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Gêmeas brasileiras que nasceram de cores diferentes são caso raro, afirma ciência
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1 ano atrásem
Uma é preta a outra é branca. Sim, as gêmeas brasileiras de cores diferentes são um caso raro na ciência e orgulho para o papai e a mamãe que nao esperavam que as lindinhas bicolores fariam tanto sucesso.
Maryelle e Maylla, de 4 meses, ainda são bebês e já viraram celebridade, em São Luís, no Maranhão. A mamãe Laianny Santos, que compartilha o cotidiano da duplinha, é pura alegria.
A Maryelle é a preta, Maylla é a branca, mas para a Laianny a definição é outra. “Eu poderia ter feito só o café”, escreveu. “Elas chamam a atenção por onde passam.” De tão surpreendente, o vídeo das fofas teve mais de 5,6 milhões de visualizações.
O motivo
No ano passado, Laianny descobriu a gravidez. Meses depois, soube que eram gêmeos. Segundo ela, foi uma surpresa atrás da outra. Desde que nasceram, era possível ver que Maryelle e Maylla tinham tons de pele distintos.
O motivo? Gêmeas dizigóticas (de embriões diferentes), elas têm DNAs diferentes. Essa é a explicação para cada bebê ter um tom de pele, porque cada óvulo foi fecundado por um espermatozoide diferente.
No caso, da Maryelle e da Maylla, a cor da pele, determinada pela quantidade e tipo de melanina produzida no corpo, e a combinação de genes herdados por cada bebê pode levar a diferentes níveis de melanina.
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Reações nas redes
Independentemente das explicações científicas, a duplinha encanta nas redes. Não há quem resista à tanta graça.
“Também tenho gêmeos de cor diferente”, afirmou uma mãe, nas redes.
“Somos privilegiadas”, respondeu Laianny.
“São lindas demais”, disse um internauta.
“Eu colocaria os nomes de Sol e Lua”, brincou uma seguidora.
Olha a carinha delas:
As gêmeas brasileiras de cores diferentes, um caso raro na ciência, chamam a atenção nas ruas de São Luís, no MA. Divas aos 4 meses, Maryelle e Myalla são fofas! . Foto: @laiannysantos_
Veja o vídeo da duplinha bicolor:
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Painel do Inova Amazônia aborda empreendedorismo feminino — Universidade Federal do Acre
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18 de setembro de 2026O painel “Empreendedorismo Feminino: Mulheres que Movem a Amazônia” ocorreu no âmbito da programação do Inova Amazônia Summit-2026, nessa quinta-feira, 17, no auditório Curupira, campus-sede da Ufac. Empreendedoras e pesquisadoras debateram inovação, perspectivas de mercado na Amazônia, superação de barreiras estruturais e liderança feminina na consolidação de negócios sustentáveis.
A discussão foi moderada pela analista Valéria Vidal, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) nacional. Participaram do painel Mareílde Freire (Saboaria Rondônia), Pâmela Pimentel (Amazonzyme), Márcia Werle (Bioassu Bioindústria), Valda Gonçalves (Engenho), Clarice Maia (Antibiose) e Ana Euler (diretora da Embrapa).
O Summit-2026 é promovido pelo Sebrae-AC, com palestras e oficinas em diversos espaços do campus-sede. O evento começou na quinta-feira, 17, e prossegue até sábado, 19.
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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Do Luto à Luta’ em 22/10 — Universidade Federal do Acre
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17 de setembro de 2026O programa “Mãepeutas: Vozes Plurais, vinculado à Pró-Reitoria de Extensão e Cultura, da Ufac, lança, em 22 de outubro, às 18h, na Biblioteca Pública Estadual, o documentário “Autismo: Do Luto à Luta”, dirigido por Felipe Almeida.
O filme foi feito a partir da coleta de depoimentos de histórias reais de luta, dor e superação. Pretende dar voz a mães atípicas do contexto acreano e mostrar seus desafios em meio à luta que é cuidar e educar uma criança com transtorno do espectro autista.
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PZ e Corpo de Bombeiros fazem curso de combate a incêndio florestal — Universidade Federal do Acre
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14 de setembro de 2026O Parque Zoobotânico (PZ), da Ufac, e o Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBM-AC) realizaram o curso Brigada de Incêndio Florestal, ministrado pelo Sargento Filipe Lima. A capacitação ocorreu na quinta-feira, 10, e sexta-feira, 11, no PZ, campus-sede, reunindo 35 participantes de setores da universidade, dos cursos de Engenharia Florestal, Biologia e Geografia, do doutorado da Rede Bionorte e da comunidade externa, que receberão certificado emitido pelo CBM-AC.
O primeiro dia foi de aulas teóricas sobre conceitos fundamentais, como triângulo do fogo, diferentes tipos de incêndio e técnicas de prevenção. No segundo dia ocorreram atividades práticas, com manuseio e manutenção de equipamentos de combate a incêndio, além de exercícios de campo simulando situações reais de combate e prevenção a incêndios florestais.

O diretor do PZ, Harley Araújo da Silva, destacou que a iniciativa tem relação direta com os mais de 188 hectares de área florestal do campus-sede, tendo o PZ como o maior fragmento de floresta preservada. “Formar brigadistas preparados para atuar na prevenção e no combate a incêndios florestais é parte essencial do cuidado com esse patrimônio ambiental, tanto para a universidade quanto para as comunidades do entorno.”
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