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Gene Hackman morreu de causas naturais dias depois que a esposa morreu de vírus respiratório raro | Gene Hackman
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Dani Anguiano and Associated Press
O ator Gene Hackman morreu de causas naturais dias depois de sua esposa, Betsy Arakawasucumbiu a um raro vírus respiratório, disseram as autoridades na sexta -feira.
Arakawa morreu de síndrome pulmonar de Hantavírus enquanto Hackman morreu de doenças cardíacas, com a doença avançada de Alzheimer contribuindo, disse a Dra. Heather Jarrell, a principal investigadora médica do Novo México Escritório do Investigador Médico. Os corpos parcialmente mumificados do casal foram descobertos no mês passado em sua casa no Novo México.
Hackman, de 95 anos, pode ter vivido por uma semana após a morte de Arakawa, disse ela. As autoridades especularam que ele pode não ter consciência de que ela foi falecida.
“Ele estava em um estado de saúde muito pobre. Ele teve uma doença cardíaca significativa, e acho que foi isso que resultou em sua morte ”, disse Jarrell.
A conferência de imprensa das autoridades do Novo México realizada na sexta -feira forneceu algumas respostas no mistério do que aconteceu com o casal. Hackman e Arakawa foram descobertos na semana passada depois que um trabalhador de manutenção, preocupado quando ninguém atendeu a porta, entrou em contato com a segurança do bairro, que viu seus corpos através de uma janela e chamou a polícia. Um de seus três cães também foi encontrado morto.
O Gabinete do Xerife do Condado de Santa Fe disse que não suspeitava de jogo sujo. Mas as autoridades não conseguiram determinar imediatamente o que aconteceu com o casal, pois não havia sinais de trauma em seus corpos e testes para envenenamento por monóxido de carbono foram negativos.
Na entrevista coletiva na tarde de sexta -feira, o xerife, Adan Mendoza, revelou que os investigadores foram capazes de reunir os últimos dias de Arakawa e descobriram que ela havia pegado seu cachorro, que mais tarde foi encontrado morto nas proximidades, de uma consulta veterinária em 9 de fevereiro e que ela respondeu e -mails e saiu compras em 11 de fevereiro. A última atividade conhecida de Arakawa foi naquele dia, disse o xerife.
A morte de Arakawa estava ligada à síndrome pulmonar de Hantavírus, uma doença rara, mas potencialmente fatal, espalhada por excrementos infectados. As exposições ocorrem quando as pessoas estão perto de excrementos de ratos em residências, galpões ou áreas mal ventiladas.
O marcapasso de Hackman mostrou atividades pela última vez em 17 de fevereiro, nove dias antes dos trabalhadores de manutenção e segurança apareceram em casa e alertaram a polícia. As autoridades disseram que era “razoável concluir” que Hackman morreu por volta de 18 de fevereiro.
Arakawa foi encontrado com uma garrafa de prescrição aberta e pílulas espalhadas no balcão do banheiro, enquanto Hackman foi encontrado na entrada da casa.
Um dos três cães do casal também foi encontrado morto em uma caixa em um armário de banheiro perto de Arakawa, enquanto dois outros cães sobreviveram. As autoridades inicialmente identificaram mal a raça do animal morto.
Quando eles foram encontrados, os corpos eram Decomposição com alguma mumificaçãouma conseqüência do tipo de corpo e clima no ar de Santa Fe, especialmente a uma altitude de quase 7.200 pés (2.200 metros).
Hackman, um ícone de Hollywood, venceu dois Oscars durante uma carreira em filmes, incluindo The French Connection, Hoosiers e Superman da década de 1960 até sua aposentadoria no início dos anos 2000.
Arakawa, nascido no Havaí, estudou como pianista de concertos, frequentou a Universidade do Sul da Califórnia e conheceu Hackman em meados da década de 1980 enquanto trabalhava em uma academia da Califórnia.
A estuque do casal, a casa do estilo Pueblo-Revival fica em uma colina em um condomínio fechado na ponta sul das Montanhas Rochosas. Santa Fe é conhecido como refúgio para celebridades, artistas e autores.
Hackman dedicou grande parte de seu tempo na aposentadoria a pintar e escrever romances longe do circuito social de Hollywood. Ele serviu por vários anos no Conselho de Administração do Museu da Geórgia O’Keeffe em Santa Fe, e ele e sua esposa eram investidores em empresas locais.
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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.
Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).
O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.
Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.
Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.
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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.
Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.
Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.
O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.
“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.
A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.
“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.
Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.
A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.
Fhagner Soares – Estagiário
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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.
A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).
O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.
Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.
“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.
O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.
Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.
Fhagner Soares – Estagiário
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