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Furacão caribenho de final de temporada deverá atingir Cuba esta semana | Notícias meteorológicas
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2 anos atrásem
Se se formar, Rafael será o 11º furacão da temporada de 2024 e poderá atingir o oeste de Cuba como uma tempestade de categoria 1.
Miami, Flórida, Estados Unidos – UM furacão deverá se formar no Caribe e trazer fortes chuvas e deslizamentos de terra para Cuba antes de chegar às águas quentes do Golfo do México, de acordo com o Serviço Meteorológico Nacional dos EUA.
Espera-se que a tempestade tropical Rafael se transforme em furacão na segunda-feira, à medida que se aproxima da Jamaica, e também pode trazer fortes chuvas para Florida Keys e partes do sudeste dos EUA no final da semana, disse o comunicado com sede em Miami. Centro Nacional de Furacões (NHC) disse.
Jamaica e Cuba podem ter até 230 mm (9 polegadas) de chuva, podendo causar inundações.
O governo de Cuba emitiu um alerta de furacão para a capital, Havana, e províncias no leste de Cuba, incluindo Pinar del Rio e Matanzas.
A tempestade pode agravar uma situação crise energética aguda em Cuba. Partes da ilha sofreram cortes de energia prolongados nas últimas semanas devido a infra-estruturas decrépitas e à falta de combustível para as suas centrais eléctricas alimentadas a petróleo.
Cuba ainda está se recuperando Furacão Oscarque atingiu o extremo leste da ilha há duas semanas com ventos máximos sustentados de cerca de 130 km/h (80 mph).
O novo sistema climático ainda era apenas uma depressão tropical na manhã de segunda-feira e estava localizado a cerca de 310 quilômetros (196 milhas) ao sul de Kingston, na Jamaica. Ele tinha ventos máximos sustentados de 55 km/h (35 mph) e se movia para o norte a 15 km/h (9 mph), disse o NHC.
Uma tempestade tropical se forma quando os ventos sustentados atingem 63 km/h (39 mph) e se torna um furacão quando atingem 119 km/h (74 mph).
A tempestade deveria se mover perto da Jamaica na noite de segunda-feira e atingir a força de um furacão antes de atingir o oeste de Cuba na noite de terça-feira ou na manhã de quarta-feira.
Os meteorologistas disseram que o núcleo do furacão deverá passar a oeste da Flórida, enquanto as condições atmosféricas adversas devem impedir que Rafael, a 18ª tempestade nomeada da temporada de furacões de 2024, se transforme em um sistema climático com risco de vida à medida que se aproxima da costa dos EUA sobre o Golfo. do México.
Esta temporada de furacões já registrou atividade acima da média, com 10 furacões já, incluindo dois grandes – Helena e Milton – que atingiu a Flórida e a Carolina do Norte, causando destruição generalizada e matando mais de 200 pessoas.
Apenas sete temporadas registradas tiveram 11 furacões no Atlântico na primeira semana de novembro, de acordo com Philip Klotzbach, meteorologista da Colorado State University.
O potencial ciclone tropical 18 formou-se nas Caraíbas e prevê-se que se torne um #furacão até 6 de novembro. Se isso acontecer, será o 11º da temporada atlântica de 2024. 7 temporadas registradas tiveram mais de 11 furacões no Atlântico até 6 de novembro: 1933, 1950, 1969, 1995, 2005, 2010, 2020. pic.twitter.com/EXYqB5ZLPC
-Philip Klotzbach (@philklotzbach) 3 de novembro de 2024
“É importante notar que apenas quatro furacões no registro moderno (desde 1966) foram registrados no Golfo do México em novembro, portanto, um furacão aqui neste final da temporada seria um evento incomum”, observou Michael Lowry, especialista em furacões. em Miami e autor do blog Eye on the Tropics.
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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.
Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).
O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.
Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.
Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.
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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.
Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.
Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.
O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.
“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.
A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.
“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.
Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.
A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.
Fhagner Soares – Estagiário
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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.
A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).
O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.
Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.
“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.
O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.
Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.
Fhagner Soares – Estagiário
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