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Filho de PEDRO BIAL faz desabafo sobre separação do pai: “A porrada comeu”
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2 anos atrásem
Em um relato sincero, Theo Bial, filho de Pedro Bial e Giulia Gam, abordou a turbulência emocional vivida durante a separação dos pais, quando ele tinha apenas 2 anos.
Em conversa no podcast “Pod People,” Theo detalhou como o divórcio, que aconteceu em 2000, impactou sua infância, levando-o a sentir revolta e até isolamento.
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Segundo ele, o conflito constante entre os pais o forçava a dividir o tempo entre as casas, dificultando sua adaptação e a construção de laços sólidos durante o crescimento. “A porrada comeu forte”, comentou, referindo-se às discussões que marcaram esse período.
Além disso, Theo relembrou momentos delicados, como comparecer ao tribunal com apenas seis anos, uma experiência que descreveu como dolorosa. Ele afirmou que, enquanto via os amigos com infâncias “normais,” sentia-se injustiçado e afetado pela situação.

“Eu era uma criança que só queria ficar em casa comendo, jogando videogame… Era explosivo, brigava na escola”, relatou.
Foi somente aos 10 anos que encontrou maneiras de se expressar e canalizar suas emoções, especialmente através do surfe e da música, que o ajudaram a superar parte dos traumas causados pelo divórcio.
Hoje, Theo reflete com mais serenidade sobre a infância e as marcas que o divórcio dos pais deixou, mas admite que as lembranças ainda trazem alguma dor. Atualmente com 26 anos e uma carreira como cantor, Theo mostra que encontrou um equilíbrio, embora o impacto do passado ainda reverbere em suas escolhas e perspectivas.
ASTRO DA GLOBO REVELA SURPREENDENTE LADO OCULTO DE ANGÉLICA

Um comentário inesperado sobre a personalidade de Angélica, conhecida apresentadora e atriz brasileira, veio à tona através do ator e amigo João Vicente, astro da Globo.
Em uma entrevista recente no canal de podcast “Podcats Delas” no YouTube, João Vicente revelou aspectos até então pouco conhecidos do jeito descontraído e bem-humorado da apresentadora, surpreendendo internautas.
Durante a conversa, João Vicente, amigo do casal Angélica e Luciano Huck, confessou ter desenvolvido uma amizade ainda mais próxima com a apresentadora.
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“Eu sou muito amigo do Luciano, mas, hoje em dia, sou mais amigo da Angélica”, comentou o ator. Ele ainda ressaltou o quanto ficou impressionado com o humor da amiga ao conhecê-la melhor: “Eu nunca imaginei que a Angélica tinha aquele humor que ela tem. Quando a conheci, fiquei chocado. Ela é muito engraçada”.

A entrevista repercutiu nas redes, onde muitos fãs destacaram que essa faceta descontraída de Angélica raramente aparece em frente às câmeras.
A apresentadora do podcast também acrescentou que, ao entrevistar Angélica, percebeu um lado engraçado e espirituoso, que ela conseguiu expressar dentro do seu estilo característico, mantendo a elegância e a espontaneidade.
AMOR NAS TELAS E NA VIDA REAL
A revelação sobre o humor de Angélica é apenas uma das curiosidades em torno da vida pessoal da apresentadora. O início de seu relacionamento com Luciano Huck, hoje um dos casais mais populares do país, também chamou atenção por ter sido como uma “história de cinema”.
Conforme detalhado no livro “De Porta em Porta”, eles se conheceram nos bastidores do filme Um Show de Verão, em 2003. Na época, ambos estavam comprometidos com outras pessoas, mas o convívio durante as filmagens os aproximou, e o relacionamento acabou se tornando realidade fora das telas.
João Vicente encerrou a entrevista destacando o respeito e admiração que sente pela amiga, cujo senso de humor o surpreendeu e encantou. A revelação trouxe à tona uma nova perspectiva sobre a apresentadora, reforçando sua popularidade e proximidade com o público.
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STANLEY LANÇA GARRAFA TÉRMICA COM “BOLSA” POR R$ 900 EM SEMANA DE MODA

A fabricante de recipientes térmicos Stanley fez sua estreia nas passarelas do São Paulo Fashion Week (SPFW) com sua nova garrafa, a Cross Bottle. O produto, uma garrafa de 680 ml com tirante para ser “vestida”, foi utilizado como acessório no desfile que inaugurou o evento na segunda-feira, dia 14, assinado pelo estilista Alexandre Herchcovitch.
Para promover a garrafa, a Stanley adotou o slogan “wear your water” (vista a sua água, em tradução livre). A peça começou a ser comercializada oficialmente a partir de quarta-feira, 16, tanto nas lojas físicas quanto no site da marca e em suas distribuidoras.
Disponível nas cores branca, preta e rosa, a Cross Bottle tem preço sugerido de R$ 900. Além disso, o item foi destaque no desfile da grife estreante Normando e aparecerá novamente na passarela com a marca cearense SAU. Outra ação da Stanley no SPFW inclui um estande com exposição de produtos do catálogo, loja e espaço para fotos. No local, os visitantes podem adquirir também a Cocktail Glass, uma taça térmica em pré-venda no Brasil.
A estratégia de marketing da Stanley inclui ações com influenciadores, com a garrafa sendo parte dos looks de personalidades como Camila Coutinho, Malu Borges, Jade Picon e Caio Braz. Além disso, os drinks servidos no bar lounge VIP do evento estão sendo oferecidos em recipientes térmicos da Stanley.

LANÇAMENTOS INUSITADOS
Outro lançamento inusitado foi a garrafa Stanley acoplada a um porta Batom, que viralizou e está fazendo sucesso entre o público feminino. Confira:
POLÊMICA
Recentemente, a Stanley se envolveu em polêmicas relacionadas aos seus copos térmicos nos Estados Unidos, após a confirmação de que os produtos contêm chumbo em sua composição. Mas o uso desses itens representa algum risco à saúde dos consumidores?
De acordo com a empresa, o chumbo é utilizado como material de vedação na base do copo, mas há uma camada de aço inoxidável que impede o contato direto com a bebida e, consequentemente, com os usuários. A Stanley também afirma que seus produtos estão em conformidade com todas as normas regulatórias dos Estados Unidos e são submetidos a testes regulares em laboratórios credenciados pela FDA, a agência de vigilância sanitária americana.
O chumbo é um metal tóxico, e sua exposição pode ocorrer por meio da inalação de partículas ou vapores, além da ingestão de compostos que o contenham. Segundo o Ministério da Saúde, não existe nível seguro de exposição ao chumbo que isente uma pessoa de sofrer efeitos nocivos.
A professora Riethe de Oliveira Rocha, do curso de Farmácia da UNISUAM e coordenadora do projeto Toxicologia em Foco, explica que, uma vez no organismo, o chumbo se distribui por vários tecidos e órgãos, podendo causar danos severos à saúde.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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5 dias atrásem
17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre
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16 de junho de 2026
A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.
A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.
O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.
O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.
Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.
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Ufac e Fiocruz fazem oficina sobre leishmaniose em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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6 dias atrásem
16 de junho de 2026A Ufac e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizaram a oficina Epidemiologia, Vigilância e Controle da Leishmaniose Cutânea. O evento ocorreu em 1 de junho, no auditório do Instituto Federal do Acre, em Sena Madureira (AC), reunindo 110 agentes comunitários de saúde e 20 agentes de combate às endemias.
A programação contou com palestras e discussões sobre aspectos epidemiológicos, clínicos e diagnósticos da doença, abordando ciclos de transmissão, vetores e reservatórios envolvidos na manutenção da chamada “ferida brava”, nome popular da leishmaniose cutânea. Além disso, foram realizadas atividades práticas com o uso de lupas e microscópios, permitindo aos profissionais a observação de características dos vetores e compreensão dos métodos laboratoriais utilizados no diagnóstico da doença.
Com mais de 11 mil casos registrados na última década, o Acre ocupa posição de destaque no cenário nacional da doença. Em 2025, o município de Sena Madureira foi classificado pelo Ministério da Saúde como área de risco intenso para transmissão da leishmaniose cutânea, apresentando média anual de 64 casos.
A oficina integra as atividades do projeto de ensino, pesquisa e extensão EpiLeish-Acre, que na Ufac é coordenado pelo professor Francisco Glauco de Araujo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza. Para o pesquisador Leandro Siqueira, do Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz, ações educativas para enfrentar a doença são fundamentais. “Profissionais bem capacitados conseguem orientar de forma mais eficaz a população, contribuindo para o diagnóstico e tratamento precoce”, ressaltou.
O secretário municipal de Saúde de Sena Madureira, Willisson Viana, destacou a relevância das parcerias institucionais. “Buscamos fortalecer parcerias com instituições de referência, como a Fiocruz e a Ufac, que contribuem significativamente para o desenvolvimento técnico das nossas equipes.”
O diretor da Vigilância em Saúde de Sena Madureira, Serginey Amorim, disse que a capacitação fortalece ações de saúde pública. “Com conhecimento atualizado e capacitação contínua, ampliamos a prevenção, melhoramos o diagnóstico precoce e fortalecemos as ações de controle da doença em nosso município.”
A iniciativa foi organizada pelos Laboratórios de Patologia e Biologia Parasitária e de Entomologia Médica, da Ufac, e pelo Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz.
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