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Gales contra Inglaterra: Seis Nações 2025 – Live | Seis Nações 2025
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1 ano atrásem
Lee Calvert
Eventos -chave
Equipes
Matt Sherratt faz algumas mudanças em sua formação inicial; Joe Roberts substituindo os feridos Tom Rogers na asa, e Aaron Wainwright escolheu para começar o flanco à frente de Tommy Reffell. Nick Tompkins retorna a um banco dividido de 5-3.
A Inglaterra tem várias mudanças, tanto o pessoal quanto o posicional, enquanto Steve Borthwick embaralha seu time devido a lesão e rotação após a vitória na Itália. Marcus Smith retorna ao zagueiro e Tommy Freeman muda para o centro na ausência de Olly Lawrence. Tom Roebuck preenche a vaga deixada por Freeman na asa. No atacante, Luke Cowan-Dickie substitui Jamie George em Hooker, e Ben Curry se junta ao seu irmão gêmeo Tom na fila de trás, com Ben Earl mudando para o número 8. O banco apresenta um retorno para George Ford a um esquadrão da jornada e a inclusão do promissor flanker, Henry Pollock.
Gales:
Blair Murray, Ellis Mee, Max Llewellyn, Ben Thomas, Joe Roberts, Gareth Anscombe, Tomos Williams; Nicky Smith, Elliot Dee, Willgriff John, Will Rowlands, Dafydd Jenkins, Aaron Wainwright, Jac Morgan (capitão), Taulupe Faletau.
Substituições: Dewi Lake, Gareth Thomas, Koon Assiratti, Teddy Williams, Tommy Reffell, Rhodri Williams, Jarrod Evans, Nick Tompkins.
Inglaterra:
Marcus Smith, Tom Roebuck, Tommy Freeman, Fraser Dingwall, Elliot Daly, Fin Smith, Alex Mitchell; Ellis Genge, Luke Cowan-Dickie, Will Stuart, Maro Itoje, Ollie Chessum, Tom Curry, Ben Curry, Ben Earl.
Substituições: Jamie George, Fin Baxter, Joe Heyes, Chandler Cunningham-South, Henry Pollock, Tom Willis, Jack van Poortvliet, George Ford.
Bata -me com suas opiniões. Fui duro ao postar que a Inglaterra pode não merecer vencer o torneio? Seus pensamentos sobre isso e mais são bem -vindos e-mail.
Preâmbulo
A recente morte de Gene Hackman levou a uma repartição de algumas de suas maiores performances; entre eles sua vez como Little Bill, o xerife em Imperdovado. Enfrentando sua própria morte iminente, Bill afirma: “Eu não mereço isso … eu estava construindo uma casa”, à qual seu assassino William Munny responde, “merece não ter nada a ver com isso”. Este é tantas vezes assim; Nos filmes, na vida, especialmente no esporte e nas duas equipes iniciam a partida hoje com a chance de um prêmio que nenhum deles fez muito para ganhar.
Depois de um pouco de algumas semanas e meses inspiradores, a Inglaterra poderia vencer o show inteiro por meio de seu novo talento encontrado de alertar vitórias apertadas contra a oposição superior. Eles precisarão de um ponto de bônus de tentativa e um resultado inesperado em Paris, mas mesmo assim quem viu isso chegando após o outono?
O País de Gales, por outro lado, tem uma chance externa de perder esta partida, mas ainda não terminar o fundo da mesa; Um ato de furto tão hediondo que você seria perdoado por pensar que Matt Sherratt fazia parte da gangue do jardim de Hatton. Dois pontos de bônus serão necessários aqui, que não estão nos limites externos da escala de plausibilidade. Ou eles poderiam seguir a rota mais mundana de vencer hoje, o que abre um outro debate sobre direito.
Há muito em jogo, a Inglaterra e o País de Gales podem acabar com nada além de segundo e uma colher de pau, respectivamente, o que poderia ser o que eles realmente merecem. Não que isso tenha muito a ver com isso.
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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre
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2 dias atrásem
26 de junho de 2026A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.
Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.
Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.
O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.
Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.
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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre
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5 dias atrásem
23 de junho de 2026O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.
O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.
A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.
O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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2 semanas atrásem
17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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