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Gaza CeaseFire Talks Stand, como o Egito propõe um plano de reconstrução de longo prazo | Gaza
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Julian Borger in Jerusalem
Palestras destinadas a manter o cessar -fogo em Gaza Bateu um impasse no Cairo no sábado, sobre se a trégua deve avançar para uma segunda fase.
Uma autoridade do Hamas disse que as negociações multilaterais na capital egípcia não fizeram progresso na sexta-feira, e não havia evidências de que as negociações tenham retomado no sábado, o último dia da primeira fase de seis semanas do cessar-fogo.
O Hamas não participou diretamente das negociações, mas tem coordenado com autoridades do Catar e egípcio que estão na mesa de negociações conosco e as delegações israelenses. Os negociadores deixaram o Cairo na noite de sexta -feira, e não havia sinal deles se reunindo no final do sábado.
Os negociadores israelenses chegaram ao Cairo com uma proposta de estender a primeira fase por mais seis semanas, mas o Hamas disse que rejeitou essa “formulação”.
Embora a primeira fase envolva principalmente a libertação de reféns israelenses em troca de palestinos mantidos nas prisões israelenses, um aumento nas entregas de ajuda e um retiro de tropas israelenses de algumas posições, a segunda fase requer uma retirada israelense completa e uma cessação mais duradoura das hospedeiras.
A retirada primeiro envolveria uma retração do Corredor de Philadelphi ao longo da fronteira sul de Gaza com o Egito. O primeiro -ministro israelense Benjamin Netanyahu havia chamado o controle da zona tampão de necessidade estratégica, mas concordou em janeiro para concluir a retirada de Philadelphi no 50º dia do Acordo de Ceasefire, 9 de março.
Tal retiro poderia, no entanto, desencadear o colapso de sua coalizão de direita, que, por sua vez, forçaria novas eleições, nas quais o futuro político de Netanyahu seria incerto.
Analistas políticos israelenses sugeriram que Netanyahu concordou com o cessar -fogo sob pressão de Donald Trump, confiante de que o acordo nunca chegaria a uma segunda fase. Enviado especial do Oriente Médio de Trump, Steve Witkoffno entanto, insistiu que uma segunda fase do acordo de cessar -fogo deveria ser implementada, para garantir a liberação do 59 reféns restantesapenas 25 dos quais se pensa ainda estar vivo. A maioria dos israelenses também quer que o governo priorize a liberação dos reféns, mas essa posição se opõe à extrema direita israelense, sem quem a coalizão não poderia permanecer no poder. Os partidos de direita argumentam que a prioridade de Israel deve ser a destruição do Hamas.
Após a promoção do boletim informativo
No acordo de trégua em janeiro, há provisão para o cessar -fogo manter, mesmo que a primeira fase termine sem um acordo em um segundo, desde que as negociações de boa fé continuem. No início da semana passada, Witkoff disse que voltaria Para a região no domingo, se as negociações corriam bem. Não ficou claro no sábado se ele ainda pretendia fazer a viagem.
Ainda não há acordo sobre quem deve administrar Gaza, uma vez que um final duradouro da guerra possa ser acordado. Trump causou consternação e perplexidade no início de fevereiro com a sugestão de choque de que o Nós devemos “possuir” Gazaque seria de alguma forma esvaziado de seus mais de dois milhões de habitantes palestinos para dar lugar a uma “riviera no Mediterrâneo”.
A Declaração não foi seguida por Washington com nenhum detalhe sobre como pode ser colocado em vigor. Na quarta -feira, oficiais militares israelenses apresentaram aos funcionários da ONU um plano pelo qual Israel apertaria seu controle sobre a administração de suprimentos de ajuda a Gaza, através de hubs logísticos em áreas sob controle militar.
Os estados da Liga Árabe devem se reunir na terça -feira para discutir um Plano alternativo projetado por egípcia Envolvendo um plano de reconstrução de três a cinco anos, começando com a criação de campos temporários para os Gazans viverem enquanto seus distritos de origem são reconstruídos.
Uma das principais questões de discórdia nos planos de “dia seguinte” para Gaza é quem deve estar no controle. A Europa e o governo anterior dos EUA apoiaram um governo por uma autoridade palestina “revitalizada” (PA), que atualmente administra parte da Cisjordânia. Mas Netanyahu insistiu que a AF não deveria fazer parte da governança de Gaza, e o corpo tem pouca credibilidade entre os palestinos.
“A autoridade palestina não está disposta nem capaz de governar Gaza em um futuro próximo. A ocupação israelense não é possível nem desejável, e um estado constante de caos é uma ameaça à segurança para Israel e um desastre humanitário em andamento para Gaza ”, argumentou o líder da oposição israelense, Yair Lapid, em uma coluna no Haaretz jornal.
Ele sugeriu que o Cairo recebesse o emprego.
“O Egito assumirá a responsabilidade pela administração da Strip Gaza por oito anos, que pode ser estendida para 15 anos”, escreveu Lapid. “Gaza estaria sob controle egípcio temporário. Durante esse período, Gaza seria reconstruído e as condições de longo prazo para o governo independente seriam criadas. ”
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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre
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17 de outubro de 2026A Ufac, por meio da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Progep) e da Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida (DSQV), realizou nesta sexta-feira, 16, no estacionamento H (bloco de Medicina) do campus-sede, uma ação de prevenção e cuidado à saúde da mulher em alusão à campanha Outubro Rosa. Com o tema “A rotina pode esperar um pouco. Cuidar de você também é prioridade”, a iniciativa disponibilizou exames preventivos do colo do útero (PCCU) e testes rápidos para toda a comunidade acadêmica.
A diretora de Saúde e Qualidade de Vida da Ufac, Ane Kelly Severino Salvino, destacou a importância de facilitar o atendimento no próprio ambiente de trabalho para servidoras e terceirizadas. “A ideia é que elas parem por um momento, deixem o trabalho um pouquinho de lado e passem a se cuidar. Oferecer essa facilidade é muito gratificante”, afirmou. Ela ressaltou ainda as parcerias com a Uninorte, o sindicato e a Residência em Enfermagem Obstétrica para ampliar a ação.
A coordenadora de Vigilância à Saúde do Servidor, Priscila Miranda, ressaltou a importância de uma abordagem integral da saúde feminina e chamou a atenção para a sobrecarga da rotina das mulheres. “Trazemos esse olhar para mostrar que a mulher precisa se conscientizar sobre a prioridade de cuidar de si mesma e de sua saúde física e mental, não apenas no Outubro Rosa. Trazer esses exames para dentro da universidade dá a elas o tempo necessário para o autocuidado”, pontuou.
Conscientização e prevenção
Durante a ação, residentes do programa de Enfermagem Obstétrica da Ufac atuaram no acolhimento e na orientação das mulheres atendidas, reforçando a importância da prevenção do câncer do colo do útero, apontado como o segundo tipo com maior mortalidade feminina no mundo.
A enfermeira residente Francisca da Silva enfatizou que a campanha é um momento estratégico de mobilização. “Nós temos todos os 12 meses do ano para orientar, mas o mês de outubro é quando toda a rede intensifica ações para chamar as mulheres a realizarem seus exames o quanto antes”, ressaltou.
A enfermeira residente Vitória Amorim alertou que o câncer do colo do útero é assintomático no início, mas pode ser prevenido por meio do rastreamento e do tratamento de lesões precursoras. “Com o rastreamento periódico pelo PCCU, é possível diagnosticar e tratar lesões pré-cancerígenas anos antes que a doença se desenvolva. Por isso, promover essa educação em saúde no campus é vital para estimular o cuidado rotineiro”, explicou.
A iniciativa contou com a parceria do programa de Residência em Enfermagem Obstétrica da Ufac, dos cursos de Medicina e Enfermagem da Uninorte e do sindicato da categoria, que contribuíram para o suporte técnico e o atendimento às participantes.
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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre
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15 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática (MPECIM), reuniu-se com representantes da Secretaria de Estado de Educação do Acre (SEE) na manhã desta terça-feira, 13, para discutir possibilidades de parceria para disponibilizar produtos educacionais desenvolvidos no programa de pós-graduação aos professores da rede estadual de ensino. O encontro ocorreu na sede da secretaria.
A proposta busca ampliar o acesso dos professores aos materiais produzidos no âmbito do MPECIM, contribuindo para o fortalecimento das práticas pedagógicas e da formação continuada dos docentes.
Participaram da reunião o coordenador do MPECIM, Pierre André Garcia Pires; a secretária adjunta de Ensino, Gleicicleia Gonçalves de Souza; e a assessora técnico-pedagógica da Diretoria de Ensino, Fabiany Soares Mamed.
O encontro permitiu discutir possibilidades de cooperação entre as instituições para viabilizar o acesso dos professores da rede estadual aos produtos educacionais desenvolvidos pela universidade
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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre
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14 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) inaugurou, na manhã desta terça-feira, 13, o Núcleo Integrado de Apoio às Coordenações (NIAC), instalado na Pró-Reitoria de Graduação (Prograd). A iniciativa tem como objetivo oferecer suporte administrativo aos cursos de graduação, neste momento com atendimento prioritário a oito coordenações que estão sem servidores técnico-administrativos. A proposta prevê também o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações no âmbito do núcleo. A solenidade contou com a participação do reitor Josimar Ferreira, da vice-reitora Almecina Balbino, da pró-reitora de Graduação, Danila Torres, e da pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas substituta, Juliana Queirós.
O reitor destacou a importância da iniciativa para o funcionamento dos cursos e reconheceu a colaboração dos servidores envolvidos. “Quero parabenizar toda a equipe da Prograd, reconhecer o voluntariado dos nossos secretários de curso e o apoio das coordenações”, afirmou Josimar. Segundo ele, o serviço dará suporte especialmente às coordenações que estão sem secretários, mas também poderá atender aos demais coordenadores de curso.
A criação do NIAC é uma iniciativa da Prograd e da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodgep), que contou também com a participação inicial do Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca). O espaço foi organizado nas instalações da Prograd para facilitar o acompanhamento das atividades e o apoio aos servidores.
Segundo a pró-reitora Danila Torres, a proposta surgiu da necessidade de atender coordenações que enfrentam dificuldades na execução das atividades administrativas. Algumas delas estão há mais de oito meses sem servidores técnicos, deixando os coordenadores responsáveis também pelas rotinas administrativas. “A gente vai tentar apoiar as coordenações naquilo que elas precisam”, explicou.
O núcleo funciona por meio de uma escala de revezamento de servidores técnico-administrativos de outras coordenações. Atualmente, sete profissionais participam voluntariamente da iniciativa, com autorização das chefias imediatas, dedicando dois dias por semana ao atendimento compartilhado, sem deixar suas atividades nas unidades de origem.
A meta é ampliar a equipe para dez servidores, permitindo a presença de dois profissionais no turno da manhã e dois à tarde. “O serviço deles é padrão, é comum, então não tem um técnico para uma coordenação. Todos trabalham em todas essas oito coordenações”, explicou Danila.
Entre as primeiras demandas do NIAC está o lançamento das ofertas de disciplinas do semestre letivo 2026.2 no sistema acadêmico, considerando o início das solicitações de matrícula pelos estudantes nesta quinta-feira, 15. A medida busca assegurar o andamento dos procedimentos acadêmicos nas coordenações que não dispõem de técnicos para executar essas atividades.
Além do atendimento inicial às oito coordenações, a proposta é ampliar gradualmente a atuação do núcleo para oferecer suporte às demais unidades acadêmicas, incluindo o auxílio a novos coordenadores nas rotinas administrativas dos cursos e o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações.
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