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Fortes ventos fazem avião arremeter em aeroporto no AC e causa pânico em passageiros: ‘achei que ia morrer’
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A ventania que atingiu o Acre na manhã desta sexta-feira (19) fez um avião da empresa aérea Latam arremeter quando chegava no aeroporto de Rio Branco, capital acreana. Imagens que viralizaram nas redes sociais mostram a aeronave balançando e levantando voo novamente depois de tentar pousar no Aeroporto Internacional Plácido de Castro.
Ao g1, a Latam Airlines Brasil confirmou que, devido às condições meteorológicas no aeroporto de Rio Branco, a aeronave do voo LA3678 (São Paulo/Guarulhos – Rio Branco) arremeteu, e após um período de sobrevoo, pousou em total segurança às 10h59.
“A Latam ressalta que a arremetida é um procedimento padrão de segurança na aviação. Por fim, reitera que a segurança é um valor imprescindível e que todas as suas decisões visam garantir uma operação segura”.
Conforme passageiros, após subir de novo, o avião ficou cerca de 25 minutos sobrevoando o aeroporto aguardando autorização e uma nova oportunidade para tentar pousar. O voo tinha saído do aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, com destino a Rio Branco.
A previsão era do avião chegar às 10h05 na capital acreana. A empresária Fabrícia Góes estava no voo e conversou com o g1 sobre a situação. Segundo ela, o voo atrasou meia hora para sair de São Paulo e teve bastante turbulência até Rio Branco. A empresária recorda que o vento estava muito forte quando desceu da aeronave.
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Avião teve que arremeter por causa de ventania no aeroporto de Rio Branco — Foto: Reprodução
“Quando chegou perto do chão, começou a rodar para um lado, para o outro, as pessoas começaram a gritar dentro do avião. A gente viu que estava balançado quando subiu de novo. Uma mulher vomitou tanto, passou mal e a família dela teve que descer com ela. Tinha gente chorando, e quando ele pousou o pessoal bateu palmas. Tive medo da morte, achei que ia morrer. Não dá nem para descrever”, contou.
Ainda segundo Fabrícia, o comandante do voo avisou aos passageiros que a ventania estava dificultando o pouso. “Ele [comandante] ficou rodando uns 10 minutos sem falar nada. O avião balançando mesmo, até que ele conseguiu estabilizar e falou que não tinha conseguido pousar devido a ventania que estava no momento e o jeito foi arremeter e que tinha que esperar uns 10 minutos para ver como ia ficar, se ia autorizar o pouso”, relembrou.
Fabrícia tinha viajado para São Paulo para fazer compras. Ela diz que essa foi a primeira vez que passou por um susto durante um voo. “Eu vinha [sentada] perto da asa. Quando ele bateu no chão e balançou, jurei que a asa ia bater no chão. Balançava para um lado e para o outro. Foi um alívio quando parou, uma sensação horrível. Eu gosto é da terra”, falou aliviada.
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Após avião pousar, Fabrícia Góes gravou um vídeo e postou nas redes sociais falando da situação — Foto: Reprodução
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PZ e Corpo de Bombeiros fazem curso de combate a incêndio florestal — Universidade Federal do Acre
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6 horas atrásem
14 de setembro de 2026O Parque Zoobotânico (PZ), da Ufac, e o Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBM-AC) realizaram o curso Brigada de Incêndio Florestal, ministrado pelo Sargento Filipe Lima. A capacitação ocorreu na quinta-feira, 10, e sexta-feira, 11, no PZ, campus-sede, reunindo 35 participantes de setores da universidade, dos cursos de Engenharia Florestal, Biologia e Geografia, do doutorado da Rede Bionorte e da comunidade externa, que receberão certificado emitido pelo CBM-AC.
O primeiro dia foi de aulas teóricas sobre conceitos fundamentais, como triângulo do fogo, diferentes tipos de incêndio e técnicas de prevenção. No segundo dia ocorreram atividades práticas, com manuseio e manutenção de equipamentos de combate a incêndio, além de exercícios de campo simulando situações reais de combate e prevenção a incêndios florestais.

O diretor do PZ, Harley Araújo da Silva, destacou que a iniciativa tem relação direta com os mais de 188 hectares de área florestal do campus-sede, tendo o PZ como o maior fragmento de floresta preservada. “Formar brigadistas preparados para atuar na prevenção e no combate a incêndios florestais é parte essencial do cuidado com esse patrimônio ambiental, tanto para a universidade quanto para as comunidades do entorno.”
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V Simpósio de Ciências Ambientais da Amazônia Sul Ocidental e o II Simpósio de Ciências Agrárias do Vale do Juruá
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14 de setembro de 2026Notícias
publicado:
14/09/2026 09h34,
última modificação:
14/09/2026 09h34
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Livro reúne pesquisas da Ufac sobre teatro e saberes da floresta — Universidade Federal do Acre
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10 horas atrásem
14 de setembro de 2026O professor, pesquisador e artista Flavio da Conceição, da Ufac, organizou o livro “Teatro do Oprimido e as Pedagogias das Florestas” (Mundo Contemporâneo; Edufac, 452 p.), que foi lançado na sexta-feira, 11, durante a 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo.
A obra é resultado de cerca de dez anos de pesquisas desenvolvidas na universidade, reunindo experiências que relacionam a metodologia teatral aos conhecimentos tradicionais da Amazônia. “Apresentamos o Acre como produtor de conhecimento e como semente de um pensamento que pode inspirar outros professores e artistas no resto do Brasil e do mundo”, afirmou Flavio.
As pesquisas que deram origem ao livro começaram após a chegada do professor ao Acre e à Ufac, em 2017. O contato com experiências amazônicas, estudantes filhos de seringueiros e indígenas e conhecimentos tradicionais da floresta levou o pesquisador a rever sua prática com o método Teatro do Oprimido, idealizado por Augusto Boal. A partir dessas vivências, os projetos passaram a investigar como a metodologia poderia ser afetada por esses saberes.
Os estudos teóricos e práticos foram desenvolvidos pelo programa de pesquisa e extensão Gesto da Floresta, criado e coordenado por Flavio através de projetos de iniciação científica e extensão. As atividades envolveram comunidades periféricas de Rio Branco, como Calafate e Cidade do Povo, parcerias com comunidades tradicionais hunikuin e shanenawa e experiências relacionadas ao santo-daime, à Barquinha e à ayahuasca.
Estudantes de graduação e pós-graduação participaram dos projetos e das pesquisas e alguns assinam artigos na publicação. O trabalho também contou com a contribuição de parceiros de outras cidades, países e territórios. Para o organizador, os alunos são coautores das experiências que contribuíram para a construção da proposta das pedagogias das florestas.
Antes da programação em São Paulo, o livro foi apresentado em 3 de setembro, no Rio de Janeiro, durante a 12ª Jornada Internacional de Teatro do Oprimido e Universidade. As atividades integram o projeto Gesto Semeando Cidadania, que conta com apoio do Pulitzer Center.
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