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O Poderoso Chefão Parte II aos 50: a extensa obra-prima de Francis Ford Coppola | O Padrinho II

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Jesse Hassenger

CFalando em termos reativos, 2024 foi Francisco Ford Coppolao maior ano em anos. Não só viu o lançamento de seu primeiro filme em 13 anos, como também foi Megalópoleum projeto de sonho que estava em sua cabeça há mais de quatro décadas. Foi um ano particularmente auspicioso para o surgimento do feito potencialmente culminante da carreira de Coppola, porque também marcou o 50º aniversário daquele que talvez seja o seu maior triunfo profissional sustentado: o ano em que lançou ambos A conversa e O Poderoso Chefão Parte II com meses de diferença em 1974. (Para garantir, aquele ano também viu o lançamento de uma adaptação pródiga e ilegítima de O Grande Gatsby, cujo roteiro se tornou lendário, mesmo que o filme não correspondesse a isso. ) Com a ambição ampla (e maluca) de Megalópolis ainda fresca em mente, o 50º aniversário de O Poderoso Chefão Parte II parece particularmente notável na evolução de Coppola como cineasta.

A própria ideia de uma sequência de prestígio era uma ambição estranha em 1974, quando as sequências eram certamente comuns – especialmente para sucessos tão arrasadores quanto O padrinho – mas não particularmente respeitado. As prequelas estavam ainda menos na moda. Depois de diminuir com o magistral thriller de vigilância The Conversation, Coppola deu tudo de si para seu próximo filme, fundindo uma história sequencial após a corrupção de um novo chefe de família da máfia, Michael Corleone (Al Pacino), com uma prequela de flashback após a chegada de Vito Corleone (Robert De Niro, interpretando a versão jovem do indelével personagem de Marlon Brando do primeiro filme) na América e sua introdução em uma vida de crime. Ao fazer isso, ele reuniu Pacino e De Niro, ambos ainda jovens atores na época; o fato de seus personagens não poderem se encontrar nessas formas na tela, apenas co-aparecerem em algumas dissoluções, ajudou a polir as lendas de ambos os atores enquanto eles avançavam em uma impressionante variedade de filmes subsequentes dos anos 70. (É claro que eles eventualmente dividiriam a tela adequadamente em vários filmes, dois deles notáveis: brevemente, mas brilhantemente, em 1995, Aquecere mais substancialmente em 2019 O irlandês.)

No entanto O padrinho A Parte II há muito é considerada uma das grandes sequências do cinema, ainda vale a pena perguntar o que motivou Coppola a revisitar este material. O filme é tão bem visto hoje, e tão ligado ao filme original em nossas memórias, que é fácil não perceber o quão pouco dele contém revelações verdadeiramente novas sobre Michael, que já sabemos que estava caindo na escuridão no final do filme. primeiro filme, ou mesmo Vito, cujo lado terno já transparecia em algumas cenas da atuação de Brando. Na época, Roger Ebert deu ao filme uma crítica mista positiva de três estrelas, sentindo que a intercalação entre as histórias de Michael e Vito prejudicou o ímpeto do filme, especialmente o de Michael, que ele achou mais sombrio e complexo. Isso se deve em parte ao desempenho incrível de Pacino; grande parte de seu trabalho no filme consiste em assistir silenciosamente e traçar estratégias que, quando ele tem uma explosão no final do filme ao lado de Diane Keaton como a esposa cansada de Michael, Kay, parece especialmente assustador, desesperado e desequilibrado. De Niro ganhou o merecido Oscar de melhor ator coadjuvante por seu trabalho como Vito, mas por definição é Pacino quem deve cobrir uma gama emocional maior.

No entanto, essas sequências lideradas por De Niro também são um dos principais motivos pelos quais o filme permanece como uma sequência de alto nível. Embora Ebert, em última análise, apresente um argumento convincente para a superioridade do primeiro filme, e esteja inteiramente correto ao dizer que o filme às vezes se torna complicado, especialmente com as negociações de Michael em Cuba, não concordo com sua afirmação de que os flashbacks de Vito equivalem a uma sentimentalização. do personagem como o tipo “certo” de criminoso. A beleza e os detalhes dessas cenas ambientadas na Nova York do início do século 20 são ricos, com certeza, o que lhes confere um certo calor, e há uma glória antiquada de filme de gângster na sequência central em que Vito derruba Don Fanucci . Mas o peso do material de Vito no filme depende de ele funcionar como uma história familiar mítica – o tipo de começo humilde que certamente teria sido recontado em voz baixa dentro da família e poderia servir como justificativa silenciosa para as ações de Michael no filme. presente: veja até onde chegamos; não podemos deixar isso passar agora. As seções de Vito transformam O Poderoso Chefão Parte II em uma história de imigrante mais explícita e, como tal, ainda mais americana. Não é nenhuma surpresa que o épico sobre imigrantes de 215 minutos, prestes a estrear O brutalista parece citar e inverter a famosa cena da Estátua da Liberdade tirada na chegada de Vito a Nova York.

Al Pacino em O Poderoso Chefão Parte II. Fotografia: Cinetext Bildarchiv/Paramount Pictures/Allstar

Talvez essa americanidade inata explique por que parte do material ambientado em Cuba parece menos urgente, mesmo com aquele que é provavelmente o momento mais conhecido do filme: Michael abraçando furiosamente seu irmão Fredo (John Cazale) e dizendo: “Eu sei que foi você, Fredo. Você partiu meu coração. Embora o filme seja muito rico em personagens memoráveis ​​​​como Fredo, e muito divertido para ser realmente longo demais, O Poderoso Chefão Parte II parece um pouco mais indulgente aos 200 minutos do que seu antecessor aos 175 – e este foi o segundo filme de Coppola do ano! Parece um gesto particular de grandeza impulsionado pelo autor em um ano em que vários outros grandes cineastas lançaram seus próprios títulos duplos. Dos pares de filmes lançados em 1974 por Coppola, Robert Altman, Mel Brooks e Sidney Lumet, O Poderoso Chefão Parte II é facilmente o maior sucesso, com ambição suficiente (e quase literalmente, história suficiente) para dois filmes por conta própria.

De certa forma, então, parece, em retrospecto, que O Poderoso Chefão Parte II inaugurou uma fase diferente da carreira de Coppola, sendo a última vez em que seus riscos em enorme escala valeram a pena de forma mais ou menos tão generosa quanto possível. Ele passou a maior parte dos cinco anos seguintes fazendo Apocalypse Now e, embora esse filme tenha sua própria reputação lendária tantos anos depois, ele teve um impacto financeiro, mental e físico maior do que seu épico anterior (e, ao contrário do épico anterior). Sequela do Poderoso Chefão, não lhe rendeu o Oscar de melhor diretor por seu trabalho). Existem até sementes de Megalópole em O Poderoso Chefão Parte II, um filme muito mais sóbrio e acessível em comparação, mas ainda assim cujo tema e excessos lembram o Império Romano, que é especificamente discutido em ambos os filmes.

A sequência do Poderoso Chefão teve o tipo certo de excesso – um tipo de construção de carreira. Pacino aumentaria após esta sequência, tanto no estilo de celebridade quanto de atuação, e De Niro se tornou um nome familiar por causa de sua atuação vencedora do Oscar. Alguns anos mais tarde, a ambição e a escala do auge da produção cinematográfica norte-americana dos anos 70 oscilariam e entrariam em colapso, depois de alguns épicos de grande orçamento não terem dado resultado e sequências de grande sucesso – um pouco como O Poderoso Chefão Parte II, mas talvez não tão sombrio, nem tão longo, não tão pessimista – tornou-se ainda mais atraente. Um filme como Megalópolis teria que ser adiado por anos, depois décadas, antes que Coppola o autofinanciasse e o lançasse como, essencialmente, uma novidade. O Poderoso Chefão Parte II deu a impressão apropriada, mas equivocada, de que, para um visionário americano combativo, as coisas poderiam continuar a crescer.



Leia Mais: The Guardian

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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre

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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre

A Ufac, por meio da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Progep) e da Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida (DSQV), realizou nesta sexta-feira, 16, no estacionamento H (bloco de Medicina) do campus-sede, uma ação de prevenção e cuidado à saúde da mulher em alusão à campanha Outubro Rosa. Com o tema “A rotina pode esperar um pouco. Cuidar de você também é prioridade”, a iniciativa disponibilizou exames preventivos do colo do útero (PCCU) e testes rápidos para toda a comunidade acadêmica.

A diretora de Saúde e Qualidade de Vida da Ufac, Ane Kelly Severino Salvino, destacou a importância de facilitar o atendimento no próprio ambiente de trabalho para servidoras e terceirizadas. “A ideia é que elas parem por um momento, deixem o trabalho um pouquinho de lado e passem a se cuidar. Oferecer essa facilidade é muito gratificante”, afirmou. Ela ressaltou ainda as parcerias com a Uninorte, o sindicato e a Residência em Enfermagem Obstétrica para ampliar a ação.

A coordenadora de Vigilância à Saúde do Servidor, Priscila Miranda, ressaltou a importância de uma abordagem integral da saúde feminina e chamou a atenção para a sobrecarga da rotina das mulheres. “Trazemos esse olhar para mostrar que a mulher precisa se conscientizar sobre a prioridade de cuidar de si mesma e de sua saúde física e mental, não apenas no Outubro Rosa. Trazer esses exames para dentro da universidade dá a elas o tempo necessário para o autocuidado”, pontuou.

Conscientização e prevenção

Durante a ação, residentes do programa de Enfermagem Obstétrica da Ufac atuaram no acolhimento e na orientação das mulheres atendidas, reforçando a importância da prevenção do câncer do colo do útero, apontado como o segundo tipo com maior mortalidade feminina no mundo.

A enfermeira residente Francisca da Silva enfatizou que a campanha é um momento estratégico de mobilização. “Nós temos todos os 12 meses do ano para orientar, mas o mês de outubro é quando toda a rede intensifica ações para chamar as mulheres a realizarem seus exames o quanto antes”, ressaltou.

A enfermeira residente Vitória Amorim alertou que o câncer do colo do útero é assintomático no início, mas pode ser prevenido por meio do rastreamento e do tratamento de lesões precursoras. “Com o rastreamento periódico pelo PCCU, é possível diagnosticar e tratar lesões pré-cancerígenas anos antes que a doença se desenvolva. Por isso, promover essa educação em saúde no campus é vital para estimular o cuidado rotineiro”, explicou.

A iniciativa contou com a parceria do programa de Residência em Enfermagem Obstétrica da Ufac, dos cursos de Medicina e Enfermagem da Uninorte e do sindicato da categoria, que contribuíram para o suporte técnico e o atendimento às participantes.



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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre

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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática (MPECIM), reuniu-se com representantes da Secretaria de Estado de Educação do Acre (SEE) na manhã desta terça-feira, 13, para discutir possibilidades de parceria para disponibilizar produtos educacionais desenvolvidos no programa de pós-graduação aos professores da rede estadual de ensino. O encontro ocorreu na sede da secretaria.

A proposta busca ampliar o acesso dos professores aos materiais produzidos no âmbito do MPECIM, contribuindo para o fortalecimento das práticas pedagógicas e da formação continuada dos docentes.

Participaram da reunião o coordenador do MPECIM, Pierre André Garcia Pires; a secretária adjunta de Ensino, Gleicicleia Gonçalves de Souza; e a assessora técnico-pedagógica da Diretoria de Ensino, Fabiany Soares Mamed.

O encontro permitiu discutir possibilidades de cooperação entre as instituições para viabilizar o acesso dos professores da rede estadual aos produtos educacionais desenvolvidos pela universidade



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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre

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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) inaugurou, na manhã desta terça-feira, 13, o Núcleo Integrado de Apoio às Coordenações (NIAC), instalado na Pró-Reitoria de Graduação (Prograd). A iniciativa tem como objetivo oferecer suporte administrativo aos cursos de graduação, neste momento com atendimento prioritário a oito coordenações que estão sem servidores técnico-administrativos. A proposta prevê também o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações no âmbito do núcleo. A solenidade contou com a participação do reitor Josimar Ferreira, da vice-reitora Almecina Balbino, da pró-reitora de Graduação, Danila Torres, e da pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas substituta, Juliana Queirós.

O reitor destacou a importância da iniciativa para o funcionamento dos cursos e reconheceu a colaboração dos servidores envolvidos. “Quero parabenizar toda a equipe da Prograd, reconhecer o voluntariado dos nossos secretários de curso e o apoio das coordenações”, afirmou Josimar. Segundo ele, o serviço dará suporte especialmente às coordenações que estão sem secretários, mas também poderá atender aos demais coordenadores de curso.

A criação do NIAC é uma iniciativa da Prograd e da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodgep), que contou também com a participação inicial do Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca). O espaço foi organizado nas instalações da Prograd para facilitar o acompanhamento das atividades e o apoio aos servidores.

Segundo a pró-reitora Danila Torres, a proposta surgiu da necessidade de atender coordenações que enfrentam dificuldades na execução das atividades administrativas. Algumas delas estão há mais de oito meses sem servidores técnicos, deixando os coordenadores responsáveis também pelas rotinas administrativas. “A gente vai tentar apoiar as coordenações naquilo que elas precisam”, explicou.

O núcleo funciona por meio de uma escala de revezamento de servidores técnico-administrativos de outras coordenações. Atualmente, sete profissionais participam voluntariamente da iniciativa, com autorização das chefias imediatas, dedicando dois dias por semana ao atendimento compartilhado, sem deixar suas atividades nas unidades de origem.

A meta é ampliar a equipe para dez servidores, permitindo a presença de dois profissionais no turno da manhã e dois à tarde. “O serviço deles é padrão, é comum, então não tem um técnico para uma coordenação. Todos trabalham em todas essas oito coordenações”, explicou Danila.

Entre as primeiras demandas do NIAC está o lançamento das ofertas de disciplinas do semestre letivo 2026.2 no sistema acadêmico, considerando o início das solicitações de matrícula pelos estudantes nesta quinta-feira, 15. A medida busca assegurar o andamento dos procedimentos acadêmicos nas coordenações que não dispõem de técnicos para executar essas atividades.

Além do atendimento inicial às oito coordenações, a proposta é ampliar gradualmente a atuação do núcleo para oferecer suporte às demais unidades acadêmicas, incluindo o auxílio a novos coordenadores nas rotinas administrativas dos cursos e o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações.



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