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Forças israelenses disparam contra forças de manutenção da paz da ONU no Líbano, ferindo dois | Israel ataca o Líbano Notícias

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A UNIFIL afirma que os soldados israelenses ‘dispararam deliberadamente e desativaram’ as câmeras de monitoramento no local antes do ataque a Labbouneh.

Os militares israelenses disparado “repetidamente” na sede da UNIFIL e em posições no sul do Líbano, ferindo dois membros da força de manutenção da paz, dizem as Nações Unidas, enquanto Israel prossegue com o seu ataque ao Hezbollah.

A UNIFIL – a Força Interina da ONU no Líbano – disse na quinta-feira que dois dos seus soldados da paz ficaram feridos depois de um tanque israelita “disparar a sua arma” contra uma torre de guarda na sede do grupo, localizada na cidade fronteiriça de Naqoura.

O ataque à torre causou a queda dos dois soldados da paz. “Felizmente, desta vez os ferimentos não são graves, mas permanecem no hospital”, afirmou a UNIFIL num comunicado.

Os soldados israelitas também dispararam contra uma posição da ONU – denominada “1-31” – na aldeia de Labbouneh, “atingindo a entrada do bunker onde as forças de manutenção da paz estavam abrigadas e danificando veículos e um sistema de comunicações”, afirmou.

A força de manutenção da paz informou ter observado um drone militar israelita a voar dentro da posição da ONU até à entrada do bunker.

Na quarta-feira, soldados israelenses “dispararam e desativaram deliberadamente” as “câmeras de monitoramento” da posição, disse.

Os militares israelitas também “dispararam deliberadamente” contra uma segunda posição da ONU – denominada 1-32A – na zona fronteiriça de Ras Naqoura, onde se realizavam reuniões regulares antes do início do conflito, “danificando a iluminação e uma estação retransmissora”, disse a UNIFIL. .

Não houve comentários imediatos dos militares israelitas, que estão a travar uma ofensiva cada vez maior no Líbano contra o grupo armado Hezbollah, ligado ao Irão.

Não foram registadas vítimas nos dois ataques às posições da ONU, ocorridos na quarta e quinta-feira, segundo a agência de notícias Reuters.

O Hezbollah disse anteriormente que tinha como alvo um tanque israelense com mísseis guiados enquanto avançava para Ras Naqoura, antes de atacar uma força israelense com uma salva de mísseis enquanto a força tentava retirar soldados feridos da área.

A UNIFIL, que foi criada em 1978 e expandida após a guerra de 2006 entre Israel e o Hezbollah, tem cerca de 10.500 funcionários, com grandes nações contribuintes, incluindo França, Itália, Indonésia, Malásia e Gana.

Apelou a um cessar-fogo desde a escalada entre Israel e o Hezbollah em 23 de setembro.

A força disse no domingo que estava “profundamente preocupada com as recentes atividades” dos militares israelenses perto de uma posição de manutenção da paz no sudoeste do Líbano, dizendo que era “inaceitável comprometer a segurança das forças de manutenção da paz da ONU no desempenho das tarefas ordenadas pelo Conselho de Segurança”.

Numa carta aos militares israelitas datada de 3 de Outubro e vista pela Reuters, a UNIFIL opôs-se a que veículos e tropas militares israelitas se posicionassem “em proximidade imediata” de posições da ONU, “colocando assim em perigo a segurança do pessoal e das instalações da UNIFIL”.

Na quinta-feira, a UNIFIL lembrou aos militares israelitas que qualquer “ataque deliberado” às forças de manutenção da paz é “uma grave violação do direito humanitário internacional e da resolução 1701 do Conselho de Segurança”.

A UNIFIL disse que estava acompanhando “essas questões” com os militares israelenses.



Leia Mais: Aljazeera

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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.

A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.

Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.

O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.

 



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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.

Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.

Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.

O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.

“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.

A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.

“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.

Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.

A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.

Fhagner Soares – Estagiário

 



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