Na noite desta segunda-feira, 26, o fotojornalista do ac24horas, Sérgio Vale, registrou o momento em que a lua atinge seu ponto máximo de aproximação com a Terra, num fenômeno que recebe o nome popular de “superlua”. Mas neste mês, é uma “superlua rosa”, como é chamada em certas tradições.
A lua estará em seu ponto mais próximo da terra por volta da 0h32 da terça-feira, no horário de Brasília, ou seja, às 22h32 aqui no Acre, segundo estimativa da Nasa. Essa é a primeira das duas “superluas” previstas para 2021.
A lua cheia de abril é chamada de ‘rosa’ por povos nativos norte-americanos, pois marca a chegada da primavera no hemisfério Norte – no Sul, começou o outono. Mas isso não quer dizer que a lua estará de fato rosa ou de qualquer outra cor; é somente uma metáfora.
Segundo o astrólogo Richard Nolle, que cunhou o termo em 1979, uma “superlua” é qualquer lua cheia que ocorre enquanto a Lua está a 90% ou mais de sua maior aproximação da Terra, o chamado Perigeu. Isso faz com que ela pareça até 15% maior e 30% mais brilhante do que o de costume.
O perigeu acontece regularmente a cada 28 dias. Entretanto, a ocorrência da lua cheia no momento exato é mais rara. Em 2021 isso só acontecerá duas vezes, nesta segunda-feira (26) e em 26 de maio, quando a lua estará ainda mais próxima de nós.
O programa “Mãepeutas: Vozes Plurais, vinculado à Pró-Reitoria de Extensão e Cultura, da Ufac, lança, em 22 de outubro, às 18h, na Biblioteca Pública Estadual, o documentário “Autismo: Do Luto à Luta”, dirigido por Felipe Almeida.
O filme foi feito a partir da coleta de depoimentos de histórias reais de luta, dor e superação. Pretende dar voz a mães atípicas do contexto acreano e mostrar seus desafios em meio à luta que é cuidar e educar uma criança com transtorno do espectro autista.
O Parque Zoobotânico (PZ), da Ufac, e o Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBM-AC) realizaram o curso Brigada de Incêndio Florestal, ministrado pelo Sargento Filipe Lima. A capacitação ocorreu na quinta-feira, 10, e sexta-feira, 11, no PZ, campus-sede, reunindo 35 participantes de setores da universidade, dos cursos de Engenharia Florestal, Biologia e Geografia, do doutorado da Rede Bionorte e da comunidade externa, que receberão certificado emitido pelo CBM-AC.
O primeiro dia foi de aulas teóricas sobre conceitos fundamentais, como triângulo do fogo, diferentes tipos de incêndio e técnicas de prevenção. No segundo dia ocorreram atividades práticas, com manuseio e manutenção de equipamentos de combate a incêndio, além de exercícios de campo simulando situações reais de combate e prevenção a incêndios florestais.
O diretor do PZ, Harley Araújo da Silva, destacou que a iniciativa tem relação direta com os mais de 188 hectares de área florestal do campus-sede, tendo o PZ como o maior fragmento de floresta preservada. “Formar brigadistas preparados para atuar na prevenção e no combate a incêndios florestais é parte essencial do cuidado com esse patrimônio ambiental, tanto para a universidade quanto para as comunidades do entorno.”