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Hamas acusa Trump de ajudar Netanyahu de Israel no bloqueio de Gaza | Notícias de conflito de Israel-Palestina

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Hamas acusa Trump de ajudar Netanyahu de Israel no bloqueio de Gaza | Notícias de conflito de Israel-Palestina

O Hamas diz que a retórica de Trump ajuda Israel a apertar o cerco a Gaza, arriscando a fome de 2,3 milhões de moradores.

As ameaças repetidas do presidente dos Estados Unidos Donald Trump contra o Hamas constituem apoio ao primeiro -ministro israelense Benjamin Netanyahu para fugir dos termos do cessar -fogo de Gaza e intensificar o cerco da faixa, o O grupo armado palestino diz.

“As repetidas ameaças de Trump contra nosso povo representam apoio a Netanyahu para fugir do acordo e apertar o cerco e a fome contra o nosso povo”, disse o porta-voz do Hamas Abdel-Latif al-Qanou na quinta-feira, informou a agência de notícias da Reuters.

“A melhor faixa para liberar os prisioneiros israelenses restantes é por … entrar na segunda fase e atraí -la (Israel) a aderir ao acordo assinado sob o patrocínio de mediadores”, disse ele.

Os comentários de Al-Qanou vieram depois que Trump emitiu uma enxurrada de mídia social Postagens Na quarta -feira, exigindo o Hamas “Libere todos os reféns agora, não mais tarde”, incluindo os restos de cativos mortos, “ou acabou para você”.

“Estou enviando Israel tudo o que precisa para terminar o trabalho, nenhum membro do Hamas estará seguro se você não fizer o que eu disser”, disse ele. “Além disso, para o povo de Gaza: um belo futuro aguarda, mas não se você tiver reféns. Se o fizer, você está morto! Tome uma decisão inteligente. Libere os reféns agora, ou haverá um inferno para pagar mais tarde! ”

Os postos foram enviados depois que um porta-voz da Casa Branca confirmou que um enviado dos EUA manteve conversas diretas com o Hamas, uma medida que sinalizou um afastamento de uma política de décadas de não negociar com o grupo, que Washington considera uma organização “terrorista”.

As autoridades de segurança egípcias confirmaram à Reuters na quinta -feira que as negociações entre um enviado de Trump e o Hamas também tiveram a presença de mediadores egípcios e do Catar.

O cessar-fogo de Israel-Hamas, que entrou em vigor em janeiro, exige que os cativos restantes mantidos em Gaza sejam libertados em uma segunda fase da trégua, durante a qual os planos finais seriam negociados para o fim da guerra.

A primeira fase do cessar -fogo terminou no sábado, e Israel impôs um bloqueio a todas as mercadorias que entram em Gaza, exigindo que o Hamas liberasse os cativos restantes sem iniciar as negociações para encerrar a guerra.

Os palestinos dizem que o bloqueio pode levar à fome entre os 2,3 milhões de pessoas que vivem nas ruínas de Gaza.

Os palestinos em Gaza criticaram as últimas observações de Trump, que seguiram seu pedido de que os moradores do minúsculo enclave costeiro fossem reassentados em outros lugares e que o território seja desenvolvido como uma “Riviera do Oriente Médio”.

“Minha casa se foi, meu trabalho se foi, mas não permitirei que Trump nos substitua”, disse Mohamed Abou Azb, morador de Khan Younis, à Al Jazeera. “Estamos enraizados nesta terra, enraizados em Khan Younis, enraizados em Gaza. Nossa vida e morte estão aqui. Não vamos nos curvar às trivialidades que estão sendo ditas, e não deixaremos Gaza. ”

Abdallah Abu Rizk, também morador de Khan Younis, no sul de Gaza, disse que os palestinos nunca iriam embora. “Ao longo dos anos, permanecemos firmes em Gaza, na Cisjordânia ocupada e em Jerusalém Oriental. Permaneceremos até morrermos em nossa terra. ”



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Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia — Universidade Federal do Acre

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Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia-interna-2.jpg

A Ufac realizou a entrega de novos equipamentos para o Laboratório de Sismologia da Estação de Geofísica Aplicada do Acre. Os dispositivos provêm de emenda parlamentar no valor de R$ 750 mil, alocada pela deputada federal Socorro Neri (PP-AC), inseridos em um investimento global de R$ 900 mil destinados ao projeto de pesquisa da universidade. O evento ocorreu na sexta-feira, 29, no auditório do bloco do curso de Física. 

O aporte viabilizou a aquisição de um sistema de videoconferência e monitoramento —composto por TVs, câmeras e nobreaks— além de workstations com GPU e servidores dedicados de alta performance para o Núcleo de Tecnologia da Informação (NTI) da universidade.

A estrutura física e computacional dará suporte a uma rede de seis estações sismográficas de banda larga com telemetria, que funcionarão de forma contínua (24 horas por dia, sete dias por semana) nos municípios de Rio Branco (campus-sede), Sena Madureira, Tarauacá, Assis Brasil, Marechal Thaumaturgo e Santa Rosa do Purus.

Além de atuar no monitoramento da atividade tectônica regional para fins de proteção junto à Defesa Civil do Estado, o laboratório utilizará métodos de sísmica passiva para o mapeamento de falhas profundas com potencial de geração e migração de hidrogênio geológico. 

“Este é o primeiro laboratório de sismologia da região Norte. Isso é muito importante porque nossa região sofre influência da atividade na borda de duas placas tectônicas”, explicou a reitora Guida Aquino.

Socorro Neri enfatizou o compromisso com o avanço científico regional, ressaltando que os novos dispositivos tecnológicos contribuirão diretamente para o monitoramento preciso e seguro de abalos na Amazônia.

O coordenador do projeto e da área de Física, professor Antonio Romero da Costa Pinheiro, destacou o caráter integrador do projeto. “Unimos a pesquisa de ponta à extensão universitária através da confecção de sismômetros didáticos de baixo custo com sensores Arduino para escolas públicas da rede estadual e municipal.”

Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia-interna.jpg

Também compuseram o dispositivo de honra da solenidade a vice-reitora eleita, Almecina Balbino; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; o diretor do CCBN, José Ribamar Lima; e o coordenador do curso de Física, Victor Ribeiro.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)

 



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PZ realiza reunião para discutir prevenção de incêndios florestais — Universidade Federal do Acre

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PZ realiza reunião para discutir prevenção de incêndios florestais-interna.jpg

O Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac sediou uma reunião estratégica para debater alternativas de prevenção, controle, monitoramento e combate a incêndios florestais nas áreas verdes do campus-sede, projeto Humaitá e Fazenda Experimental Catuaba. O encontro ocorreu na sexta-feira, 29, na sala ambiente do PZ.

A iniciativa foi motivada pela necessidade de ampliar a articulação institucional frente à aproximação do período de estiagem. Nessa época, a combinação de vegetação seca, acúmulo de folhas e galhos e baixa umidade eleva drasticamente a vulnerabilidade desses espaços. Além do viés ambiental, a pauta destacou a relevância acadêmica das áreas para atividades de ensino, pesquisa e extensão de diversos cursos da universidade.

Os participantes discutiram propostas para fortalecer o controle de acesso, a vigilância e o planejamento preventivo. O histórico de sinistros na instituição, como o incêndio de 2010 ocorrido nas proximidades da Unidade de Tecnologia de Alimentos (Utal), foi lembrado para reforçar a urgência de tratar o tema de forma permanente.

Além disso, foi apresentada uma contextualização institucional do PZ e sua relevância para a Ufac e a sociedade acreana. O professor Rodrigo Perea expôs a pesquisa desenvolvida em 2025 por seu orientando, Moisés Pereira, aluno do doutorado Bionorte da Ufac, sobre risco de incêndio em áreas florestadas do campus-sede.

As discussões foram enriquecidas pelas contribuições do professor Moisés Barbosa de Souza, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), reconhecido por seu conhecimento sobre as áreas florestadas da Ufac, apontando para a necessidade de uma construção coletiva que envolva orientação, resposta rápida e proteção da biodiversidade.

“Esperamos que a organização de alternativas de prevenção, monitoramento e combate ao risco de incêndios florestais nas áreas da Ufac avance significativamente em 2026”, disse o diretor substituto do PZ, Wanderson Gomes. “Diante da previsão de uma estiagem mais severa, é fundamental que a universidade esteja preparada para agir de forma planejada, integrada e preventiva.”

Também participaram da reunião representantes da Prefcam, do CCBN, do CFCH, dos cursos de Geografia e Medicina Veterinária, do doutorado Bionorte, além de servidores e colaboradores ligados à temática ambiental.

Próximos passos

Para dar materialidade às ações propostas, foram definidos os seguintes encaminhamentos práticos:

– 3 de junho às 8h: visita in loco à trilha interna do PZ (trajeto de aproximadamente 3 quilômetros) para mapear pontos críticos, gargalos de acesso e possibilidades de intervenção;

– 12 de junho às 8h30: nova reunião de trabalho com o objetivo de dar continuidade às discussões e avançar na consolidação de medidas integradas.

 



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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre

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Ministro da Saúde Alexandre Padilha

O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.

O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.

O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.

Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.

A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.

 



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