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Garota de 17 anos passa em concurso público antes de terminar o Ensino Médio

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Abertas as inscrições para o concurso para diplomata, são 50 vagas para o Itamaraty, com salário inicial de R$ 22.558,56. As provas serão em julho e agosto. Foto: Agência Brasil

Com 17 anos, a garota de Guará (DF), foi aprovada em um concurso público. – Foto: Record Brasília

Essa garota de 17 anos foi aprovada em um concurso público quando tinha apenas 16 anos de idade. Com o salário, a jovem sonha em pagar uma faculdade de medicina e se tornar médica psiquiatra.

Isabella Ferreira, do Guará, conseguiu o feito impressionante ao ser aprovada como assistente administrativa no Conselho Federal de Medicina. Quando tinha 15 anos, a menina foi aprovada em uma faculdade, mas como não conseguiu bancar as mensalidades, precisou adiar o sonho.

Mas ela não desistiu e encontrou nos estudos para concurso uma saída para juntar o dinheiro necessário. Agora, ela colhe os frutos da vitória. “Eu chegava da escola, dormia um pouco e só de noite estudava. Tinha que equilibrar o ensino médio e o concurso, mas era meu objetivo e eu consegui”, disse em entrevista à Record Brasília.

Sonho de ser médica

Desde cedo, Isabella sabia o que queria ser: médica, especificamente médica psiquiatra,

Ela batalhou muito por isso e aos 15 anos foi aprovada em uma faculdade privada.

No entanto, o alto custo das mensalidades fez com que ela buscasse outro caminho para não desistir do objetivo.

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Concurso foi saída

Com apenas 16 anos, ela decidiu prestar concurso público.

A ideia era simples, mas muito ambiciosa: conseguir um emprego estável para juntar dinheiro e pagar os estudos.

Com uma rotina puxada e uma vida intensa, a menina se equilibrava entre a escola e o concurso.

Para estudar, recorreu a materiais gratuitos de cursinho de Brasília e um celular, que ganhou em um sorteio.

Superou a dor para vencer

Em meio aos estudos, Isabella perdeu a avó.

A idosa era uma das maiores incentivadoras da menina. A dor foi grande, mas ela transformou o luto em força.

A aprovação veio no ano passado e agora a jovem espera o período para ser chamada.

“Tudo que eu passei foi para o meu bem, para minha maturidade”, contou a menina.

Para a mãe, Suely Ferreira, a menina foi brilhante e vai alçar voos mais altos.

“Os jovens não querem estudar porque não têm incentivo. Acho que todo pai e toda a mãe tem que incentivar os filhos a estudar, porque tudo que vem fácil, vai fácil. Hoje em dia tem que lutar pelos seus objetivos. Sempre achei que eu tinha que ser mãe, companheira e amiga, tudo na vida da minha filha, porque um dia sei que ela vai me ajudar”, explicou.

A rotina era intensa e ela usava um celular que ganhou em um sorteio para estudar. - Foto: Record Brasília

A rotina era intensa e ela usava um celular que ganhou em um sorteio para estudar. – Foto: Record Brasília



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre

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2026.09.30 Reunião Consu-Ufac (2).JPG

O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.

A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.

A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.

“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”

Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”

Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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SAE-CZS — Universidade Federal do Acre

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SAE-CZS — Universidade Federal do Acre

A Diretoria Geral do Campus Floresta (DG-Camp), por meio do Setor de Assistência Estudantil (SAE-CZS), comunica a suspensão do Restaurante Universitário nesta segunda-feira, 28, para o Campus Floresta, em decorrência do ponto facultativo decretado pela Reitoria por meio da Portaria n.º 3.914, de 24/09/2026, em virtude da celebração do Aniversário do município de Cruzeiro do Sul (AC).
Contamos com a compreensão de toda a comunidade acadêmica.

 



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