POLÍTICA
Governo de Carlos Brandão no Maranhão tem 62% de a…
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10 meses atrásem
Gustavo Maia
O governo de Carlos Brandão (PSB) no Maranhão tem de 62% de aprovação, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira. Segundo o levantamento, 31% dos maranhenses desaprovam a gestão e 7% não souberam ou não responderam.
Dentre os entrevistados, 36% avaliaram o governo como positiva, 39% como regular e 17% como negativa. Os 8% restantes não deram nenhuma resposta.
O levantamento também questionou se Brandão, que era vice de Flávio Dino e não poderá tentar a reeleição no ano que vem porque assumiu o governo em 2022, merece eleger um sucessor: 53% responderam que sim, 40% que não e 7% não responderam.
A coleta da pesquisa foi feita de 29 de março a 3 de abril, com 1.404 entrevistas. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos, com 95% de confiança.
Governo Lula
A Quaest incluiu ainda na pesquisa a avaliação do governo Lula para os maranhenses. A gestão do petista foi considerada positiva por 36% dos respondentes, regular por 33% e negativa por 30%.
Apenas 1% não souberam ou não responderam.
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“Estou muito envergonhado! Isto é uma indignidade inexplicável!” (Ciro Gomes, ex-ministro da Fazenda, usando as redes sociais para reclamar da troca de Carlos Lupi por Wolney Queiroz, seu desafeto no PDT, no comando do Ministério da Previdência Social)
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POLÍTICA
A articulação para mudar quem define o teto de jur…
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9 meses atrásem
5 de maio de 2025Nicholas Shores
O Ministério da Fazenda e os principais bancos do país trabalham em uma articulação para transferir a definição do teto de juros das linhas de consignado para o Conselho Monetário Nacional (CMN).
A ideia é que o poder de decisão sobre o custo desse tipo de crédito fique com um órgão vocacionado para a análise da conjuntura econômica.
Compõem o CMN os titulares dos ministérios da Fazenda e do Planejamento e Orçamento e da presidência do Banco Central – que, atualmente, são Fernando Haddad, Simone Tebet e Gabriel Galípolo.
A oportunidade enxergada pelos defensores da mudança é a MP 1.292 de 2025, do chamado consignado CLT. O Congresso deve instalar a comissão mista que vai analisar a proposta na próxima quarta-feira.
Uma possibilidade seria aprovar uma emenda ao texto para transferir a função ao CMN.
Hoje, o poder de definir o teto de juros das diferentes linhas de empréstimo consignado está espalhado por alguns ministérios.
Cabe ao Conselho Nacional da Previdência Social (CNPS), presidido pelo ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, fixar o juro máximo cobrado no consignado para pensionistas e aposentados do INSS.
A ministra da Gestão e Inovação, Esther Dweck, é quem decide o teto para os empréstimos consignados contraídos por servidores públicos federais.
Na modalidade do consignado para beneficiários do BPC-Loas, a decisão cabe ao ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Wellington Dias.
Já no consignado de adiantamento do saque-aniversário do FGTS, é o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, que tem a palavra final sobre o juro máximo.
Atualmente, o teto de juros no consignado para aposentados do INSS é de 1,85% ao mês. No consignado de servidores públicos federais, o limite está fixado em 1,80% ao mês.
Segundo os defensores da transferência da decisão para o CMN, o teto “achatado” de juros faz com que, a partir de uma modelagem de risco de crédito, os bancos priorizem conceder empréstimos nessas linhas para quem ganha mais e tem menos idade – restringindo o acesso a crédito para uma parcela considerável do público-alvo desses consignados.
Ainda de acordo com essa lógica, com os contratos de juros futuros de dois anos beirando os 15% e a regra do Banco Central que proíbe que qualquer empréstimo consignado tenha rentabilidade negativa, a tendência é que o universo de tomadores elegíveis para os quais os bancos estejam dispostos a emprestar fique cada vez menor.
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