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Foram 238 casos de contaminação do vírus nas últimas 24 horas. Do total de infectados, 10.117 estão curados

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Foram 238 casos de contaminação do vírus nas últimas 24 horas. Do total de infectados, 10.117 estão curados.

capa: Acre atinge 17,7 mil infectados pelo coronavírus e mortes são registradas em todas as cidades do estado — Foto: Odair Leal/Secom.

Os casos de Covid-19 no Acre tiveram um aumento significativo nas últimas 24 horas, segundo a Secretaria Estadual de Saúde (Sesacre). Os números saltaram de 17.462 para 17.700 pessoas com o coronavírus. O número de mortes pela doença também subiu para 469.

Com a confirmação de mais cinco mortes por Covid-19, chega a 465 o número de vítima do coronavírus no Acre. No boletim desta segunda-feira (20), a Secretaria de Saúde do Acre (Sesacre) contabiliza ainda mais 167 casos novos da doença, fazendo o número de infectados saltaram de 17.295 para 17.462.

As mortes foram registradas em Rio Branco e Porto Walter, que registrou a primeira morte. Agora, todas as 22 cidades do estado têm registros de mortes.

Há ainda 152 exames aguardando o resultado nos laboratórios Lacen e Mérieux. Os dados do boletim mostram ainda que há 10.117 pessoas recuperadas no estado, 57% do total.

O estado está em contaminação comunitária desde o dia 9 de abril, mantendo uma taxa de 2.007 casos para cada 100 mil habitantes e letalidade de 2,6%.

Mortes por cidades

Cidades com óbitosÓbitos totaisNovos registros
Acrelândia40
Assis Brasil50
Brasileia90
Bujari50
Capixaba70
Cruzeiro do Sul450
Epitaciolândia70
Feijó80
Jordão10
Mâncio Lima70
Marechal Thaumaturgo10
Plácido de Castro60
Porto Acre110
Porto Walter1Primeira morte
Rio Branco3153
Rodrigues Alves40
Santa Rosa do Purus20
Sena Madureira80
Tarauacá100
Xapuri40
Senador Guiomard70
Manoel Urbano20
Total4694

Mortes

Das mortes, duas foram de homens e outras duas de mulheres com idades entre 61 e 93 anos.

  • Rio Branco

Uma mulher de, 79, que internada no Into no dia 15 de julho e morreu quatro dia depois, 19.

Outra idosa de 93 anos, que morreu em casa no dia 7 de julho.

Um homem de 61 anos que também morreu em casa no dia 5 de julho.

  • Porto Walter

A primeira morte em Porto Walter foi confirmada ainda na segunda-feira (20) pela prefeitura da cidade e foi registrada nesta terça no boletim da Sesacre. A vítima foi Francisco Lau, de 79 anos, que estava internado desde o dia 16 de julho no Hospital do Juruá e morreu na segunda-feira, 20 de julho.

A Prefeitura de Porto Walter divulgou uma nota lamentando e confirmando a morte do morador. A gestão afirmou que Chico Lau, como era conhecido, era muito popular e querido na cidade.

Números

Das 469 mortes, 323 apresentavam algum tipo de comorbidade, segundo a Saúde. Já 153 deles não tinham outras doenças. Do total de mortos, 282 eram homens e 187 mulheres. Do total de vítimas, 323 tinham acima de 60 anos.

Até esta terça, o Acre já fez 41.781 exames, dos quais 17.700 foram confirmados e mais 152 seguem em análise. Outros 23.929 foram descartados.

Maiores taxas de contaminação a cada 10 mil habitantes:

  • Assis Brasil – 330
  • Bujari – 284
  • Cruzeiro do Sul – 277
  • Santa Rosa – 265
  • Brasileia- 235
  • Tarauacá- 227

Casos de Covid-19 por cidades

CidadesTotalCasos novos
Acrelândia2481
Assis Brasil2450
Brasileia6180
Bujari2922
Capixaba1953
Cruzeiro do Sul2.450Perdeu 15
Epitaciolândia2807
Feijó56211
Jordão611
Mâncio Lima2808
Manoel Urbano9516
Marechal Thaumaturgo2417
Plácido de Castro3444
Porto Acre3330
Porto Walter1201
Rio Branco8.51981
Rodrigues Alves1206
Santa Rosa do Purus1730
Sena Madureira87532
Senador Guiomard3120
Tarauacá96638
Xapuri3459
Total17.700238

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Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia — Universidade Federal do Acre

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Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia-interna-2.jpg

A Ufac realizou a entrega de novos equipamentos para o Laboratório de Sismologia da Estação de Geofísica Aplicada do Acre. Os dispositivos provêm de emenda parlamentar no valor de R$ 750 mil, alocada pela deputada federal Socorro Neri (PP-AC), inseridos em um investimento global de R$ 900 mil destinados ao projeto de pesquisa da universidade. O evento ocorreu na sexta-feira, 29, no auditório do bloco do curso de Física. 

O aporte viabilizou a aquisição de um sistema de videoconferência e monitoramento —composto por TVs, câmeras e nobreaks— além de workstations com GPU e servidores dedicados de alta performance para o Núcleo de Tecnologia da Informação (NTI) da universidade.

A estrutura física e computacional dará suporte a uma rede de seis estações sismográficas de banda larga com telemetria, que funcionarão de forma contínua (24 horas por dia, sete dias por semana) nos municípios de Rio Branco (campus-sede), Sena Madureira, Tarauacá, Assis Brasil, Marechal Thaumaturgo e Santa Rosa do Purus.

Além de atuar no monitoramento da atividade tectônica regional para fins de proteção junto à Defesa Civil do Estado, o laboratório utilizará métodos de sísmica passiva para o mapeamento de falhas profundas com potencial de geração e migração de hidrogênio geológico. 

“Este é o primeiro laboratório de sismologia da região Norte. Isso é muito importante porque nossa região sofre influência da atividade na borda de duas placas tectônicas”, explicou a reitora Guida Aquino.

Socorro Neri enfatizou o compromisso com o avanço científico regional, ressaltando que os novos dispositivos tecnológicos contribuirão diretamente para o monitoramento preciso e seguro de abalos na Amazônia.

O coordenador do projeto e da área de Física, professor Antonio Romero da Costa Pinheiro, destacou o caráter integrador do projeto. “Unimos a pesquisa de ponta à extensão universitária através da confecção de sismômetros didáticos de baixo custo com sensores Arduino para escolas públicas da rede estadual e municipal.”

Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia-interna.jpg

Também compuseram o dispositivo de honra da solenidade a vice-reitora eleita, Almecina Balbino; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; o diretor do CCBN, José Ribamar Lima; e o coordenador do curso de Física, Victor Ribeiro.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)

 



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PZ realiza reunião para discutir prevenção de incêndios florestais — Universidade Federal do Acre

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O Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac sediou uma reunião estratégica para debater alternativas de prevenção, controle, monitoramento e combate a incêndios florestais nas áreas verdes do campus-sede, projeto Humaitá e Fazenda Experimental Catuaba. O encontro ocorreu na sexta-feira, 29, na sala ambiente do PZ.

A iniciativa foi motivada pela necessidade de ampliar a articulação institucional frente à aproximação do período de estiagem. Nessa época, a combinação de vegetação seca, acúmulo de folhas e galhos e baixa umidade eleva drasticamente a vulnerabilidade desses espaços. Além do viés ambiental, a pauta destacou a relevância acadêmica das áreas para atividades de ensino, pesquisa e extensão de diversos cursos da universidade.

Os participantes discutiram propostas para fortalecer o controle de acesso, a vigilância e o planejamento preventivo. O histórico de sinistros na instituição, como o incêndio de 2010 ocorrido nas proximidades da Unidade de Tecnologia de Alimentos (Utal), foi lembrado para reforçar a urgência de tratar o tema de forma permanente.

Além disso, foi apresentada uma contextualização institucional do PZ e sua relevância para a Ufac e a sociedade acreana. O professor Rodrigo Perea expôs a pesquisa desenvolvida em 2025 por seu orientando, Moisés Pereira, aluno do doutorado Bionorte da Ufac, sobre risco de incêndio em áreas florestadas do campus-sede.

As discussões foram enriquecidas pelas contribuições do professor Moisés Barbosa de Souza, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), reconhecido por seu conhecimento sobre as áreas florestadas da Ufac, apontando para a necessidade de uma construção coletiva que envolva orientação, resposta rápida e proteção da biodiversidade.

“Esperamos que a organização de alternativas de prevenção, monitoramento e combate ao risco de incêndios florestais nas áreas da Ufac avance significativamente em 2026”, disse o diretor substituto do PZ, Wanderson Gomes. “Diante da previsão de uma estiagem mais severa, é fundamental que a universidade esteja preparada para agir de forma planejada, integrada e preventiva.”

Também participaram da reunião representantes da Prefcam, do CCBN, do CFCH, dos cursos de Geografia e Medicina Veterinária, do doutorado Bionorte, além de servidores e colaboradores ligados à temática ambiental.

Próximos passos

Para dar materialidade às ações propostas, foram definidos os seguintes encaminhamentos práticos:

– 3 de junho às 8h: visita in loco à trilha interna do PZ (trajeto de aproximadamente 3 quilômetros) para mapear pontos críticos, gargalos de acesso e possibilidades de intervenção;

– 12 de junho às 8h30: nova reunião de trabalho com o objetivo de dar continuidade às discussões e avançar na consolidação de medidas integradas.

 



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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre

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Ministro da Saúde Alexandre Padilha

O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.

O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.

O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.

Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.

A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.

 



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