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Família dos irmãos Menendez pressionará pela sua libertação em ‘poderosa demonstração de unidade’ | Los Angeles

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Associated Press

A extensa família de Erik e Lyle Menendez defenderá a libertação dos irmãos da prisão durante uma entrevista coletiva marcada para quarta-feira no centro da cidade Los Angeles enquanto os promotores analisam novas evidências para determinar se deveriam cumprir pena de prisão perpétua por matar seus pais.

Considerada como “uma poderosa demonstração de unidade” por mais de uma dúzia de familiares – incluindo a tia dos irmãos – que estão viajando pelo país até Los Angeles, a coletiva de imprensa acontecerá menos de duas semanas depois que o promotor distrital do condado de Los Angeles, George Gascón, anunciou que seu escritório estava analisando o caso dos irmãos novamente.

Erik Menendez, agora com 53 anos, e seu irmão de 56, Lyle Menendez, estão atualmente encarcerados na prisão estadual sem possibilidade de liberdade condicional depois de terem sido condenados pelo assassinato de seus pais em sua mansão em Beverly Hills, há mais de 35 anos.

Lyle Menendez, então com 21 anos, e Erik Menendez, então com 18, admitiram que mataram a tiros seu pai executivo de entretenimento, Jose Menendez, e sua mãe, Kitty Menendez, em 1989, mas disseram temer que seus pais estivessem prestes a matá-los para impedir a divulgação do abuso sexual de Erik a longo prazo por parte do pai.

O advogado da família, Bryan Freedman, disse anteriormente que apoia fortemente a libertação dos irmãos. A comediante Rosie O’Donnell também planeja se juntar à família na quarta-feira.

“Ela deseja nada mais do que que eles sejam libertados”, disse Freedman no início deste mês sobre Joan VanderMolen, irmã de Kitty Menendez e tia dos irmãos.

No início deste mês, Gascón disse que não há dúvida de que os irmãos cometeram os assassinatos de 1989, mas o seu gabinete irá analisar novas provas e tomará uma decisão sobre se uma nova sentença é justificada no notório caso que chamou a atenção nacional.

Os advogados dos irmãos disseram que a família acreditava desde o início que eles deveriam ter sido acusados ​​de homicídio culposo e não de homicídio. O homicídio culposo não foi uma opção para o júri durante o segundo julgamento que levou à condenação dos irmãos por homicídio, disse anteriormente o advogado Mark Geragos.

O caso ganhou nova força nas últimas semanas depois que a Netflix começou a transmitir o drama policial real Monstros: a história de Lyle e Erik Menendez.

As novas provas incluem uma carta escrita por Erik Menendez que, segundo seus advogados, corrobora as alegações de que ele foi abusado sexualmente por seu pai. Uma audiência foi marcada para 29 de novembro.

Os promotores da época alegaram que não havia evidências de qualquer abuso sexual. Eles disseram que os filhos estavam atrás do patrimônio multimilionário de seus pais.

Mas os irmãos disseram que mataram seus pais em legítima defesa, depois de suportarem uma vida inteira de abusos físicos, emocionais e sexuais por parte deles. Os seus advogados argumentam que, devido às mudanças de opinião da sociedade sobre o abuso sexual, os irmãos podem não ter sido condenados por homicídio em primeiro grau e sentenciados à prisão perpétua sem liberdade condicional hoje.

Os jurados em 1996 rejeitaram a sentença de morte em favor da prisão perpétua sem liberdade condicional.



Leia Mais: The Guardian

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Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia — Universidade Federal do Acre

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A Ufac realizou a entrega de novos equipamentos para o Laboratório de Sismologia da Estação de Geofísica Aplicada do Acre. Os dispositivos provêm de emenda parlamentar no valor de R$ 750 mil, alocada pela deputada federal Socorro Neri (PP-AC), inseridos em um investimento global de R$ 900 mil destinados ao projeto de pesquisa da universidade. O evento ocorreu na sexta-feira, 29, no auditório do bloco do curso de Física. 

O aporte viabilizou a aquisição de um sistema de videoconferência e monitoramento —composto por TVs, câmeras e nobreaks— além de workstations com GPU e servidores dedicados de alta performance para o Núcleo de Tecnologia da Informação (NTI) da universidade.

A estrutura física e computacional dará suporte a uma rede de seis estações sismográficas de banda larga com telemetria, que funcionarão de forma contínua (24 horas por dia, sete dias por semana) nos municípios de Rio Branco (campus-sede), Sena Madureira, Tarauacá, Assis Brasil, Marechal Thaumaturgo e Santa Rosa do Purus.

Além de atuar no monitoramento da atividade tectônica regional para fins de proteção junto à Defesa Civil do Estado, o laboratório utilizará métodos de sísmica passiva para o mapeamento de falhas profundas com potencial de geração e migração de hidrogênio geológico. 

“Este é o primeiro laboratório de sismologia da região Norte. Isso é muito importante porque nossa região sofre influência da atividade na borda de duas placas tectônicas”, explicou a reitora Guida Aquino.

Socorro Neri enfatizou o compromisso com o avanço científico regional, ressaltando que os novos dispositivos tecnológicos contribuirão diretamente para o monitoramento preciso e seguro de abalos na Amazônia.

O coordenador do projeto e da área de Física, professor Antonio Romero da Costa Pinheiro, destacou o caráter integrador do projeto. “Unimos a pesquisa de ponta à extensão universitária através da confecção de sismômetros didáticos de baixo custo com sensores Arduino para escolas públicas da rede estadual e municipal.”

Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia-interna.jpg

Também compuseram o dispositivo de honra da solenidade a vice-reitora eleita, Almecina Balbino; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; o diretor do CCBN, José Ribamar Lima; e o coordenador do curso de Física, Victor Ribeiro.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)

 



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PZ realiza reunião para discutir prevenção de incêndios florestais — Universidade Federal do Acre

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PZ realiza reunião para discutir prevenção de incêndios florestais-interna.jpg

O Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac sediou uma reunião estratégica para debater alternativas de prevenção, controle, monitoramento e combate a incêndios florestais nas áreas verdes do campus-sede, projeto Humaitá e Fazenda Experimental Catuaba. O encontro ocorreu na sexta-feira, 29, na sala ambiente do PZ.

A iniciativa foi motivada pela necessidade de ampliar a articulação institucional frente à aproximação do período de estiagem. Nessa época, a combinação de vegetação seca, acúmulo de folhas e galhos e baixa umidade eleva drasticamente a vulnerabilidade desses espaços. Além do viés ambiental, a pauta destacou a relevância acadêmica das áreas para atividades de ensino, pesquisa e extensão de diversos cursos da universidade.

Os participantes discutiram propostas para fortalecer o controle de acesso, a vigilância e o planejamento preventivo. O histórico de sinistros na instituição, como o incêndio de 2010 ocorrido nas proximidades da Unidade de Tecnologia de Alimentos (Utal), foi lembrado para reforçar a urgência de tratar o tema de forma permanente.

Além disso, foi apresentada uma contextualização institucional do PZ e sua relevância para a Ufac e a sociedade acreana. O professor Rodrigo Perea expôs a pesquisa desenvolvida em 2025 por seu orientando, Moisés Pereira, aluno do doutorado Bionorte da Ufac, sobre risco de incêndio em áreas florestadas do campus-sede.

As discussões foram enriquecidas pelas contribuições do professor Moisés Barbosa de Souza, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), reconhecido por seu conhecimento sobre as áreas florestadas da Ufac, apontando para a necessidade de uma construção coletiva que envolva orientação, resposta rápida e proteção da biodiversidade.

“Esperamos que a organização de alternativas de prevenção, monitoramento e combate ao risco de incêndios florestais nas áreas da Ufac avance significativamente em 2026”, disse o diretor substituto do PZ, Wanderson Gomes. “Diante da previsão de uma estiagem mais severa, é fundamental que a universidade esteja preparada para agir de forma planejada, integrada e preventiva.”

Também participaram da reunião representantes da Prefcam, do CCBN, do CFCH, dos cursos de Geografia e Medicina Veterinária, do doutorado Bionorte, além de servidores e colaboradores ligados à temática ambiental.

Próximos passos

Para dar materialidade às ações propostas, foram definidos os seguintes encaminhamentos práticos:

– 3 de junho às 8h: visita in loco à trilha interna do PZ (trajeto de aproximadamente 3 quilômetros) para mapear pontos críticos, gargalos de acesso e possibilidades de intervenção;

– 12 de junho às 8h30: nova reunião de trabalho com o objetivo de dar continuidade às discussões e avançar na consolidação de medidas integradas.

 



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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre

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Ministro da Saúde Alexandre Padilha

O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.

O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.

O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.

Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.

A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.

 



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