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EUA e Canadá impõem sanções e grupo pró-palestino na lista negra Samidoun | Notícias do conflito Israel-Palestina

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Restrições à rede de apoio aos prisioneiros palestinos impostas em meio à pressão crescente desde o início da guerra de Israel em Gaza.

Os Estados Unidos impuseram sanções contra a rede de apoio aos prisioneiros palestinos Samidoun, acusando a organização de ser uma “caridade falsa” que arrecada fundos para uma facção política palestina de esquerda na lista negra.

Em uma declaração na terça-feira, o Departamento do Tesouro dos EUA disse que Samidoun atua como um arrecadador de fundos internacional para a Frente Popular para a Libertação da Palestina (FPLP), que Washington designou como um grupo “terrorista”.

“Organizações como Samidoun disfarçam-se de atores de caridade que afirmam fornecer apoio humanitário aos necessitados, mas na realidade desviam fundos para a tão necessária assistência para apoiar grupos terroristas”, disse Bradley Smith, funcionário do Tesouro, no comunicado.

As sanções dos EUA foram impostas em coordenação com o governo canadense, que na terça-feira designado Samidoun como uma “entidade terrorista”.

O Canadá disse que o grupo “tem ligações estreitas e defende os interesses” da FPLP, que também está listada como uma organização “terrorista” no país.

“O extremismo violento, os atos de terrorismo ou o financiamento do terrorismo não têm lugar na sociedade canadiana ou no estrangeiro. A listagem de Samidoun como entidade terrorista ao abrigo do Código Penal envia uma forte mensagem de que o Canadá não tolerará este tipo de actividade”, disse Dominic Leblanc, ministro da Segurança Pública do Canadá, num comunicado.

Samidoun não respondeu imediatamente ao pedido da Al Jazeera para comentar as sanções de terça-feira e a designação de “terrorista”.

No seu website, Samidoun – também conhecida como Rede de Solidariedade aos Prisioneiros Palestinianos – descreveu-se como “uma rede internacional de organizadores e activistas que trabalham para construir solidariedade com os prisioneiros palestinianos na sua luta pela liberdade”.

“Trabalhamos para aumentar a conscientização e fornecer recursos sobre os presos políticos palestinos, suas condições, suas demandas e seu trabalho pela liberdade para si mesmos, para seus companheiros de prisão e para sua pátria”, afirmou.

Há anos que grupos pró-Israel na América do Norte e na Europa têm pressionado para listar Samidoun como um grupo “terrorista”.

Mas a organização foi alvo de um escrutínio renovado nos últimos meses, durante protestos em massa no Canadá, nos EUA e noutros lugares contra A guerra de Israel na Faixa de Gazaque matou mais de 42.200 palestinos no enclave sitiado desde o início de outubro de 2023.

Apenas algumas semanas após o bombardeamento de Gaza pelos militares israelitas no final do ano passado, a Alemanha – um forte aliado de Israel – Banido Samidoun depois de ter dito que o grupo disseminou “propaganda anti-Israel e antijudaica” e “glorificou” o grupo palestino Hamas.

Em uma declaração nessa altura, Samidoun rejeitou a proibição alemã como uma tentativa de “reprimir a dissidência com toda a força do Estado”.

“Este ataque deve ser motivo de séria preocupação para todos os que realizam trabalho político, especialmente para a libertação palestiniana”, afirmou o grupo.

Na terça-feira, os EUA também designaram um cidadão canadiano que, segundo dizem, serve como membro da liderança da FPLP no estrangeiro e ajuda a angariar dinheiro para o grupo.

As sanções dos EUA congelam os bens dos indivíduos e das organizações visadas no país e impedem que quaisquer cidadãos ou entidades dos EUA façam negócios com eles.



Leia Mais: Aljazeera

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VÍDEO: Veja o que disse Ministra em julgamento do ex-governador Gladson Cameli

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No julgamento desta quarta-feira, dia 15/04/2026, a Corte Especial do STJ, por unanimidade, determinou o imediato desentranhamento dos Relatórios de Inteligência Financeira de n°s 50157.2.8600.10853, 50285.2.8600.10853 e 50613.2.8600.10853, a fim de que fosse viabilizada a continuidade do julgamento de mérito da ação penal. A própria Ministra Relatora Nancy Andrighi foi quem suscitou referida questão de ordem, visando regularizar e atualizar o processo. 

O jornalista Luis Carlos Moreira Jorge descreveu o contexto com as seguintes palavras:

SITUAÇÃO REAL
Para situar o que está havendo no STJ: o STF não determinou nulidade, suspensão de julgamento e retirada de pauta do processo do governador Gladson. O STF apenas pediu para desentranhar provas que foram consideradas ilegais pela segunda turma da Corte maior. E que não foram usadas nem na denúncia da PGR. O Gladson não foi julgado ontem em razão da extensão da pauta do STJ. O julgamento acontecerá no dia 6 de maio na Corte Especial do STJ, onde pode ser absolvido ou condenado. Este é o quadro real.

A posição descrita acima reflete corretamente o quadro jurídico do momento.

Veja o vídeo:

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

 Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.

Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.

“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.

Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”

Mostra em 4 atos

A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).

O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.

No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.

No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.

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