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Governo do Acre promove ação solidária e leva alegria e cidadania para à Cidade do Povo
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Miguel França
Brinquedos são muito importantes para o desenvolvimento das crianças, pois estimulam a imaginação, a criatividade, a autoconfiança, a autonomia, a linguagem, o pensamento, a concentração e a atenção. Buscando possibilitar este desenvolvimento próspero para os pequenos acreanos, o governo do Estado, por meio de uma ação organizada pela Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), entregou, na manhã deste sábado, 26, em Rio Branco, mais de mil brinquedos arrecadados pela campanha Faça uma Criança Sorrir.

A ação ocorreu na escola Frei Heitor Maria Turrini, localizada no bairro Cidade do Povo, e contou com a presença da governadora em exercício e também titular da Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos (SEASDH), Mailza Assis, e demais autoridades.

A vice-governadora do Acre, ao comentar sobre as expectativas para o evento em comemoração ao Dia das Crianças, expressou gratidão e reconhecimento pelo esforço coletivo das secretarias e seus colaboradores. “Hoje é um dia maravilhoso. O governador Gladson Cameli e eu queremos agradecer imensamente a participação de cada um dos secretários que mobilizaram suas equipes, que nos ajudaram a proporcionar esse momento de felicidade para as crianças aqui na Cidade do Povo”, disse.
Ressaltou ainda o papel da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) e do programa Acre Pela Vida, que coordenaram a arrecadação dos brinquedos para a distribuição. “Temos feito um trabalho de policiamento comunitário que funciona muito bem. Isso aproxima a população da segurança pública, especialmente nesse bairro que precisa de nosso esforço e dedicação”, completou destacando a união entre governo estadual, municipal e a comunidade.

O secretário adjunto da Sejusp, Evandro Bezerra, também comentou a importância da ação, reforçando o papel do Sistema Integrado de Segurança Pública na promoção de um dia especial para as crianças. Destacando a participação de diversas forças de segurança, como a Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Polícia Civil e Detran. “A proposta maior é acolher as crianças, dar uma perspectiva de carinho e liderança, para que possam seguir no caminho do bem. Isso está sendo muito bem conduzido pela nossa vice-governadora e é a proposta do nosso governador, Gladson Cameli”, concluiu o secretário.

O coordenador do programa “Acre Pela Vida” da Secretaria de Justiça e Segurança Pública do Acre, Jônney Turi, destacou que esta é a terceira edição do evento promovido pela secretaria, com o objetivo de oferecer lazer e serviços públicos à comunidade local. Segundo Jônney, a escolha de realizar a ação na escola visou melhorar a logística e a qualidade dos serviços prestados.
“Hoje estamos entregando brinquedos arrecadados em uma campanha promovida pelo governo do Acre, com a participação de todas as secretarias. Além dos brinquedos, trazemos lazer e entretenimento às crianças da comunidade”, afirmou.

Cláudia Patrícia Givone, dona de casa e moradora da Cidade do Povo, expressou sua satisfação com a ação social realizada em sua comunidade, ressaltando o impacto positivo para os moradores locais. “Eu acho que é um estímulo para a comunidade, né? Para lembrar que não é esquecida”, disse Cláudia, ao destacar a importância do evento como um sinal de cuidado e atenção para a região.
Ela também enfatizou o acolhimento dos moradores à iniciativa, afirmando que “essa ação demonstra que aqui não é esquecido e há muita gente que é de bom coração e está recebendo de bom grado os benefícios que estão sendo oferecidos hoje”. Cláudia levou seus dois filhos para aproveitar o dia e, embora não tenha utilizado nenhum serviço específico desta vez, ressaltou o valor da ação para a comunidade.
Ações
A Polícia Militar (PMAC) participou do evento com veículos como Camaro e Fusca, a presença do Leão do Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (Proerd) e policiamento com cães. O Corpo de Bombeiros (CBMAC) contribuiu com um banho de mangueira e demonstração de equipamentos, enquanto o programa Acre Pela Vida ofereceu apresentações de artes marciais, brincadeiras e karaokê.

O Departamento Estadual de Trânsito do Acre (Detran/AC) organizou uma mini cidade para educação de trânsito e uma peça teatral, e o Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) realizou um pouso de helicóptero. A Energisa marcou presença com o caminhão Dr. Energia e realizou negociações. O Grupo Especial de Operações em Fronteira (Gefron) expôs seus equipamentos e promoveu interações com as crianças, e a SEE trouxe o palhaço Microbinho para animar o público.

A Escola de Gastronomia do Instituto Estadual de Educação Profissional e Tecnológica (Ieptec) ficou responsável pela alimentação, oferecendo cachorro-quente, pipoca, bolos e sucos. A SEASDH disponibilizou informações e apoio com os programas BPC, Bolsa Família, PETI, Criança Feliz, Registro Civil e o Centro de Referência em Direitos Humanos, além de orientações sobre alimentação saudável e apoio logístico.

Além disso, voluntários de organizações como Procuradoria-Geral do Estado do Acre (PGE/AC), Defensoria Pública do Estado do Acre (DPE), Serviço Social do Comércio (Sesc), ONG Coração Solidário e SESC/Mesa Brasil também contribuíram para o sucesso do evento.
Faça uma criança sorrir
A campanha Faça uma Criança Sorrir é uma ação social promovida pelo governo do Estado, por meio do gabinete da vice-governadora e com o apoio de todas as secretarias e autarquias estaduais, que tem por objetivo proporcionar um momento de alegria e esperança para as crianças carentes.

A ação consiste na entrega de brinquedos doados pelos servidores estaduais. As caixas de doações estavam distribuídas por todas as secretarias e autarquias no município de Rio Branco.

A ação também fortalece os laços entre o governo e a sociedade, promovendo uma maior participação e integração dos cidadãos nas políticas públicas, valorizando-as como sujeitos de direitos e agentes de transformação social, mostrando que juntos podemos fazer a diferença e construir um mundo melhor para todos, levando amor, carinho e respeito às crianças.
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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.
Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).
O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.
Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.
Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.
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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.
Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.
Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.
O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.
“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.
A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.
“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.
Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.
A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.
Fhagner Soares – Estagiário
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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.
A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).
O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.
Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.
“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.
O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.
Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.
Fhagner Soares – Estagiário
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