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Fotos: ao menos seis crianças já foram resgatadas de caverna na Tailândia

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Operação está em andamento e deve levar ao menos três dias. Resgate de crianças na caverna inundada continua.

Ao menos seis dos doze meninos presos há duas semanas em uma caverna alagadiça na Tailândia junto com seu treinador de futebol foram resgatados neste domingo, informaram autoridades locais de acordo com a agência Reuters.

As crianças foram encaminhadas para o hospital de campanha montado nos arredores da caverna, segundo membros da equipe de salvamento.  

A operação de resgate dos 12 meninos e seu técnico presos em uma caverna inundada na Tailândia está em andamento. 

​A ação teve início às 10h da manhã no horário local (por volta de 0h no Brasil) e tem previsão de durar de três a quatro dias, a partir deste domingo (8). 

A única maneira de retirar o grupo de lá é navegando por passagens escuras e apertadas, cheias de água barrenta e correntes fortes, e também sem muito oxigênio. Um ex-SEAL da marinha tailandesa desmaiou fazendo o mergulho nesta sexta-feira e morreu.

Equipes de resgate da Tailândia trabalham na caverna em que 12 meninos estão presos com o técnico
Equipes de resgate da Tailândia trabalham na caverna em que 12 meninos estão presos com o técnico – Marinha Real Tailandesa/AP.
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Especialistas no trabalho em cavernas consideram a operação como a última saída para o resgate, especialmente com pessoas não treinadas como os meninos. O caminho é particularmente complicado devido a passagens estreitas, cheias de curvas e inundadas. 

Mas os líderes da equipe de resgate afirmam que as condições favoráveis, com tempo menos instável e nível das águas diminuindo, não devem durar. 

Tempestades são esperadas para os próximos dias e, além disso, a queda dos níveis de oxigênio dentro da caverna também preocupa a equipe de resgate. 

Neste sábado (7), autoridades haviam anunciado que a melhor janela para começar a operação de resgate seria em três ou quatro dias, apesar de chuvas.

Para conseguir chegar até o fim do caminho, os meninos receberam aulas de mergulho e serão acompanhados, cada um, por dois mergulhadores, enquanto são gradualmente resgatados do local.

Gráfico explica riscos de resgate de meninos da Tailândia
Caverna tem passagens pequenas e inundadas, que representam um risco para o resgate – BBC.
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​Narongsak Osatanakorn, governador da província, afirmou que 13 mergulhadores estrangeiros e cinco locais participarão da operação de salvamento. 

Dezenas de mergulhadores chegaram à caverna de Tham Luang na manhã de domingo, e as autoridades montaram lonas bloqueando a área de operação.

Na noite deste sábado (8), jornalistas e familiares precisaram deixar a área ao redor da entrada da caverna e, segundo o jornal britânico The Guardian, a medida aconteceu para facilitar a operação de resgate.

Chuvas pesadas

Ainda segundo o The Guardian, uma chuva pesada aconteceu na manhã deste domingo (8). O tempo, entretanto, melhorou logo em seguida.   

Os meninos, com idades entre 11 e 16 anos, e seu técnico, de 25 anos, ficaram presos no dia 23 de junho, quando foram visitar o local depois de um treino de futebol. Uma chuva forte começou e a água subiu no complexo de cavernas, bloqueando a saída.     

Com isso, acabaram presos em uma área remota, que só pode ser acessada por mergulhadores.

A Tailândia está entrando na temporada de chuvas das monções, que pode durar cerca de quatro meses. Inicialmente, chegou a se cogitar que os garotos esperassem dentro do local até que as monções chegassem ao fim. Por Reuters.

Equipes de resgate auxiliam no resgate dos jovens presos na caverna inundada: eles têm idades entre 11 e 16 anos (Royal Thai Navy/AFP)

Integrantes do time de futebol que ficaram presos dentro da caverna: operação de resgate envolve dezoito mergulhadores (Reprodução/Facebook/VEJA.com)

Meninos presos em caverna na Tailândia enviam cartas para familiares: dois garotos retirados já foram identificados (Thai Navy Seal/Reuters)

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Alunos da Ufac se apresentam em congresso sobre socioeconomia rural — Universidade Federal do Acre

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Alunos da Ufac se apresentam em congresso sobre socioeconomia rural---todos.jpg

Quatro estudantes de graduação da Ufac representaram a instituição no 64º Congresso da Sociedade Brasileira de Economia, Administração e Sociologia Rural (Sober, na sigla em inglês), ocorrido na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre, de 19 a 23 de julho, com o tema “Políticas para Natureza, Alimentação e Nutrição em Tempos de Incerteza e Mudanças Climáticas”.

Os trabalhos, desenvolvidos no âmbito dos grupos de pesquisa Estudos em Economia, Finanças, Política e Segurança Alimentar e Nutricional (Elos) e Governança Fundiária, Desenvolvimento Econômico e Políticas Públicas (GPD), contaram com a coautoria e orientação dos professores e coordenadores dos grupos, Graziela Gomes Bezerra, Elyson Ferreira de Souza e Gisele Elaine de Araújo Batista Souza.

Cultivo do cacaueiro

O aluno de Sistemas de Informação, Guilherme Félix Cavalcante, apresentou, na quarta-feira, 22, o trabalho “Cacauicultura na Região Norte: Análise do Desempenho Produtivo, Dinâmica Comercial e Sustentabilidade”. O estudo aborda a cacauicultura e oferece uma análise do desempenho produtivo, da dinâmica comercial e dos aspectos de sustentabilidade, fornecendo dados para o desenvolvimento rural, territorial e regional, além de subsidiar práticas mais sustentáveis para a cadeia produtiva do cacau.

“A participação no evento é um marco significativo em minha formação acadêmica”, disse Guilherme. “Dissemina os resultados da minha pesquisa e fomenta o desenvolvimento de habilidades de comunicação, pensamento crítico e construção de uma rede de contatos profissionais.”

Bananicultura no Acre

A aluna de Ciências Econômicas, Maria Eduarda Souza Diniz, apresentou, na quarta-feira, 22, o trabalho “Desenvolvimento Produtivo e Dinâmica da Bananicultura no Acre: Uma Análise da Produção e dos Mercados (1994-2024)”, o qual analisa a evolução da bananicultura no Acre durante três décadas, contribuindo para o entendimento das transformações produtivas e comerciais desse setor, além de fornecer subsídios para o fomento de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento rural, territorial e regional.

“O congresso proporciona um ambiente de aprendizado e troca de experiências com outros pesquisadores e profissionais da área”, contou Maria Eduarda. “Isso enriquece minha formação e contribui para consolidação da Ufac como um polo de produção científica de excelência.”

Mulheres na gestão

A aluna de Ciências Econômicas, Riely Nilce de Melo Avilar, apresentou, na terça-feira, 21, o trabalho “Mulheres na Gestão de Propriedades Rurais na Amazônia Legal”. A pesquisa trata da atuação feminina no desenvolvimento regional e contribui para o debate sobre agricultura familiar, ruralidades e relações de gênero no meio rural, oferecendo perspectivas para promoção da equidade e do desenvolvimento sustentável na região. Esse estudo teve, ainda, coautoria de Raiza Gabriele Lima dos Santos.

“Apresentar um trabalho num congresso de relevância nacional, como o da Sober, e para uma audiência especializada é fundamental para minha formação profissional e promoção de intercâmbios”, pontuou Riely.

Milho e inflação

O aluno de Ciências Econômicas, Rogério Gonçalves Bezerra Junior, apresentou, na segunda-feira, 20, o trabalho “Análise da Inflação na Cadeia Produtiva do Milho: Evidências a Partir de Dados de Produção”, com o qual investigou como fatores econômicos afetam a produção do milho e o custo de vida, servindo como base para formuladores de políticas públicas e agentes do mercado.

“Além de projetar a pesquisa desenvolvida na Ufac para um público qualificado, tive a oportunidade de uma experiência inestimável de intercâmbio científico”, comentou Rogério. “Também destaco a discussão de ideias, o recebimento de feedback e a mobilização de contatos.”

 



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Ufac lança Plano de Acessibilidade da Infraestrutura Física (2026-2029) — Universidade Federal do Acre

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Ufac lança seu Plano de Acessibilidade da Infraestrutura Física-interna.jpg

A Ufac lançou seu Plano de Acessibilidade da Infraestrutura Física (2026-2029). A solenidade ocorreu na sexta-feira, 17, no auditório Pedro Martinello, no Centro de Convenções, campus-sede. A iniciativa integra o projeto “Ufac em Ação: Acessibilidade, Inclusão e Segurança” e busca orientar as ações destinadas à construção de uma universidade mais acessível, inclusiva e segura.

A reitora Guida Aquino destacou que a instituição já realizou melhorias de acessibilidade, mas ainda precisa avançar e buscar recursos para executar as ações previstas no plano. “Nós temos que buscar agora investimento para que possamos acolher nossos estudantes; a universidade não existe sem aluno.” Segundo ela, essas iniciativas devem atender também os servidores que necessitam de condições adequadas de acessibilidade.

O coordenador do projeto e prefeito do campus-sede, Artheson Cruz, explicou que o crescimento da infraestrutura física da Ufac ocorreu em diferentes períodos, com edificações construídas de acordo com normas distintas. Essa situação, para ele, resultou na existência de espaços acessíveis que não estão completamente conectados entre si.

“Você entra em um prédio que tem acessibilidade e, quando sai daquele local, já se depara com uma situação de ausência da acessibilidade”, disse e ressaltou que o aumento do número de pessoas com deficiência que ingressam na universidade exige a adequação dos espaços para garantir dignidade, autonomia, permanência e conclusão dos cursos.

O plano estabelece diretrizes para superar progressivamente os desafios de acessibilidade no campus-sede, no campus Floresta e nos núcleos da Ufac no Estado. Para a elaboração do documento, foram realizados levantamento técnico da infraestrutura e escuta qualificada com pessoas surdas, com deficiência visual e autistas.

A representante do Núcleo de Acessibilidade e Inclusão, Rayfa Almeida, destacou que a efetivação das medidas é fundamental para garantir o acesso e a permanência das pessoas com deficiência na universidade. “Esperamos que seja concretizado realmente, que seja efetivo para as pessoas com deficiência conseguirem finalizar seus cursos.”

 



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Parfor da Ufac em Santa Rosa do Purus lança livro de contos — Universidade Federal do Acre

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Parfor da Ufac em Santa Rosa do Purus lança livro de contos-interna.jpg

Estuantes do Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (Parfor), da Ufac em Santa Rosa do Purus (AC), no âmbito da disciplina Oficina Pedagógica: Leitura e Escrita na Escola, lançaram o livro “Tecendo Leituras: Contos e Caminhos para o Letramento Literário”. O evento ocorreu no sábado, 18, no município, reunindo professores, gestores, autoridades locais, familiares dos alunos e a representante do Parfor na ocasião, professora Grace Gotelip.

A obra foi organizada pela professora Emilly Ganum Areal e sua reprodução foi viabilizada com o apoio da Pró-Reitoria de Graduação (Prograd), por meio da Diretoria de Apoio à Interiorização e Programas Especiais (Dainpes). Segundo ela e os envolvidos no processo criativo, a iniciativa representa um marco para o Parfor da Ufac por resultar diretamente de uma disciplina do curso de graduação e reunir, pela primeira vez, textos literários de autores de Santa Rosa do Purus.

Além disso, agradeceram à Ufac, por meio da Prograd e da Dainpes, pelo apoio na concretização do projeto, o qual, para eles, deixa um legado no munícipio, incentiva a produção literária regional e reafirma o compromisso da universidade com a interiorização do ensino superior e com o desenvolvimento social através da educação.

 



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