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Pescador usa drone e salva garota que se afogava na praia; levada pela correnteza

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O casal de namorados comemorou quatro meses de namoro distribuindo gentileza em um hospital dos EUA. - Foto: @lilivspamm/TikTok

Andrew Smith é um pescador amador de tubarões, mas com um drone que usa nas pescarias, salva uma garota que estava na praia, nos EUA, mas por pouco não se afoga. Incrível. Foto: ABC News

Até parece história de pescador, mas não é. No caso, o herói é justamente aquele que tem fama de ser o contador de vantagens. Ele salva uma garota que estava prestes a se afogar usando um drone. Isso mesmo! Com habilidade, o homem movimenta o equipamento e resgata a adolescente.

Andrew Smith é um pescador amador de tubarões. Ele nem pretendia ir a Pensacola, na Flórida, nos EUA, mas acabou indo para acompanhar um amigo. Ao chegar à praia, uma jovem pediu ajuda para salvar a amiga que estava se afogando e não sabia nadar.

Como Andrew além de não saber nadar, sofre de convulsões, preferiu não arriscar. Mas tinha a favor dele, o drone que utiliza nas pescarias. Foi aí que resolveu usar o equipamento. Assim, movendo com jeitinho, ele se aproximou da garota que estava a 100 metros da margem e agarrou as mãos dela, segurou firme e foi puxando.

Parecia filme de ficção

Todos que acompanharam o resgate pareciam não acreditar. Isso valia até para o próprio herói, que ganhou um novo nome.

O pai da adolescente disse que ele é muito mais. “Ele conversou comigo por uns cinco minutos, me chamou de anjo da guarda e me agradeceu”, disse Smith. “Foi uma loucura.”

Uma testemunha descreveu o gesto como um “verdadeiro ato de humanidade”.

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Operação resgate certo

Andrew tentou duas vezes a operação com o drone. Na primeira, deu errado. “Corri, peguei um desses e voltei correndo para o drone”, disse Smith. “Eu o soltei, mas foi um erro terrível. Soltei muito cedo, estava ventando muito.”

Nesse momento, a adolescente já estava lutando contra a correnteza havia cinco minutos. “Eu estava tremendo muito”, disse Smith. “Foi estressante, quase chorei.”

“Eu o voei de volta e, depois do primeiro voo, percebi como estava ventando”, disse Smith. “Então, baixei o drone, mas tive que ir cada vez mais devagar até ela, porque era só isso. Era a última oportunidade que teríamos”, continuou. “Abaixei até que fosse possível ver as mãos dela agarrando-o, depois abaixei um pouco mais e soltei”, disse Smith. “Ela subiu e começou a flutuar.”

Pouco mais de cinco minutos

Entre a primeira e a segunda tentativa, bem-sucedida, se passaram pouco mais de cinco minutos. “Se não fosse pela segunda tentativa que deu certo, ela não teria sobrevivido”, disse Andrew.

A jovem, em pânico, foi perdendo as forças e o fôlego. Por volta das 19h, os socorristas chegaram, segundo a CBS12.

Com habilidade, o pescador opera o drone e salva a garota na praia, que quase se afoga. Foto: ABC News

Com habilidade, o pescador opera o drone e salva a garota na praia, que quase se afoga. Foto: ABC News



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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.

A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.

Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.

O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.

 



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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.

Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.

Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.

O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.

“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.

A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.

“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.

Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.

A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.

Fhagner Soares – Estagiário

 



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