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França se prepara para quebrar novo recorde de exportação

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O ano de 2022 parece distante, esta safra catastrófica para a França, que teve de importar mais eletricidade do que exportava pela primeira vez em mais de quarenta anos. O país recuperou agora a sua posição como principal exportador de electricidade na Europa. Uma energia em grande parte de baixo carbono, portanto eficaz contra o aquecimento global, principalmente graças à energia nuclear e hidráulica.

Salvo uma inversão improvável da situação, a França prepara-se mesmo para bater o seu próprio recorde nesta área. Desde o início do ano, apesar das importações marginais para consumo de ponta, já exportou um saldo líquido de 78 terawatts-hora (TWh); Contagem comunicada, quarta-feira, 13 de novembro, pela gestora francesa da rede de transporte de eletricidade, RTE. Isto é mais do que o recorde anual de 2002, que foi de cerca de 77 TWh.

E, novamente, espera-se que o total aumente até 31 de dezembro. De acordo com as previsões do gestor, e sujeito a condições meteorológicas susceptíveis de afectar as necessidades de aquecimento, ou mesmo a produção eólica, poderá terminar com um saldo líquido de cerca de 85 TWh. Isto deve ser visto como uma prova de que hoje “ Produção francesa de baixo carbono (…) é muito competitivo nos mercados europeus e que, assim que estiver disponível, se chama “segundo Thomas Veyrenc, diretor geral responsável por economia, estratégia e finanças da RTE.

Sobriedade voluntária ou forçada

No dia 7 de novembro, a EDF apresentou uma projeção ainda maior: segundo o operador do parque nuclear e principal operador hidráulico nacional, o país poderá registar 90 TWh de exportações líquidas no final do exercício. Sabendo que, ao longo de todo o ano de 2023, a França produziu cerca de 495 TWh e exportou 50.

Como, então, podemos explicar o recorde potencial para 2024? Baseia-se tanto no aumento da produção como no consumo relativamente estagnado em comparação com 2023. Apesar da sua “lado positivo”os números das exportações significam que “a electrificação e portanto a descarbonização dos usos não avança ou avança muito pouco no país”assim tempera Mathias Laffont, vice-delegado geral da União Francesa de Eletricidade.

Tendo em conta as variações climáticas, o consumo anual deverá terminar o ano em torno dos 450 TWh, mais ou menos como em 2023. Esta projeção confirma sobretudo uma queda de cerca de 6% face à média do período 2014-2019 – tendência também observável em “países vizinhos”sublinha a EDF. É difícil, no entanto, avaliar com precisão as razões para tal declínio. Porque a sobriedade pode ser voluntária… ou imposta, quando os preços da energia disparam e se tornam dissuasivos. Para clientes industriais, pode ser “um sinal de abrandamento da situação económica”observa Christophe Bouneau, professor de história econômica na Universidade Bordeaux-Montaigne.

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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint) da Ufac e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC) realizam o Startup Day-2026, em 21 de março, das 8h às 12h, no espaço Sebrae-Lab, Centro de Convivência do campus-sede. O evento é dedicado à inovação e ao empreendedorismo, oferecendo oportunidades para transformar projetos em negócios de impacto real. As inscrições são gratuitas e estão abertas por meio online.

O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiências, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negócios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentações, painel e palestra, além de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.

 



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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia

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Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.

A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.

A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.

Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.

O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

A Ufac inaugurou a campanha internacional Banco Vermelho, símbolo de conscientização sobre o feminicídio. A ação integra iniciativas inspiradas na lei n.º 14.942/2024 e contempla a instalação, nos campi da instituição, de três bancos pintados de vermelho, que representa o sangue derramado pelas vítimas. A inauguração ocorreu nesta segunda-feira, 9, no hall da Reitoria.

São dois bancos no campus-sede (um no hall da Reitoria e outro no bloco Jorge Kalume), além de um no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A reitora Guida Aquino destacou que a instalação dos bancos reforça o papel da universidade na promoção de campanhas e políticas de conscientização sobre a violência contra a mulher. “A violência não se caracteriza apenas em matar, também se caracteriza em gestos, em fala, em atitudes.”

A secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, ressaltou a importância de a Ufac incorporar o debate sobre o feminicídio em seus espaços institucionais e defendeu a atuação conjunta entre universidade, governo e sociedade. Segundo ela, a violência contra a mulher não pode ser naturalizada e a conscientização precisa alcançar também a formação de crianças e adolescentes.

A inauguração do Banco Vermelho também ocorre no contexto da aprovação da resolução do Conselho Universitário n.º 266, de 21/01/2026, que institui normas para a efetividade da política de prevenção e combate ao assédio moral, sexual, discriminações e outras violências, principalmente no que se refere a mulheres, população negra, indígena, pessoas com deficiência e LGBTQIAPN+ no âmbito da Ufac em local físico ou virtual relacionado.

No campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, a inauguração do Banco Vermelho contou com a participação da coordenadora do Centro de Referência Brasileiro da Mulher, Anequele Monteiro.

Participaram da solenidade, no campus-sede, a pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Filomena Maria Cruz; a pró-reitora de Graduação, Ednaceli Damasceno; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; a coordenadora do projeto de extensão Infância Segura, Alcione Groff; o secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal; a defensora pública e chefe do Núcleo de Promoção da Defesa dos Direitos Humanos da Mulher, Diversidade Sexual e Gênero da DPE-AC, Clara Rúbia Roque; e o chefe do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Mulher do MP-AC, Victor Augusto Silva.

 



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