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Gêmeas siamesas separadas há 6 anos no DF estão felizes e saudáveis

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Depois de 6 anos, as gêmeas siamesas do DF continuam unidas, mas agora é pelo amor. – Foto: Minervino Júnior/CB/D.A Press

Seis anos após protagonizarem um dos casos médicos mais desafiadores do país, as gêmeas siamesas Lis e Mel Vieira Aragão, nascidas no Distrito Federal (DF), estão saudáveis e vivem uma vida normal!

Os pais, Camilla Vieira Neves e Rodrigo Martins Aragão, compartilham da mesma felicidade das filhas. Ao observarem a independência da dupla, o casal reflete sobre o passado e conclui que todo o esforço valeu a pena.

Nascidas em 2018 com uma condição rara que as unia pela testa, as irmãs foram separadas em uma cirurgia delicada no Hospital da Criança de Brasília, em 2019. “Elas são um presente de Deus. Eu acho assim,  que elas são um milagre de Deus, uma prova viva de Deus”, comemorou Camilla.

Rotina, escola e brincadeiras

Agora, com seis anos, Lis e Mel já exploram suas individualidades. Apesar de terem sido separadas fisicamente, permanecem muito unidas.

Pela primeira vez neste ano, frequentaram turmas diferentes na escola. Para Lis, o momento foi desafiador, mas ela logo se adaptou, relataram os pais.

Além disso, as duas praticam ginástica e dança, com adaptações para preservar a saúde.

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Vínculo especial

Em casa, mais uma prova de que o amor das duas é inseparável.

Elas optam por dormir juntas em uma cama de casal, o que reforça ainda mais o vínculo especial entre elas.

Camilla explica que as filhas são muito serelepes e adoram uma farra.

“São ligadas no 220 24 horas por dias (risos)”, disse em entrevista ao Correio Braziliense.

O futuro

O futuro das duas promete. Como adoram dançar e filmes, Lis e Mel querem seguir caminhos artísticos. Os papais aprovam!

O casal lembra que a experiência de cuidar das meninas não foi nada fácil, mas passaram pelo desafio amparados pela fé.

Os dois querem ter outro filho, mas descartam a ideia agora para curtir o momento ao lado das meninas.

Relembre o caso

Na época, aos 23 anos, Camilla descobriu a gravidez de gêmeas. A alegria veio junto com preocupação quando descobriu que as meninas tinham craniopagia.

Com uma gravidez de risco, ela foi monitorada o tempo todo e, no dia do parto, uma grande equipe a aguardava.

Quem conheceu Lis e Mel na época da separação, entende perfeitamente o forte vínculo entre as duas.

Depois da cirurgia, Mel apresentou febre sem motivo aparente. O caso desapareceu depois do reencontro com a irmã.

As gêmeas compartilham um forte vínculo até hoje. - Foto: Minervino Júnior/CB/D.A Press

As gêmeas compartilham um forte vínculo até hoje. – Foto: Minervino Júnior/CB/D.A Press

O reencontro entre as duas, em 2019, foi emocionante. - Foto: Maria Clara Oliveira/HCB

O reencontro entre as duas, em 2019, foi emocionante. – Foto: Maria Clara Oliveira/HCB

As pequenas foram separadas depois de uma cirurgia no Hospital da Criança de Brasília José Alencar (HCB). Foto: Hospital da Criança

As pequenas foram separadas depois de uma cirurgia no Hospital da Criança de Brasília José Alencar (HCB). Foto: Hospital da Criança



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose-interna.jpg

A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

 

A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.

A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.

O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.

O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.

Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.

 



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Ufac e Fiocruz fazem oficina sobre leishmaniose em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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A Ufac e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizaram a oficina Epidemiologia, Vigilância e Controle da Leishmaniose Cutânea. O evento ocorreu em 1 de junho, no auditório do Instituto Federal do Acre, em Sena Madureira (AC), reunindo 110 agentes comunitários de saúde e 20 agentes de combate às endemias.

A programação contou com palestras e discussões sobre aspectos epidemiológicos, clínicos e diagnósticos da doença, abordando ciclos de transmissão, vetores e reservatórios envolvidos na manutenção da chamada “ferida brava”, nome popular da leishmaniose cutânea. Além disso, foram realizadas atividades práticas com o uso de lupas e microscópios, permitindo aos profissionais a observação de características dos vetores e compreensão dos métodos laboratoriais utilizados no diagnóstico da doença.

Com mais de 11 mil casos registrados na última década, o Acre ocupa posição de destaque no cenário nacional da doença. Em 2025, o município de Sena Madureira foi classificado pelo Ministério da Saúde como área de risco intenso para transmissão da leishmaniose cutânea, apresentando média anual de 64 casos.

A oficina integra as atividades do projeto de ensino, pesquisa e extensão EpiLeish-Acre, que na Ufac é coordenado pelo professor Francisco Glauco de Araujo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza. Para o pesquisador Leandro Siqueira, do Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz, ações educativas para enfrentar a doença são fundamentais. “Profissionais bem capacitados conseguem orientar de forma mais eficaz a população, contribuindo para o diagnóstico e tratamento precoce”, ressaltou.

O secretário municipal de Saúde de Sena Madureira, Willisson Viana, destacou a relevância das parcerias institucionais. “Buscamos fortalecer parcerias com instituições de referência, como a Fiocruz e a Ufac, que contribuem significativamente para o desenvolvimento técnico das nossas equipes.”

O diretor da Vigilância em Saúde de Sena Madureira, Serginey Amorim, disse que a capacitação fortalece ações de saúde pública. “Com conhecimento atualizado e capacitação contínua, ampliamos a prevenção, melhoramos o diagnóstico precoce e fortalecemos as ações de controle da doença em nosso município.”

A iniciativa foi organizada pelos Laboratórios de Patologia e Biologia Parasitária e de Entomologia Médica, da Ufac, e pelo Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz.

 



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