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Fiji suspeita de intoxicação por álcool: dois em cada quatro australianos voltarão para casa após hospitalização | Saúde
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2 anos atrásem
Mostafa Rachwani
Dois dos quatro australianos que foram hospitalizados após suspeita de intoxicação alcoólica em massa em um resort de luxo em Fiji estão voltando para casa em condições estáveis, dizem as autoridades.
Os australianos adoeceram depois de ficarem em Warwick Fiji, confirmou um porta-voz do resort, mas sublinhou que “ainda não há detalhes conclusivos”.
“Por favor, tenha certeza de que estamos levando este assunto muito a sério e atualmente conduzindo uma investigação completa”, disse o porta-voz.
“Não temos detalhes conclusivos, mas estamos empenhados em garantir a segurança e o bem-estar dos nossos hóspedes.”
O vice-primeiro-ministro e ministro do turismo e da aviação civil de Fiji, Viliame Gavoka, disse que todos os sete hóspedes afetados estavam em condição estável.
“Nossos pensamentos estão com os hóspedes afetados e suas famílias durante este período, e estamos garantindo que eles recebam o melhor atendimento médico possível.
“Estamos seguros de que a condição deles esta manhã era estável e esperamos que sua condição continue a melhorar.”
Ele disse que o governo de Fiji estava trabalhando com o resort.
“A administração do resort garantiu-nos que não se envolveu em práticas como substituição de ingredientes ou alteração da qualidade das bebidas servidas aos hóspedes”, continuou Gavoka.
“O incidente ocorreu em apenas um bar e envolveu sete turistas, com idades entre jovens e mais velhos, que adoeceram.
“A gestão do resort partilha as nossas preocupações e está a cooperar plenamente com o Ministério da Saúde e outras autoridades para identificar o que aconteceu e garantir a segurança de todos os futuros hóspedes.”
após a promoção do boletim informativo
O pai e o avô de dois australianos, David Sandoe, disseram à Sky News que sua filha Tanya e sua filha Georgia tiveram alta do hospital e receberam a confirmação de que estavam clinicamente aptas para viajar.
“Como todos os outros, quando esta notícia foi divulgada, todos nós pensamos no que aconteceu recentemente na Ásia, o que causou arrepios na espinha, por isso estamos muito gratos e muito afortunados”, disse ele.
Foi uma experiência horrível, disse ele, descrevendo uma ligação noturna de sua filha dizendo que ela havia sido levada ao hospital como “outra coisa”.
Georgia, no final da adolescência, sofreu uma convulsão depois de beber um coquetel, disse ele.
Ela tinha uma doença pré-existente que afetava seu sistema imunológico, o que era uma grande preocupação, disse Sandoe, mas o medo foi reprimido quando ele conversou com médicos em Fiji.
Gavoka disse que o incidente ocorreu em um bar de um resort que estava sendo minuciosamente investigado e foi o único caso relatado na memória recente.
“Embora entendamos a preocupação, queremos enfatizar que a experiência turística em Fiji é normalmente muito segura e agimos imediatamente para tentar descobrir a causa que fez com que os hóspedes deste resort adoecessem.”
A Austrália revisou seus conselhos de viagem para Fiji, alertando os viajantes para “estarem alertas aos riscos potenciais associados ao aumento do consumo de álcool e ao envenenamento por metanol através do consumo de bebidas alcoólicas”.
Isso ocorre depois que dois australianos morreram no Laos devido a uma suspeita de envenenamento em massa por etanol.
Com a Australian Associated Press
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Licenciatura Indígena realiza defesa de TCCs em aldeias no Juruá — Universidade Federal do Acre
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5 dias atrásem
23 de outubro de 2026O curso de Licenciatura Indígena, do campus Floresta da Ufac, realizou o 1º Seminário Acadêmico de Apresentação de Trabalhos de Conclusão de Curso (TCCs). O evento possibilitou a defesa de 16 trabalhos nas aldeias Barão, da terra indígena Puyanawa, em Mâncio Lima (AC), e Morada Nova, na terra indígena Katukina/Kaxinawá, em Feijó (AC). As atividades ocorreram entre 25 de setembro e 2 de outubro, envolvendo estudantes, professores, egressos do curso, pós-graduandos e as comunidades locais.
Os TCCs defendidos nas aldeias são de autoria de discentes que ingressaram na Ufac em 2023 e deverão colar grau no início de 2027. Os temas das pesquisas contemplaram variados aspectos da vida indígena, abrangendo história, biografia, mitologia, organização política, território, medicina tradicional, grafismos, gênero, terminologias linguísticas, educação especial, atividade cinegética e rituais tradicionais.
A viabilização das defesas nas aldeias ocorreu pela primeira vez em 18 anos de existência da graduação e está de acordo com a pedagogia da alternância, pela qual parte da carga horária do curso é realizada nas comunidades indígenas dos alunos, por meio de pesquisa e extensão. Os recursos para realização do evento foram provenientes de projeto de extensão com o mesmo nome do seminário.
As bancas de avaliação foram compostas por docentes do curso, egressos de outras turmas da Licenciatura Indígena e egressos indígenas de outros cursos da Ufac, inclusive da pós-graduação. Também compuseram algumas bancas pessoas reconhecidas por suas comunidades com “notório saber”, expediente previsto no regulamento de TCC do curso. Além de familiares dos estudantes e moradores das aldeias, indígenas de outras etnias estiverem presentes no seminário.

Organização
A atividade no município de Mâncio Lima, que é vizinho ao campus Floresta, em Cruzeiro do Sul (AC), ocorreu num só dia, em 25 de setembro, com a defesa de dois TCCs. Já para o evento em Feijó foi necessário um deslocamento de ônibus, com duração de quase seis horas, em 30 de setembro, até o porto da cidade. E, à noite, uma embarcação levou cerca de 20 pessoas até a aldeia Morada Nova, onde houve uma recepção musical para o grupo. Na manhã do dia seguinte começaram as defesas, que prosseguiram até 2 de outubro.

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Herbário da Ufac participa do 76º Congresso Nacional de Botânica — Universidade Federal do Acre
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6 dias atrásem
22 de outubro de 2026A servidora Júlia Gomes da Silva, curadora do Herbário da Ufac, vinculado ao Parque Zoobotânico (PZ), representou a instituição no 76º Congresso Nacional de Botânica e 15º Encontro de Botânicos do Centro-Oeste, eventos ocorridos de 11 a 16 de outubro, em Campo Grande. Ela participou de mesa-redonda com apresentação das coleções dos herbários da região Norte.
Na ocasião, os curadores discutiram avanços, desafios estruturais e o futuro das coleções científicas do país. Durante sua exposição, Júlia conduziu o público por uma linha do tempo que remonta a 22 de outubro de 1979, data da primeira coleta registrada no campus-sede da Ufac: uma ‘Vismia’ (gênero científico de planta) coletada por L. Coêlho. Em razão desse registro, o herbário da Ufac comemora 47 anos nesta quinta-feira, 22.
Júlia destacou perspectivas importantes para o cenário científico acreano. Entre os projetos de destaque estão investimentos viabilizados via Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), incluindo a projeção de um novo prédio de cerca de 600 metros quadrados e a aquisição de armários compactadores modernos para garantir a preservação do acervo em longo prazo.
Também representaram a Ufac estudantes do campus Floresta, em Cruzeiro do Sul (AC), e a professora Simone Reis. A universidade enviou 11 resumos, dos quais oito foram apresentados. O evento possibilitou a troca de experiência com botânicos do país e conversas sobre parcerias de trabalho, incluindo a realização de expedições para grupos de plantas pouco estudados no Acre.
Herbário
O Herbário da Ufac tem uma equipe técnica composta por Júlia Gomes da Silva, Izailene Saar e colaboradores, como a ex-curadora e atual vice-reitora Almecina Balbino, o técnico Davi Borges e estagiários. O acervo abriga preciosidades da flora amazônica e sul-americana, registrando a superação de gargalos históricos de digitalização e integrando atualmente plataformas globais de dados de biodiversidade, como o SpeciesLink e o Global Biodiversity Information Facility.
Entre os marcos recentes destacados está o avanço na informatização de milhares de registros e a aposta em inovações, como a participação na Rede de Herbários Espectrais da Amazônia, que utiliza a espectroscopia no infravermelho próximo (tecnologia NIR portátil) para otimizar a identificação de espécies diante da escassez de taxonomistas na região.
A informatização completa do acervo ainda está em processo e figura como um dos principais objetivos da equipe, que agradeceu à direção do PZ e à Ufac pelo apoio contínuo aos servidores e à coleção, além de exaltar o esforço coletivo dos bolsistas, voluntários e parceiros que documentam, protegem e estudam a flora e funga brasileira.
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