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Especialistas pedem reforma no processo de ação climática – DW – 15/11/2024
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Como Conversas climáticas COP29 progresso, um grupo de líderes globais e cientistas proeminentes apelou na sexta-feira por uma reforma e revisão significativa no processo da Conferência das Partes da ONU (COP).
Em uma carta aberta ao chefe do clima das Nações Unidas, Simon Stiell, aos estados membros da ONU e ao secretário-geral Antonio Guterres, o grupo pediu grandes mudanças incluindo “critérios de elegibilidade (para nações anfitriãs) para excluir países que não apoiam a eliminação/transição gradual da energia fóssil”.
A escolha do Azerbaijão como anfitrião da actual COP29 tem enfrentado críticas, dada a pesada situação do país. dependência das exportações de petróleo e gásque compreende metade de sua economia.
Ilham Aliyev, presidente do Azerbaijãoabriu a cimeira climática COP29 com um discurso que chamou o petróleo e o gás de “presente de Deus”, elogiando a utilização dos recursos naturais.
A conferência COP28 foi realizada nos Emirados Árabes Unidos e o líder da reunião manteve o cargo de chefe da petrolífera nacional do país.
Na carta à ONU, os especialistas argumentaram que o actual quadro da COP é insuficiente para satisfazer as necessidades urgentes de um planeta em aquecimento.
COP29: Quão sério é o anfitrião Azerbaijão em relação à ação climática?
Apelo a ações concretas
Os signatários da carta incluem o ex-secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, a ex-presidente da Irlanda, Mary Robinson, a ex-chefe da ONU para o clima, Christiana Figueres, e outros especialistas que representam organizações do setor climático.
Houve sete reformas principais para a COP destacadas na carta aberta, que dizia que era hora de a COP “passar das negociações para a entrega de ações concretas”.
As reformas incluíram medidas robustas acompanhamento do financiamento climáticointegração das evidências científicas mais recentes, bem como “ações decisivas em matéria de igualdade, justiça e redução da pobreza”.
Outro ponto-chave enfatizou a necessidade de os governos serem responsabilizadogarantindo que os seus planos de ação nacionais estão alinhados com as evidências científicas mais recentes.
O grupo também destacou o elevado número de lobistas dos combustíveis fósseis nas cimeiras da COP.
Pelo menos 1.773 lobistas de carvão, petróleo e gás tiveram acesso à COP29, de acordo comdados divulgados sexta-feira pelo Kick Big Polluters Out coalizão ativista. O grupo acrescentou que os lobistas dos combustíveis fósseis receberam mais passes para a COP29 do que todos os delegados das 10 nações mais vulneráveis ao clima juntas.
A ex-chefe do clima da ONU, Christiana Figueres, disse em a última COP os lobistas dos combustíveis fósseis superaram em número os representantes de instituições científicas, comunidades indígenas e nações vulneráveis.
“Não podemos esperar alcançar uma transição justa sem reformas significativas no processo da COP que garantam uma representação justa dos mais afetados”, disse ela.
Mundo a caminho de um aquecimento de 2,7 graus Celsius
O apelo à acção surge num momento em que as temperaturas a nível global têm estado em ascensãocom aumento contínuo das emissões, degradação dos sumidouros de carbono e agravamento dos impactos climáticos.
De acordo com o Climate Action Tracker (CAT), uma equipe global de cientistas rastreando governos políticas climáticassem novas metas climáticas nacionais ou emissões líquidas zero prometidas em 2024, as políticas atuais continuam a colocar o mundo num caminho em direção a 2,7 graus Celsius de aquecimento até o ano 2100.
Além disso, tanto a utilização de combustíveis fósseis como as alterações no uso do solo, como a desflorestação, aumentaram em relação aos níveis de 2023, informou o Global Carbon Project, com sede no Reino Unido.
Isso acontece quando o mundo está lutando com a questão sobre se o financiamento climático está a chegar aos mais vulneráveis mesmo quando os combustíveis fósseis registam lucros recordes e biliões em investimentos.
Tal como salientam os signatários da carta, sem uma reforma urgente da COP e uma responsabilização financeira, só haverá mais atrasos no combate à crise climática.
ss/sms (dpa, Clube de Roma)
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Ufac recebe visita da RFB para apresentação do projeto NAF — Universidade Federal do Acre
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26 de março de 2026A Ufac recebeu, nesta quarta-feira, 25, no gabinete da Reitoria, representantes da Receita Federal do Brasil (RFB) para a apresentação do projeto Núcleo de Apoio Contábil e Fiscal (NAF). A reunião contou com a participação da Coordenação do curso de Ciências Contábeis e teve como foco a proposta de implantação do núcleo na universidade.
O reitor em exercício e pró-reitor de Planejamento, Alexandre Hid, destacou a importância da iniciativa para os estudantes e sua relação com a curricularização da extensão. Segundo ele, a proposta representa uma oportunidade para os alunos e pode fortalecer ações extensionistas da universidade.
A analista tributária da RFB e representante de Cidadania Fiscal, Marta Furtado, explicou que o NAF é um projeto nacional voltado à qualificação de acadêmicos do curso de Ciências Contábeis, com foco em normas tributárias, legislação e obrigações acessórias. Segundo ela, o núcleo é direcionado ao atendimento de contribuintes de baixa renda e microempreendedores, além de aproximar os estudantes da prática profissional.
Durante a reunião, foi informada a futura assinatura de acordo de cooperação técnica entre a universidade e a RFB. Pelo modelo apresentado, a Ufac disponibilizará espaço para funcionamento do núcleo, enquanto a receita oferecerá plataforma de treinamento, cursos de capacitação e apoio permanente às atividades desenvolvidas.
Como encaminhamento, a RFB entregou o documento referencial do NAF, com orientações para montagem do espaço e definição dos equipamentos necessários. O processo será enviado para a Assessoria de Cooperação Institucional da Ufac. A expectativa apresentada na reunião é de que o núcleo seja integrado às ações de extensão universitária.
Também participaram da reunião o professor de Ciências Contábeis e vice-coordenador do curso, Cícero Guerra; e o auditor fiscal e delegado da RFB em Rio Branco, Claudenir Franklin da Silveira.
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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre
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12 de março de 2026A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint) da Ufac e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC) realizam o Startup Day-2026, em 21 de março, das 8h às 12h, no espaço Sebrae-Lab, Centro de Convivência do campus-sede. O evento é dedicado à inovação e ao empreendedorismo, oferecendo oportunidades para transformar projetos em negócios de impacto real. As inscrições são gratuitas e estão abertas por meio online.
O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiências, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negócios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentações, painel e palestra, além de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.
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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia
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10 de março de 2026Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.
A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.
A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.
Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.
O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.
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