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Fazenda em brejo de PE produz variedade pioneira de café – 25/12/2024 – Café na Prensa
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2 anos atrásem
David Lucena
Fora do tradicional eixo de produção cafeeira do Brasil, uma fazenda situada quase na divisa entre os estados de Pernambuco e Paraíba cultiva uma das mais antigas variedades de café arábica.
Originária da Etiópia, a typica é a variedade “mãe” de algumas das cultivares mais consumidas, como a mundo novo, que é bastante popular no Brasil.
Ela costuma produzir bebidas de alta qualidade, apesar de ser mais suscetível a pragas e doenças —razão pela qual hoje não é tão cultivada no país. É dessa variedade, por exemplo, o famoso e valorizado café Jamaica Blue Mountain.
No Brasil, um dos produtores de typica de alta qualidade sensorial é justamente a fazenda Yaguara, situada em um brejo de altitude no município pernambucano de Taquaritinga do Norte, a 200 km do Recife.
Apesar de estar situado no Nordeste, Taquaritinga do Norte tem clima ameno, devido à altitude —a cidade está a quase 800 metros acima do nível do mar.
Em algumas áreas do município, como a que está a Yaguara, a vegetação é típica de brejo de altitude. Também conhecidos como florestas de caatinga ou florestas de serra, os brejos de altitude são ilhas de florestas úmidas no meio da seca nordestina.
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A Yaguara em nada se assemelha às fazendas tradicionais de café. Em sistema agroflorestal, os cafeeiros crescem sob a sombra de árvores frutíferas e madeiras nativas. É até difícil de avistar os pés de café.
O manejo é orgânico, e a colheita é manual e seletiva, ou seja, os frutos só são colhidos quando estão em perfeito estado de maturação. Tudo isso, associado a um processamento pós-colheita adequado, resulta em um café com alta doçura e acidez balanceada.
A família também cria porcos para produzir derivados suínos, como linguiças e presuntos crus. Os animais são cheios de regalias, e até música ouvem. A qualidade de vida dos porcos afeta a qualidade da carne, dizem os produtores.
Os alimentos lá produzidos cruzam o país e são servidos em estabelecimentos de várias cidades. O café já integrou a carta de estabelecimentos como o Coffee Lab, eleita várias vezes a melhor cafeteria de São Paulo.
É um exemplo de que há bom café no Brasil inteiro, inclusive no brejo de altitude pernambucano.
1. Um café para o resto da vida: Delicado, doce e limpo, sem restrição de origem ou processo.
2. Não pode faltar na pausa para o café: Concentração. Ao mesmo tempo que estou ali presente, estou processando todo o dia.
3. Cafeteria preferida: Kalei, em Beirute, e Avellaneda, na Cidade do México.
4. O café do futuro será… Mais focado em como foi produzido –se tiver práticas sustentáveis (ou regenerativas, como se diz agora) vai pesar mais pro consumidor do que a pontuação.
5. Gostaria de tomar um café e ter dois dedos de prosa com: Meus avós. Como sou a caçula da família, eles se foram muito cedo e sinto que não os “aproveitei” direito
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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre
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16 horas atrásem
1 de outubro de 2026O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.
A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.
A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.
“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”
Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”
Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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A Diretoria Geral do Campus Floresta (DG-Camp), por meio do Setor de Assistência Estudantil (SAE-CZS), comunica a suspensão do Restaurante Universitário nesta segunda-feira, 28, para o Campus Floresta, em decorrência do ponto facultativo decretado pela Reitoria por meio da Portaria n.º 3.914, de 24/09/2026, em virtude da celebração do Aniversário do município de Cruzeiro do Sul (AC).
Contamos com a compreensão de toda a comunidade acadêmica.
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Gestão da Ufac realiza visita ao laboratório Charles Mérieux — Universidade Federal do Acre
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6 dias atrásem
25 de setembro de 2026A Ufac realizou uma visita institucional ao Centro de Infectologia Charles Mérieux (CICM). A agenda reuniu a gestão superior da universidade, pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e representantes do centro para alinhar propostas de cooperação que permitam o desenvolvimento de pesquisas avançadas e projetos de inovação em saúde pública nas instalações do laboratório. O encontro ocorreu nessa quinta-feira, 24.
O coordenador de Gestão e Infraestrutura do CICM, George Dobré, apresentou as propostas operacionais para viabilizar o uso da infraestrutura laboratorial por equipes de pesquisadores e estudantes da Ufac. A iniciativa visa unificar o potencial de pesquisa acadêmica da universidade com a capacidade tecnológica e de vigilância do centro.
A reunião contou com a presença do reitor Josimar Ferreira; do pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, Dionatas Meneguetti; do diretor de Pesquisa da Ufac, Thiago Augusto da Cunha; do diretor-geral da Fiocruz-RO, Jansen Medeiros; e dos pesquisadores da Fiocruz, Gabriel Melim e Deusilene Vieira, que também atua como coordenadora de Pesquisa, Vigilância e Educação do CICM.
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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