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Família comemora 105 anos da idosa que criou 11 filhos pescando peixes em GO

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Essa idosa tem 105 anos e sua vida é marcada por uma história de luta, superação e principalmente autenticidade. Com 11 filhos, ela criou uma grande família vivendo através da pesca de peixes.

Natural de Minas Gerais, Rosalina Rosa de Jesus se mudou para Goiás em busca de novas oportunidades. O alimento principal na mesa, em tempos de escassez, eram os peixes pescados no Rio das Almas (GO).

Apesar de todas as dificuldades, ela e o marido, um imigrante que veio da Itália, persistiram e o resultado é uma família repleta de netos e bisnetos. Agora, que completou 105 anos, a família se reuniu para comemorar a vida e as vitórias da matriarca.

Peixes do rio

Com muita história para contar, Rosalina segue cercada por muito amor e a certeza de que escreveu um lindo legado.

A jornada da família começa em Minas Gerais. Lá, onde a idosa nasceu, o cenário não era o melhor.

Goiânia, por outro lado, chamava a atenção. Falava-se, na época, que as oportunidades no estado eram boas e Dona Rosalina e o esposo decidiram se mudar.

A história da idosa é quase a história do Rio das Almas (GO). Foi a natureza, que em tempos de escassez, ajudou a criar as 11 crianças.

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Vive com o filho

Após a perda do marido, Dona Rosalina passou a contar, ainda mais, com o apoio de familiares.

Hoje eles se revezam para cuidar dela. O caçula ainda vive com a mãe e está presente para tudo que ela precisa.

Além disso, ele é diácono na igreja e fica responsável por levar a Eucaristia para a mãe, que já ela não consegue mais frequentar o culto.

“Ela fica doente quando ele fala que precisa viajar a trabalho na igreja. Às vezes, ele tem que fazer alguma viagem e ela diz que está mal só para ele não ir”, contou Maria Margareth Borges, neta de Rosalina, em entrevista ao Mais Goiás.

Celebração em conjunto

A história de Rosalinda, que começou há mais de 10 décadas, cresceu bastante, junto com a família.

Cada aniversário dela é um momento especial. Dona Rosalina faz questão de todo mundo, principalmente porque esse é seu evento favorito.

Se a festa for surpresa, mesmo que ela já saiba, melhor ainda!

Olha a carinha dela:

Rosalina Rosa de Jesus ama aniversários, principalmente se for uma surpresa! - Foto: Maria Margareth Rosalina Rosa de Jesus ama aniversários, principalmente se for uma surpresa! – Foto: Maria Margareth



Leia Mais: Só Notícias Boas

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3ª Semana Acadêmica de Sistemas de Informação

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Ciências Contábeis debate auditoria e perícia em semana acadêmica — Universidade Federal do Acre

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O curso de Ciências Contábeis da Ufac realizou, na terça-feira, 3, no anfiteatro Garibaldi Brasil, a abertura da sua 3ª Semana Acadêmica (Semacon), com o tema “Auditoria e Perícia Contábil: Conectando Conhecimentos e Práticas Profissionais”. O evento continua até sábado, 7, com palestras, mesa-redonda, atividades práticas e oficinas. A programação visa aproximar a teoria acadêmica das demandas reais do mercado.

“Preparamos uma programação diversificada para ampliar as perspectivas de nossos acadêmicos e reforçar o compromisso da universidade”, disse o coordenador do evento, Marconde Silva. “Queremos que essa semana seja um marco de valorização do curso e da profissão.”

Também compuseram o dispositivo de honra na abertura do evento o pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Amaro (representando o reitor Josimar Ferreira); a pró-reitora de Graduação, Danila Torres; o diretor do CCJSA, Francisco Raimundo Neto; a coordenadora do curso de Ciências Contábeis, Oleides de Oliveira; a presidente do CA de Ciências Contábeis, Hanara Ferreira; e o presidente do CRC-AC, Edberto Gomes.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)

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Extensão do PZ da Ufac conquista 1º e 2º lugares em Feira do Mel — Universidade Federal do Acre

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Meliponicultores dos seringais Porongaba e Filipinas, na reserva extrativista (Resex) Chico Mendes, obtiveram o 1º e o 2º lugares na 1ª Feira do Mel, ocorrida de sábado, 31, a segunda-feira, 2, no Horto Florestal, em Rio Branco. Os premiados participaram de atividades de extensão desenvolvidas pelo Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac para implantação e manutenção de meliponários em propriedades rurais na Resex.

A premiação ocorreu na categoria Melhor Mel de Abelha sem Ferrão. O 1º lugar foi concedido ao mel da espécie ‘Melipona crinita’, conhecida como uruçu-amarelo; o 2º lugar ficou com o mel de ‘Melipona eburnea’, conhecida como uruçu-roxo. No concurso, também houve participação de outras duas variedades de mel de abelhas sem ferrão, provenientes do meliponário didático do PZ, das espécies ‘Melipona titania’ (uruçu-boi) e ‘Melipona grandis’ (uruçu-cinzenta).

O trabalho da equipe do PZ teve início no seringal Porongaba, foi ampliado para o seringal Filipinas e, atualmente, também alcança o seringal Venezuela. As ações envolvem acompanhamento técnico e troca de conhecimentos com os produtores. Na feira, foram expostos méis de abelhas ‘Apis mellifera’, com ferrão, e de abelhas sem ferrão, além de outros produtos.

A diferença de preço entre os tipos de mel evidencia o potencial econômico da meliponicultura. Na feira, o mel de ‘Apis mellifera’ foi comercializado de R$ 100 a R$ 120 por litro, enquanto o mel do gênero ‘Melipona’ alcançou média de R$ 300 por litro. A valorização varia conforme a produtividade entre os tipos comercializados. Uma colônia de abelhas ‘Apis mellifera’, como as italianas, pode alcançar aproximadamente 50 quilos anuais em condições favoráveis. Já para as melíponas abordadas, uma colônia pode produzir cerca de dois a quatro litros de mel por ano.

Estiveram presentes na 1ª Feira do Mel os servidores do PZ Nilson Alves Brilhante, responsável pelo setor de Entomologia e pelo Meliponário Didático; Plínio Carlos Mitoso; e Wanderson da Silva Gomes, coordenador administrativo.



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