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POLÍTICA

Governador eleito não tem previsão para chamar aprovados em concurso público e pede paciência

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Em entrevista coletiva cedida na manhã desta segunda-feira (17), para falar sobre o plano de reforma administrativa entregue para analise na Assembléia Legislativa, o governador eleito, Gladson Cameli, quando interrogado sobre a convocação dos aprovados nos concursos da Polícia Civil e Militar, respondeu que precisa de prazo e paciência.

Apesar de considerar uma prioridade os campos da saúde e da segurança pública, Gladson explicou que precisa cortar gastos para gerar recursos que o permitam fazer essa convocação.

“Imagina que eu mantenha toda a estrutura que está ai na situação como está, daqui a dois anos o estado fica ingovernável. Janeiro já tem o défict de 40 milhões que nós vamos ter que desembolsar. Peço paciência, porque eu não consigo resolver tudo em um ano, preciso de prazo para reestruturar toda a máquina. Esses cortes que estamos fazendo que estão na reforma já nos dará uma redução dos custos, mas, não consigo fazer tudo em um ano, peço mais uma vez paciência”, disse Cameli.

No total, juntando as duas instituições são 500 homens e mulheres a serem convocados e que dependem da convocação para início da academia de polícia que vai prepará-los para trabalhar na segurança pública do estado.

Os concursos foram realizados em 2017 e o resultado final saiu em Agosto desse ano. A previsão era que o então governador Tião Viana convocasse até novembro deste ano, mas, o prazo já se excedeu e a responabilidade foi repassada para a próxima gestão. LILIA CAMARGO.

 

OPINIÃO

Opinião: A ciranda troca de partidos e a busca por cargos públicos

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Foto de capa [arquivo pessoal]
Os parlamentares que mudam de partido – como macacos puladores de galho – ou se candidatam a outros cargos no Legislativo e no Executivo apenas para preservar privilégios demonstram desrespeito à República e deveriam sentir vergonha de tal conduta. Essa prática evidencia a ausência de compromisso ideológico e a busca incessante por posições de poder, transmitindo à sociedade a imagem de oportunistas movidos por conveniências pessoais. A política deveria ser encarada como missão cívica, exercício de cidadania e serviço transitório à nação. Encerrado o mandato, o retorno às profissões de origem seria saudável para a oxigenação da vida pública.  
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Infelizmente, o sistema político brasileiro está povoado por aqueles que veem na política não um espaço de serviço público, mas um negócio lucrativo. Como já destacou o jornal El País, ser político no Brasil é um grande negócio, dadas as vantagens conferidas e auferidas — e a constante movimentação de troca de partidos confirma essa percepção.  
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A cada eleição, o jogo se repete: alianças improváveis, trocas de legenda na janela partidária e negociações de bastidores que pouco têm a ver com as necessidades reais da população. Em vez de missão cívica, vemos aventureiros transformando a política em palco de interesses pessoais e cabide de empregos. A busca incessante pela reeleição e por cargos demonstra que, para muitos, a política deixou de ser a casa do povo e tornou-se um negócio.  
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Convém lembrar aos que se consideram úteis  e insubstituíveis à política que o cemitério guarda uma legião de ex-políticos esquecidos, cuja ausência jamais fez falta ao país.  
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As próximas eleições são a oportunidade para os eleitores moralizarem o Legislativo, elegendo apenas candidatos novos, sem os vícios da velha política, que tenham conduta ilibada e boa formação cultural. Por outro lado, diga não à reeleição política, aos trocadores de partidos, aos que interromperam o mandato para exercer cargos nos governos, e àqueles que já sofreram condenação na Justiça ou punição no Conselho de Ética do Legislativo. 
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Júlio César Cardoso
Servidor federal aposentado
Balneário Camboriú-SC

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POLÍTICA

Frase do dia: Ciro Gomes

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Frase do dia: Ciro Gomes

Matheus Leitão

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“Estou muito envergonhado! Isto é uma indignidade inexplicável!” (Ciro Gomes, ex-ministro da Fazenda, usando as redes sociais para reclamar da troca de Carlos Lupi por Wolney Queiroz, seu desafeto no PDT, no comando do Ministério da Previdência Social) 


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POLÍTICA

Charge do JCaesar: 05 de maio

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Felipe Barbosa

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