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Ex-político da oposição cambojana morto a tiros em Bangkok – relatórios | Camboja

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Guardian staff and agencies

Um ex-parlamentar da oposição cambojana e cidadão francês foi morto a tiros por um homem armado em uma motocicleta em Bangkok na terça-feira, segundo a mídia tailandesa.

“Lim Kimya… morreu no local. Oficiais do Departamento de Polícia Metropolitana lançaram uma caça ao assassino”, informou o Bangkok Post, acrescentando que o falecido tinha dupla nacionalidade franco-cabojana.

A polícia tailandesa confirmou a morte de um cambojano sem identificá-lo como Lim Kimya, dizendo à Agence France-Presse: “estamos neste momento a investigar os motivos e forneceremos mais informações posteriormente”.

Vários meios de comunicação tailandeses relataram que um homem armado em uma motocicleta abriu fogo contra Lim Kimya quando ele chegou à capital tailandesa vindo da cidade cambojana de Siem Reap de ônibus, acompanhado por sua esposa francesa e um tio cambojano.

Um fotojornalista da AFP viu sangue no local perto da popular área de Khao San Road, em Bangkok.

“O governo francês deve buscar agressivamente justiça para seu cidadão, Lim Kimya, e não deixar pedra sobre pedra para pressionar o governo tailandês a investigar de forma eficaz e completa este assassinato, não importa aonde o caminho leve”, disse Phil Robertson, diretor de Direitos Humanos da Ásia. Advogados Trabalhistas.

Um porta-voz do governo cambojano não respondeu imediatamente ao pedido de comentários do Guardian.

Lim Kimya, 74 anos, foi eleito membro da oposição no parlamento do Camboja depois de uma votação geral em 2013, na qual o partido no poder sob o antigo líder Hun Sen quase perdeu para o seu então rival, o Partido de Resgate Nacional do Camboja (CNRP).

O CNRP, fundado em 2012 pelos líderes da oposição Sam Rainsy e Kem Sokha e outrora considerado o único oponente viável do Partido Popular Cambojano (CPP), no poder, foi dissolvido por ordem judicial em 2017.

Dezenas de políticos e deputados da oposição, incluindo Lim Kimya, foram banidos de actividades políticas após a dissolução do partido.

Grupos de direitos humanos acusaram Hun Sen – que governou o Camboja durante quase quatro décadas antes de renunciar em 2023 e entregar o poder ao seu filho mais velho, Huno Manet – de usar o sistema legal para esmagar qualquer oposição ao seu governo.

Dezenas de políticos e activistas da oposição foram condenados e presos durante o seu período no poder, com os adversários forçados a fugir e a liberdade de expressão restringida.

O governo cambojano sempre negou que as acusações contra activistas políticos e ambientais tenham tido motivação política.

Sorvete Sokha foi preso e condenado em 2023 a 27 anos de prisão por traição – uma acusação que negou repetidamente – e foi imediatamente colocado em prisão domiciliária.

Sam Rainsy vive exilado na França.

Apesar de possuir cidadania francesa, Lim Kimya não se juntou às dezenas de legisladores que fugiram para o estrangeiro após a detenção de Kem Sokha.

Lim Kimya disse à AFP na época em Phnom Penh: “Nunca desistirei da política”.



Leia Mais: The Guardian

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

 Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.

Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.

“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.

Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”

Mostra em 4 atos

A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).

O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.

No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.

No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

09 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC

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