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Filho de Maguila diz que pai estava ‘jogando a toalha’ com piora da ‘demência do pugilista’
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2 anos atrásem
Lenda do boxe brasileiro foi velado na manhã desta sexta-feira, 25, na Assembleia Legislativa de São Paulo
Redação Terra
25 out
2024
– 18h35
(atualizado às 19h33)
“Queria que o Maguila soubesse o quanto era amado”, diz jornalista:

O Brasil se despediu de Maguila, lenda do boxe brasileiro, que morreu aos 66 anos. Nesta sexta-feira, 25, o pugilista foi homenageado em um velório aberto ao público realizado na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo. Dois dos três filhos do lutador estiveram na cerimônia e falaram sobre a partida.
À imprensa, Júnior Ahzura, 32, ressaltou que Maguila estava bastante debilitado em seu quadro clínico nas últimas interações que tiveram mas que, mesmo com a piora da doença, a encefalopatia traumática crônica (ETC), o pai continuava ‘leve a brincalhão’.
“Ele tem essa característica de uma pessoa solta, brincalhona. Eu acho que ele seguiu assim a vida inteira, e por mais que ele estava sentido dores, desconfortos, enfim, dentro do quadro dele ele estava ali presente mesmo. Tivemos algumas conversas na qual ele estava sentindo uma falta de força pra continuar lutando. Nas últimas conversas parecia que ele estava jogando a toalha. Mas ele lutou muito, literalmente”, afirmou Ahzura, que é responsável pelo acervo e pelas redes sociais de Maguila.
Já Adenilson Lima dos Santos, filho mais velho do boxeador, exaltou o cuidado de Irani Pinheiro, esposa de Maguila, com o marido: “O que fica da memória do meu pai para mim foi essa mulher guerreira, que desde sempre o acompanhou. Desde sempre fortaleceu ele. Até quando ele queria desistir ela dava força pra ele continuar”.
“Mesmo ele sendo turrão, ignorante, ela sempre acompanhou ele e nunca abandonou ele de maneira nenhuma. Você vê que ela está aqui e um monte que falava dela não está nenhum aqui. Aí que nós vemos a verdade de quem é quem. Sempre lutou ao lado dele até as últimas consequências, lutou até onde ela não pôde lutar ela estava lutando com ele”, falou Adenilson sobre a madrasta.
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Corpo de Maguila é velado por familiares, fãs e amigos na ALESP, em São Paulo
Foto: Van Campos/AgNews
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Família de Maguila chega para o velório na ALESP, em São Paulo
Foto: Van Campos/AgNews
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Família de Maguila chega para o velório na ALESP, em São Paulo
Foto: Van Campos/AgNews
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Maguila (Adilson Maguila Rodrigues) é velado na ALESP, em São Paulo
Foto: Van Campos/AgNews
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Irani Pinheiro (esposa de Maguila, Adilson Maguila Rodrigues) durante velório
Foto: Van Campos/AgNews
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Maguila (Adilson Maguila Rodrigues) é velado na ALESP, em São Paulo.
Foto: Van Campos/AgNews
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Maguila (Adilson Maguila Rodrigues) é velado na ALESP, em São Paulo.
Foto: Van Campos/AgNews
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Maguila (Adilson Maguila Rodrigues) é velado na ALESP, em São Paulo.
Foto: Van Campos/AgNews
Homenagem a Maguila
O velório do lutador José Adilson Rodrigues dos Santos, mais conhecido como Maguila, que morreu aos 66 anos, aconteceu na manhã desta sexta-feira, 25, no prédio da Alesp. A cerimônia foi aberta ao público das 8h às 12h. Na sequência, o corpo de Maguila seguiu em cortejo para São Caetano do Sul (SP), onde recebeu um cerimonial na Ossel.
O ex-peso-pesado e lenda do boxe brasileiro faleceu na quinta-feira, 24. A informação foi confirmada pela esposa de Maguila, Irani Pinheiro.
Nascido em Aracaju, Maguila se mudou quando jovem para São Paulo e, desde cedo, trabalhou na construção civil. Praticava boxe em seu tempo livre, de maneira improvisada, muitas vezes usando pneus para praticar seus golpes.
No entanto, se destacou como boxeador até que chamou a atenção do jornalista e empresário Luciano do Valle, que passou a assessorar o jovem lutador. Foi por meio dessa parceria que José Adilson passou a treinar com o renomado treinador norte-americano Angelo Dundee, que dirigiu lendas do boxe como Muhammad Ali, George Foreman e Sugar Ray Leonard.
Corpo de Maguila é velado por familiares, fãs e amigos na ALESP, em São Paulo
Foto: Van Campos/AgNews
O lutador ganhou a alcunha de Maguila devido às semelhanças com o personagem de desenho animado Magilla Gorilla, da Hanna-Barbera. Em sua carreira, Maguila construiu um cartel de 85 lutas, com impressionantes 77 vitórias, sendo 61 por nocaute, sete derrotas e um empate.
Além de campeão brasileiro, levantou os títulos Sul-Americano, Latino-Americano, foi campeão das Américas, pentacampeão continental e campeão mundial pela Federação Mundial de Boxe (WBF).
Nos ringues, o brasileiro ficou frente a frente com outras duas lendas do boxe, Evander Holyfield, com quem disputou o cinturão do Conselho Mundial de Boxe, e George Foreman. Ele acabou nocauteado em ambos os combates. Em 2000, Maguila encerrou a carreira como boxeador profissional ao ser derrotado por Daniel Frank.
Em 2013, Maguila foi diagnosticado com encefalopatia traumática crônica (ETC), conhecida como ‘demência pugilística’, uma doença degenerativa semelhante ao Alzheimer e provocada pelos repetidos golpes sofridos na cabeça. Ele estava internado em uma clínica de Itu, no interior de São Paulo.
Morre Maguila, lenda do boxe brasileiro, aos 66 anos em SP:

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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre
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10 horas atrásem
15 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática (MPECIM), reuniu-se com representantes da Secretaria de Estado de Educação do Acre (SEE) na manhã desta terça-feira, 13, para discutir possibilidades de parceria para disponibilizar produtos educacionais desenvolvidos no programa de pós-graduação aos professores da rede estadual de ensino. O encontro ocorreu na sede da secretaria.
A proposta busca ampliar o acesso dos professores aos materiais produzidos no âmbito do MPECIM, contribuindo para o fortalecimento das práticas pedagógicas e da formação continuada dos docentes.
Participaram da reunião o coordenador do MPECIM, Pierre André Garcia Pires; a secretária adjunta de Ensino, Gleicicleia Gonçalves de Souza; e a assessora técnico-pedagógica da Diretoria de Ensino, Fabiany Soares Mamed.
O encontro permitiu discutir possibilidades de cooperação entre as instituições para viabilizar o acesso dos professores da rede estadual aos produtos educacionais desenvolvidos pela universidade
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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre
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2 dias atrásem
14 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) inaugurou, na manhã desta terça-feira, 13, o Núcleo Integrado de Apoio às Coordenações (NIAC), instalado na Pró-Reitoria de Graduação (Prograd). A iniciativa tem como objetivo oferecer suporte administrativo aos cursos de graduação, neste momento com atendimento prioritário a oito coordenações que estão sem servidores técnico-administrativos. A proposta prevê também o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações no âmbito do núcleo. A solenidade contou com a participação do reitor Josimar Ferreira, da vice-reitora Almecina Balbino, da pró-reitora de Graduação, Danila Torres, e da pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas substituta, Juliana Queirós.
O reitor destacou a importância da iniciativa para o funcionamento dos cursos e reconheceu a colaboração dos servidores envolvidos. “Quero parabenizar toda a equipe da Prograd, reconhecer o voluntariado dos nossos secretários de curso e o apoio das coordenações”, afirmou Josimar. Segundo ele, o serviço dará suporte especialmente às coordenações que estão sem secretários, mas também poderá atender aos demais coordenadores de curso.
A criação do NIAC é uma iniciativa da Prograd e da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodgep), que contou também com a participação inicial do Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca). O espaço foi organizado nas instalações da Prograd para facilitar o acompanhamento das atividades e o apoio aos servidores.
Segundo a pró-reitora Danila Torres, a proposta surgiu da necessidade de atender coordenações que enfrentam dificuldades na execução das atividades administrativas. Algumas delas estão há mais de oito meses sem servidores técnicos, deixando os coordenadores responsáveis também pelas rotinas administrativas. “A gente vai tentar apoiar as coordenações naquilo que elas precisam”, explicou.
O núcleo funciona por meio de uma escala de revezamento de servidores técnico-administrativos de outras coordenações. Atualmente, sete profissionais participam voluntariamente da iniciativa, com autorização das chefias imediatas, dedicando dois dias por semana ao atendimento compartilhado, sem deixar suas atividades nas unidades de origem.
A meta é ampliar a equipe para dez servidores, permitindo a presença de dois profissionais no turno da manhã e dois à tarde. “O serviço deles é padrão, é comum, então não tem um técnico para uma coordenação. Todos trabalham em todas essas oito coordenações”, explicou Danila.
Entre as primeiras demandas do NIAC está o lançamento das ofertas de disciplinas do semestre letivo 2026.2 no sistema acadêmico, considerando o início das solicitações de matrícula pelos estudantes nesta quinta-feira, 15. A medida busca assegurar o andamento dos procedimentos acadêmicos nas coordenações que não dispõem de técnicos para executar essas atividades.
Além do atendimento inicial às oito coordenações, a proposta é ampliar gradualmente a atuação do núcleo para oferecer suporte às demais unidades acadêmicas, incluindo o auxílio a novos coordenadores nas rotinas administrativas dos cursos e o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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6 dias atrásem
9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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