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“Estamos lidando com jovens cada vez mais masculinistas”
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Jornalista em Explosão e autor de Seja jovem e cale a boca et Resistir (Payot, 2023, 2024), Salomé Sacé participa no domingo, 23 de março em uma das “grandes assembléias” do Monde No nosso festival Futures, em torno do tema “Como educar nossos pais?” », Com o psiquiatra Jean-Vittor Blanc, o sociólogo Camille Maslet e o médico de ciências da linguagem da Universidade de Sorbonne Rémi Soulé.
Como as crianças deveriam educar seus pais?
Não gosto de me opor a gerações. Os mais antigos têm muito a ensinar jovens e é essencial que essa transmissão ocorra. Mas os jovens também têm coisas para trazer para seus anciãos. Especialização, idéias … levar em consideração sua visão é essencial. No entanto, ainda hoje, eles são confrontados com um discurso ambiente que os refere à sua suposta incultura, com sua suposta hipersensibilidade e, com muita frequência, no espaço público, desqualificamos seu discurso.
A geração de seus pais experimentou uma onda feminista, mobilizada contra o racismo … o que não entende hoje?
Ninguém nega os principais avanços sociais que as gerações mais velhas permitiram. Simplesmente, ainda estamos longe de uma sociedade igualitária, esses movimentos evoluem e, entre os jovens que estão se mobilizando sobre esses assuntos hoje, muitos oferecem novas abordagens, tentam fazer conexões entre as lutas e, acima de tudo, colocam o dedo em aspectos frequentemente obscurecidos. Às vezes, isso cria mal -entendidos, como na violência sexista e sexual, parte de nossos anciãos parece minimizar seu escopo, onde boa parte das novas gerações é muito mais intolerante.
Também há muito o que fazer para fazer uma educação que reproduz menos estereótipos de gênero – idealmente até mesmo, o que não os reproduz mais! Mas você deve ter cuidado para não colocar todos os jovens na mesma cesta. Estou particularmente preocupado com o número de estudos que destacam Um aumento na clivagem de gênero nas perguntas, precisamente, gênero e feminismo. Estamos lidando com homens jovens cada vez mais sexistas e cada vez mais feministas.
Isso é verificado em muitos assuntos. De acordo com o High Council for Equalitymais de um em cada cinco homens de 25 a 34 anos considera normal ter um salário mais alto para seu colega em uma posição igual. Três quartos de mulheres jovens sentem o peso da educação estereotipada, contra metade dos jovens. Metade das mulheres é favorável à escrita inclusiva, em comparação com 17 % dos homens. É ainda mais dramático a respeito da violência sexual e sexista: 36 % dos homens pensam que uma mulher pode ter prazer em ser humilhada e 23 % de ser forçado.
Essa pressão masculinista é particularmente expressa nas redes sociais, com um assédio mais poderoso e mais frequente em torno do tema: “As mulheres assumiram muito poder, devem ser retomadas”. Os pais devem tomar conhecimento desse movimento poderoso e permanecer em contato com seus filhos nesses assuntos. Isso requer mais escuta, mas mais interesse no que está acontecendo online. As coisas não vão melhorar. Com a desregulamentação das redes sociais pelo governo TrumpO conteúdo de ódio será cada vez mais autorizado. Mark Zuckerberg agiu essa mudança no Facebook e Instagram, e x (propriedade de Elon Musk) já se tornou um concentrado de ódio on -line.
Esta tendência não descreve todos os jovens …
Absolutamente. A juventude é plural e é muito importante enfatizar isso. Parte disso parece radicalizar, enquanto outro evolui para cada vez mais tolerância em assuntos como racismo ou gênero, como mostrado, por exemplo, o trabalho do sociólogo Vincent Tiberj.
Em “Seja jovem e cale a boca”Assim, Você se arrepende de que a solidariedade intergeracional seja praticada especialmente nas famílias …
O que lamento especialmente é a falta de solidariedade coletiva. Que os pais que possam ajudar seus filhos financeiramente, não os culpo! Mas o que acontece quando você não se dá bem com seus pais ou quando eles não podem ajudar? Entre 18 e 25 anos, eles são totalmente dependentes. Alguns benefícios sociais são calculados de acordo com a renda dos pais, e os jovens ainda não têm direito a RSA …
O ” grande montagem »Consagrado ao tema« Como educar nossos pais? » Ocorre no domingo, 23 de março, das 14h30 às 16h. Entrada gratuita.
Todo o programa (rico) do festival “Nosso futuro” é acessível seguindo este link.
Este artigo faz parte de um arquivo produzido como parte de uma parceria com o Champs Libres et Rennes Métropole.
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Participe da Autoavaliação do Curso de ciências contábeis — Universidade Federal do Acre
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20 de agosto de 2026
Olá, estudante!
Este instrumento foi elaborado com o objetivo de ouvir você e conhecer a sua percepção sobre o Curso de Ciências Contábeis. Sua participação é muito importante para que possamos identificar os pontos positivos, as dificuldades e as principais demandas dos estudantes, contribuindo para o processo de avaliação e melhoria contínua do curso.
O questionário aborda diferentes aspectos da sua experiência acadêmica, como disciplinas e organização curricular, metodologias de ensino, atuação dos professores, infraestrutura, biblioteca, laboratórios, acessibilidade, apoio aos estudantes, estágio, pesquisa, extensão, monitoria, iniciação científica, eventos e comunicação com a Coordenação.
As respostas serão utilizadas de forma responsável e, preferencialmente, de maneira agregada, com a finalidade de subsidiar ações e decisões voltadas ao aprimoramento da qualidade do curso e da formação acadêmica e profissional dos estudantes.
🗣️ Este é um espaço para você ser ouvido! Por isso, responda com sinceridade, apresentando sua percepção, críticas, sugestões e demandas. Não existem respostas certas ou erradas: o mais importante é que sua opinião represente verdadeiramente a sua experiência como estudante.
Agradecemos sua participação e contribuição para a construção de um Curso de Ciências Contábeis cada vez melhor, mais inclusivo, acolhedor e alinhado às necessidades dos estudantes e às demandas da sociedade e do mercado profissional.
Sua opinião é fundamental para construirmos juntos o futuro do nosso curso!
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Ufac retoma reuniões presenciais dos conselhos superiores após 6 anos — Universidade Federal do Acre
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1 dia atrásem
19 de agosto de 2026A Ufac retomou as sessões presenciais dos seus órgãos colegiados após quase seis anos. O retorno foi marcado pela 2ª reunião ordinária do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Cepex) de 2026, a qual ocorreu nesta quarta-feira, 19, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede.
As sessões passaram a ser remotas devido à pandemia da covid-19, em 2020. Depois, foram impactadas por paralisações dos servidores, crise no transporte público de Rio Branco e greve dos estudantes. “É um recomeço e o cumprimento de um dos principais compromissos assumidos durante nossa campanha eleitoral”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Este anfiteatro foi arena de grandes lutas do movimento sindical e dos próprios conselhos universitários.”
Segundo o servidor Jairo Nogueira, que atuou na intermediação do encontro com a Reitoria, a volta do formato presencial é fundamental para resgatar a interação direta entre os colegas e destravar os processos acumulados do Cepex. A sessão serviu de preparo para a reunião do Conselho Universitário (Consu), agendada para esta quinta-feira, 20.
Entre as propostas para a sessão do Consu, destacam-se reformulações no organograma da universidade, como a criação da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade, a reestruturação da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação, que passará a incorporar ações de inovação e o fortalecimento da autonomia do campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, com a criação da figura do diretor do campus e de duas diretorias administrativas de suporte.
Por conta dos custos operacionais para o deslocamento dos 21 conselheiros de Cruzeiro do Sul, o modelo no campus do interior seguirá de forma híbrida temporariamente. A gestão está estruturando uma sala com suporte tecnológico para garantir a transmissão em tempo real, sem prejuízos aos participantes remotos. Paralelamente, nos próximos cem dias, a Reitoria pretende adaptar um espaço definitivo para as reuniões dos órgãos colegiados no campus-sede.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Podcast da Ufac entrevista novo reitor Josimar Ferreira — Universidade Federal do Acre
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17 de agosto de 2026O canal UfacTV no YouTube transmitiu ao vivo, na quinta-feira, 13, a estreia da terceira temporada do CapiCast, podcast oficial produzido pela Assessoria de Comunicação da universidade. O episódio inaugural trouxe como convidado o professor Josimar Ferreira, que assumiu a Reitoria da instituição para o quadriênio 2026-2030, em uma entrevista conduzida pela apresentadora e assessora de Comunicação Nattércia Damasceno. A solenidade oficial de transmissão de cargo será na sexta-feira, 21, às 17h, no Teatro Universitário.
Com a temática geral “Ufac em Perspectiva: Floresta, Conhecimento, Futuro”, a nova temporada busca debater o papel da universidade na transformação social e no desenvolvimento regional, integrando a produção acadêmica à preservação ambiental e às demandas da comunidade acreana.
Durante a conversa, o novo reitor relembrou sua trajetória acadêmica iniciada em 1997, quando ingressou no curso de Agronomia como filho de produtores rurais e enfrentou os desafios do ensino superior na época, como a escassez de transporte e de bolsas de estudo. “Estar no cargo de reitor me faz refletir isso, porque eu sei de onde vim, como se diz, o chão de fábrica, um filho de um produtor rural que, graças ao processo educacional, chega ao maior posto da sua casa.”
Ao tratar das prioridades para os primeiros cem dias de gestão, Josimar antecipou medidas voltadas à reestruturação de serviços e ao diálogo com a comunidade. O primeiro ato administrativo a ser submetido ao Conselho Universitário (Consu) será a revogação das reuniões virtuais, garantindo o retorno das sessões presenciais dos colegiados.
O plano de ação inicial também inclui a retomada dos serviços de xerox para alunos e docentes, o estudo para implantação de reconhecimento facial nas catracas do Restaurante Universitário e o foco na conclusão de obras pendentes, como a passarela da Medicina Veterinária e as instalações do Colégio de Aplicação.
Outro tema abordado foi o compromisso com a inclusão e a equidade. O gestor anunciou que proporá ao Consu a criação da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade, estrutura planejada para centralizar e fortalecer as políticas voltadas aos estudantes indígenas, ao Núcleo de Apoio à Inclusão e aos observatórios sociais da instituição.
Por fim, o fortalecimento da comunicação pública foi apontado como peça-chave para romper os muros da academia e levar o conhecimento científico diretamente à sociedade.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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