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Halloween: conheça Salem, a cidade das bruxas nos EUA – 31/10/2024 – Turismo

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Guilherme Genestreti

Nos dias que precedem o Halloween, no fim de outubro, a cidade americana de Salem cheia de gente. Muitas delas vestidas a caráter. E a decoração das lojas segue a mesma onda.

A meia hora de trem de Boston, no estado de Massachusetts, a localidade é conhecida como a cidade das bruxas. Tem museu, tem passeio, tem escape room —tudo temático, com essa pegada de filme de terror.

Mas, apesar da vibe descontraída, a origem da relação da cidade com as bruxas é bem sinistra.

Em 1692, quando esse território ainda fazia parte da colônia britânica, mais de 20 pessoas foram mandadas à forca sob a acusação de bruxaria, a maioria delas mulheres.

Tudo começou quando algumas meninas da comunidade começaram a apresentar convulsões sem nenhuma razão aparente. Dada a religiosidade extrema da população local, puritana, não demorou para que vissem nesses comportamentos sinais de feitiçaria e influência diabólica.

O pânico coletivo se espalhou e resultou em prisões e julgamentos hoje tidos como injustos.

Betty Parris e Abigail Williams, filhas de famílias importantes dali, começaram a acusar outras pessoas de bruxaria, dando início a julgamentos que envolveram mais de 200 réus. A maior parte dos condenados era inocente e acabou vítima de um sistema de justiça caracterizado por acusações frágeis, provas subjetivas e um forte sentimento de pânico coletivo.

Os bastidores dessa historia toda são intrincados: envolvem, além da religiosidade extrema, disputas pelo poder entre as famílias locais e o medo do desconhecido —não podemos nos esquecer que os colonos de Salem estavam cercados por populações nativas e temiam ataques.

Alguns historiadores acreditam até que alimentos contaminados por fungos podem estar por trás das alucinações que algumas das meninas de Salem sofreram e que, na época, elas associaram à magia.

Mais de 300 anos depois, a cidade ergueu memoriais em homenagem às vítimas, abraçou essa identidade e hoje lucra bastante em função do turismo macabro, especialmente na época de Dia das Bruxas.

O marketing é tanto que é difícil encontrar o que é genuíno em meio à vasta oferta de casas mal-assombradas, casas do terror e lojas vendendo mil quinquilharias. Não restam casas da época dos julgamentos de Salem, mas o museu Peabody Essex, bem no centro da cidade, é o local ideal para quem quer desbravar a história da caça às bruxas, com bastante material informativo.

O jornalista viajou a convite do Brand USA



Leia Mais: Folha

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Ufac recebe visita da RFB para apresentação do projeto NAF — Universidade Federal do Acre

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Ufac recebe visita da RFB para apresentação do projeto NAF — Universidade Federal do Acre

A Ufac recebeu, nesta quarta-feira, 25, no gabinete da Reitoria, representantes da Receita Federal do Brasil (RFB) para a apresentação do projeto Núcleo de Apoio Contábil e Fiscal (NAF). A reunião contou com a participação da Coordenação do curso de Ciências Contábeis e teve como foco a proposta de implantação do núcleo na universidade.
O reitor em exercício e pró-reitor de Planejamento, Alexandre Hid, destacou a importância da iniciativa para os estudantes e sua relação com a curricularização da extensão. Segundo ele, a proposta representa uma oportunidade para os alunos e pode fortalecer ações extensionistas da universidade.

A analista tributária da RFB e representante de Cidadania Fiscal, Marta Furtado, explicou que o NAF é um projeto nacional voltado à qualificação de acadêmicos do curso de Ciências Contábeis, com foco em normas tributárias, legislação e obrigações acessórias. Segundo ela, o núcleo é direcionado ao atendimento de contribuintes de baixa renda e microempreendedores, além de aproximar os estudantes da prática profissional.

Durante a reunião, foi informada a futura assinatura de acordo de cooperação técnica entre a universidade e a RFB. Pelo modelo apresentado, a Ufac disponibilizará espaço para funcionamento do núcleo, enquanto a receita oferecerá plataforma de treinamento, cursos de capacitação e apoio permanente às atividades desenvolvidas.

Como encaminhamento, a RFB entregou o documento referencial do NAF, com orientações para montagem do espaço e definição dos equipamentos necessários. O processo será enviado para a Assessoria de Cooperação Institucional da Ufac. A expectativa apresentada na reunião é de que o núcleo seja integrado às ações de extensão universitária.

Também participaram da reunião o professor de Ciências Contábeis e vice-coordenador do curso, Cícero Guerra; e o auditor fiscal e delegado da RFB em Rio Branco, Claudenir Franklin da Silveira.



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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint) da Ufac e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC) realizam o Startup Day-2026, em 21 de março, das 8h às 12h, no espaço Sebrae-Lab, Centro de Convivência do campus-sede. O evento é dedicado à inovação e ao empreendedorismo, oferecendo oportunidades para transformar projetos em negócios de impacto real. As inscrições são gratuitas e estão abertas por meio online.

O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiências, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negócios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentações, painel e palestra, além de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.

 



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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia

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Foto de capa [internet]

Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.

A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.

A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.

Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.

O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.

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