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Forças israelenses matam pelo menos 8 em ataques na Cisjordânia ocupada e ataques de drones | Notícias da Cisjordânia Ocupada
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2 anos atrásem
Tropas e aviões militares israelenses mataram pelo menos oito palestinos, incluindo duas mulheres e um adolescente, em ataques aos campos de refugiados de Tulkarem e Nur Shams, na Cisjordânia ocupada, disse o Ministério da Saúde palestino.
Sete pessoas foram mortas em um ataque israelense de drones e disparos de tropas no campo de refugiados de Tulkarem, e uma pessoa foi morta no campo vizinho de Nur Shams, disse o Ministério da Saúde, após um dia sangrento de ataques militares israelenses que começaram na madrugada de terça-feira. .
O ministério disse que duas mulheres palestinas – identificadas como Khawla Ali Abdullah Abdo, 53, e Bara Khalid Hussein, 30 – e uma jovem de 18 anos, Fathi Saeed Salem Obaid, estavam entre as sete pessoas mortas nos ataques israelenses a Tulkarem.
A agência de notícias oficial Wafa informou que o adolescente morreu após ser baleado no peito e no abdômen e as duas mulheres foram mortas em ataques de drones.
A vítima no campo de Nur Shams foi identificada como Mahmoud Muhammad Khaled Amar, que foi baleado por soldados israelenses e mais tarde encontrado morto no chão no bairro da Mesquita Abu Bakr as-Siddiq do campo, também relata Wafa.
Várias pessoas também ficaram feridas em Nur Shams após um ataque de drone israelense, disse a agência de notícias.
Os militares israelitas afirmaram num comunicado que mataram um palestiniano numa operação de “contraterrorismo” em Tulkarem, enquanto as suas forças prenderam outras 18 pessoas e confiscaram dezenas de armas.
Os militares israelenses confirmaram mais tarde que uma aeronave israelense havia atacado o campo de refugiados de Nur Shams.
As Brigadas Al-Qassam, o braço armado do Hamas, afirmaram num comunicado que dois dos seus membros foram mortos em Tulkarem.
Um dispositivo explosivo improvisado plantado por combatentes palestinos e detonado durante o ataque israelense a Tulkarem atingiu um veículo no qual viajava o comandante da Brigada Menashe de Israel, coronel Ayub Kayuf, causando-lhe ferimentos e exigindo evacuação médica, disseram os militares israelenses na manhã de quarta-feira. .
Ataques militares israelenses e mais tiroteios contra palestinos foram relatados na Cisjordânia ocupada na noite de terça-feira e na manhã de quarta-feira.
A Wafa informou que dois homens palestinos e um jovem de 15 anos foram baleados e feridos durante um ataque israelense à cidade de Beit Fruik, localizada a leste de Nablus.
Quatro jovens palestinos também foram baleados e feridos na cidade de Beit Ummar, ao norte de Hebron, quando tropas israelenses num posto de controle abriram fogo contra o veículo em que viajavam, relata Wafa. Um dos quatro estava em estado crítico, disse a agência de notícias.
Outro palestino foi detido pelas forças israelenses na Cidade Velha de Hebron e revistado. Depois de ser libertado, ele foi baleado na coxa pelas tropas sem motivo, relata Wafa.
As escavadoras militares israelitas também demoliram infra-estruturas durante o ataque de terça-feira a Tulkarem, incluindo casas, lojas, parte dos muros da Mesquita As-Salam e parte da rede de água do campo, disse a agência de notícias.
Os ataques das forças israelitas às comunidades palestinianas em toda a Cisjordânia ocupada aumentaram em intensidade e violência desde o início da guerra de Israel em Gaza, em Outubro de 2023, na sequência do ataque do Hamas ao sul de Israel.
O Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA) informou na semana passada que 968 palestinos foram mortos pelas forças israelenses e pelos colonos israelenses na Cisjordânia ocupada entre janeiro de 2023 e novembro de 2024.
Dos mortos, 210 eram crianças palestinas, informou o OCHA.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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19 horas atrásem
9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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2 dias atrásem
8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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