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Ex-mulher de Rafael Cardoso explica motivo para ele não ver os filhos presencialmente

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Ex-mulher do ator Rafael Cardoso, Mari Bridi faz um depoimento para explicar o motivo da justiça limitar o ator de visitar os filhos

Ex-mulher do ator Rafael Cardoso, a influencer Mari Bridi decidiu abrir o jogo sobre o motivo para ex não ter o direito de visitar os filhos desde a separação. Em um depoimento nas redes sociais, ela explicou o que a justiça determinou e afirmou que tem a guarda exclusiva das crianças de forma temporária.

O assunto veio à tona quando Rafael Cardoso contou em entrevista na TV CARAS que estava há um ano sem visitar os filhos. Agora, Mari Bridi explicou que esta foi uma decisão da justiça por causa de dois processos sobre o ex-casal após a separação. A decisão judicial foi necessária para preservar as crianças e a influencer.

“Por que a justiça impediria um pai de ver seus filhos presencialmente? Essa é a pergunta qeu raramente é feita, porque, como sociedade, fomos ensinados a questionar e julgar automaticamente as decisões de uma mulher, sem nos atentarmos ao que realmente está por trás de medidas tão sérias. Sempre preferi manter esses assuntos no âmbito privado, acreditando que não deveriam ser discutidos publicamente. No entanto, quando uma mulher opta pelo silêncio, ela muitas vezes é duramente criticada. E chega um momento em que se torna impossível não falar. Infelizmente, é muito comum que mulheres vivam situações de violência emocional e psicológica que, com o tempo, acabam sendo normalizadas. A falta de parâmetros claros e o peso das expectativas sociais nos fazem acreditar que devemos manter uma imagem estável, mesmo à custa do nosso próprio-bem-estar“, disse ela.

Então, Mari contou que a separação não foi algo fácil para a família, mas foi necessário. “A decisão de me separar e buscar medidas protetivas não foi fácil, mas foi necessária para garantir a separação e o bem-estar dos meus filhos e minha. Essas medidas nunca tiveram o objetivo de afastar pai e filhos, mas protegê-los. Há mais de um ano, dois processos judiciais distintos estão em andamento, ambos sob segredo de justiça: Um na Vara de Família e outro no Juizado de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher. Esses processos são essenciais e, por lei, devem permanecer em sigilo, algo que sempre foi uma prioridade para mim, visando preservar todas as partes envolvidas, especialmente meus filhos“, contou.

Então, ela citou o atual status da guarda dos dois filhos. “Atualmente, a guarda das crianças está exclusivamente comigo, de forma temporária. Essa decisão foi tomada pela Vara de Família para proteger a integridade física e psicológica dos dois menores, até que os requisitos legais sejam cumpridos e o convívio presencial com o pai possa ser restabelecido. No âmbito criminal, há uma medida protetiva em vigor que deve ser respeitada para garantir minha segurança física e mental. Tenho seguido todas as determinações legais rigorosamente, respeitando cada etapa do processo para garantir que ele ocorra conforme o previsto, e que uma decisão justa e definitiva seja alcançada“, afirmou.

Por fim, Mari Bridi se pronunciou sobre quando Rafael Cardoso poderá voltar a visitar os filhos. “Quando o pai dos meus filhos cumprir os requisitos estabelecidos pela justiça, ele terá o direito de vê-los presencialmente. No momento, ele tem o direito de se comunicar com as crianças diariamente, embora nem sempre o faça – um direito que a justiça assegura. Sei que muitas mulheres passam por esse tipo de julgamento, dentro e fora da internet. Gostaria muito de ter mantido essa questão no âmbito privado e, sinceramente, espero não mais precisar voltar a esse tema. Antes de julgar ou atacar uma mulher que está lutando para proteger seus filhos e buscando o direito de reconstruir e seguir sua vida em paz, faça uma reflexão e coloque-se em seu lugar, nem que seja por um minuto. Continuo, como sempre, fazendo tudo o que está ao meu alcance para que meus filhos cresçam em um ambiente saudável, com saúde, alegria e muito amor. Agradeço profundamente a todas as pessoas que têm respeitado esse momento e me apoiado“, informou.

++ Famosos apoiam Mari Bridi após texto dela sobre separação de Rafael Cardoso

Rafael Cardoso se pronuncia

Procurado pela CARAS, Rafael Cardoso escreveu uma declaração após ler o texto da ex-mulher, Mari Bridi. “O que posso dizer no momento é que os dois processos correm em segredo de justiça e me foi informado que não posso aprofundar em nada, sobre nenhum deles. Mas, vale ressaltar que não ocorroeu nenhum tipo de agressão à mãe dos meus filhos ou a eles. Tenho falado com meus filhos por WhatsApp sempre que consigo – nao é sempre, visto que depende muito mais da outra parte aceitar as minhas chamadas, o que nem sempre acontece! O que posso dizer, nesse momento, é que estou cumprindo todas as medidas legais e minhas obrigações como pai que sao possiveis no momento. E, muito em breve, meus direitos serão reestabelecidos”, afirmou. 

O anúncio da separação de Mari Bridi e Rafael Cardoso

Em dezembro de 2022, o término do casamento do ator Rafael Cardoso com a influenciadora digital Mari Bridi foi confirmado pelos dois.

Em um evento, Rafael contou sobre o seu novo status de relacionamento ao falar com o site Gshow. “Eu estou solteirão”, disse ele à publicação.

Pouco depois, Mari Bridi também se pronunciou nos stories do Instagram e confirmou a separação. “Nos últimos dias, eu estava digerindo a situação que estou vivendo, e não gostaria de ter que falar neste momento tão íntimo. Mas como a informação tornou-se pública, em respeito às pessoas que me acompanham, eu confirmou que depois de 15 anos de casamento, Rafael Cardoso e eu não somos mais um casal. Acredito que não é fácil para ninguém terminar uma relação. Por isso, gostaria de contar gentilmente com o respeito, o carinho e a compreensão de todas as pessoas para preservar esse momento tão delicado para mim e para meus filhos”, disse ela.

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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre

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Mirian Soares de Amorim.jpeg

A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.



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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre

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Curso de Farmácia-entrega de Menção Honrosa (2).jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.

A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.

“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.

A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”

Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre

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Seminário enfermagem obstétrica (2).jpg

A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.

O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.

“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”

A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”

A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”

Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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