Noronha Mendonça, servidora desde 1978, e Carlos Araújo de Assis, desde 1979. No magistério superior, os representantes foram os professores Lindinalva Messias do Nascimento Chaves, docente desde 1980, e Manoel Coracy Saboia Dias, desde 1989. Os docentes do ensino básico, técnico e tecnológico foram representados pelos professores Simone Delgado Tojal, desde 2004, e Arivaldo d’Ávila de Oliveira, desde 2012.
“Hoje é um dia histórico. Comemoramos o Dia do Servidor e, ao mesmo tempo, a conquista do nosso adicional de fronteira. É uma comemoração em dose dupla”, disse o reitor Josimar Ferreira. Ele se referiu à medida provisória n.º 1.375/2026, aprovada pela Câmara dos Deputados e pelo Senado nos dias 27 e 28, que inclui docentes e técnico-administrativos das instituições federais de ensino entre os beneficiários do adicional, pago a servidores em localidades estratégicas, como municípios da Amazônia Legal. O texto aguarda sanção presidencial.
Segundo o reitor, a medida reconhece a necessidade de fixar profissionais em regiões de fronteira e de difícil acesso, como o Acre. “A partir de agora, vamos atrair muitos servidores interessados em vir para a Amazônia, em especial para as regiões de fronteira, já que esse adicional fortalece a permanência e a fixação de profissionais”, afirmou.
Para o técnico-administrativo em educação Gilvan Martins do Nascimento, a data também é uma oportunidade de reconhecer o trabalho feito diariamente pelos profissionais da universidade. Ele destacou a satisfação de contribuir com a instituição e com a comunidade universitária. “Sou muito grato por poder servir sempre, da melhor forma possível.”
A programação teve recepção aos servidores, café da manhã, exibição de vídeo em homenagem aos trabalhadores da instituição, pronunciamentos de representantes da comunidade universitária e sorteios. Também participaram da comemoração integrantes da gestão superior da Ufac e representantes do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do 3º Grau do Acre.
Galeria de fotos Dia do Servidor Público, 2026: campus Floresta
Galeria de fotos Dia do Servidor Público, 2026: campus-sede (1)
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