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Hamilton pilota McLaren de Senna e emociona fãs no GP de São Paulo; vídeo
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2 anos atrásem
O britânico Lewis Hamilton levou o público do GP de São Paulo à emoção total. Ao homenagear, neste domingo, Ayrton Senna, o inglês enfrentou o mau tempo, problemas no carro e pilotou com maestria a famosa McLaren MP4/5B. Foi com esse carro que o brasileiro ganhou o bicampeonato mundial, em 1990.
Nas arquibancadas, o público vibrou. Hamilton não fez por menos: showman que é, levantou a Bandeira do Brasil numa grande reverência ao país e a Senna, num respeito tremendo aos brasileiros. De arrepiar.
E mais: postou os fotos e vídeos no Instagram para os 37,8 milhões de seguidores que tem no mundo saberem o amor que ele tem por Senna e pelo Brasil. Que cara incrível!
Feliz e emocionado
O piloto mal conseguiu esconder a emoção e a expectativa para o grande dia. Fã declarado de Senna, não à toa foi o escolhido para pilotar a McLaren, campeã de 1990.
Lisonjeado com o convite, o britânico, sempre que pode faz alusão a Senna e ao Brasil, usando as cores nacionais, a Bandeira do Brasil e a camisetas. Ele se disse, em várias ocasiões, emocionado por ter sido o “escolhido”.
Nas entrevistas que concedeu, Hamilton afirmou que não conseguia conter a expectativa para o grande momento de pilotar a máquina que deu o título a Senna.
A exemplo do brasileiro, ele não só levantou a Bandeira Nacional durante a corrida, como também ao descer do carro. Foi lindo mesmo.
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Um brasileiro quase nato
O piloto britânico é praticamente um brasileiro. Lewis Hamilton dirigiu a McLaren de Ayton Senna, morto há 30 anos, distribuiu simpatia, sorrisos, alegria e muitos autógrafos em São Paulo.
E, ainda avisa: está compondo músicas em ritmos brasileiros. Detalhe: até fez dancinha à moda do Brasil.
É só aguardar agora, Hamilton, o cantor e dançarino… Ontem, na participação no palco, o piloto surpreendeu. Ao ouvir o público cantar para ele: “O patrão chegou, o patrão chegou”, ele fez uma dancinha e arrancou gargalhadas do também britânico George Russell, colega de equipe.
Mais do que de pressa, Russel perguntou: “Sabe sambar?”. Sem deixar a peteca cair, o supercampeão disse que trabalha intensamente na composição de músicas em ritmos brasileiros.
Simpatia e empatia
Com um público fiel, Hamilton cativa fãs por onde passa. Depois de brincar e falar no palco, o piloto desceu e foi ao encontro dos admiradores.
Muitos choraram, outros gritaram e ele esbanjou simpatia, charme, sorrisos e alegria.
Para os brasileiros, o britânico disse como se dedica à música. Segundo ele, está finalizando as composições e quer que todos ouçam.
Veja o grande momento de Hamilton na McLaren de Ayton Senna:
Emocionado por pilotar o carro de Senna, campeão em 1990, Hamilton ganha a simpatia dos fãs brasileiros, agora avisou que também é compositor no ritmo do Brasil. Foto: @mercedes

Fã inveterado de Ayrton Senna, Hamilton conquista os brasileiros com sua simpatia e alegria. Ele pilotou o carro do ídolo neste fim de semana em São Paulo. – Foto: @mercedes
Hamilton distribui simpatia e alegria, além de distribuir muitos autógrafos:
Hamilton, o mais britânico dos brasileiros…
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Pesquisa da Ufac é premiada em Congresso Brasileiro de Sementes — Universidade Federal do Acre
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10 de setembro de 2026Pesquisadores de programas de pós-graduação (PPGs) da Ufac conquistaram o prêmio de melhor trabalho na categoria Mestrado durante o 23º Congresso Brasileiro de Sementes, realizado de 25 a 28 de agosto, em Foz do Iguaçu (PR), e promovido pela Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes. O estudo trata de uma técnica baseada no uso de ultrassom para acelerar a germinação e o crescimento de mudas.
A autora principal é a mestranda Lívia Brito, com a colaboração de Ítalo Ribeiro, Rayane de Oliveira, João dos Santos, Janaína Alencar, Evandro Ferreira e Luis Maggi, que integram os PPGs em Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Biodiversidade e Biotecnologia; Produção Vegetal e Ciência Florestal, além do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa).
O trabalho avaliou os impactos do ultrassom na espécie arbórea conhecida popularmente como bordão-de-velho ou sete-cascas. A planta possui valor econômico para alimentação humana e animal, além de potencial para projetos de reflorestamento. Contudo, a produção de mudas enfrenta barreiras devido ao seu revestimento, uma rigidez na casca da semente que dificulta a entrada de água e atrasa a germinação.
Os testes conduzidos no Laboratório de Biofísica da Ufac/Bionorte demonstraram que a aplicação de ultrassom com determinada frequência e intensidade pelo período de cinco minutos aumentou o percentual e a velocidade do processo de germinação. A tecnologia é pioneira no país, sem registros anteriores de aplicação em escala industrial no Brasil.
Segundo Lívia, a expectativa da equipe é estender a metodologia a outras culturas agrícolas e espécies nativas, sobretudo as ameaçadas de extinção. A investigação também abrange experimentos com a castanha-do-brasil, apontando dados preliminares de que doses específicas de ultrassom podem elevar os teores de proteína bruta e nitrogênio total nas plantas.
A comitiva da Ufac no congresso contou ainda com outras apresentações. Ítalo Ribeiro expôs os efeitos da técnica no crescimento inicial da ‘Apuleia leiocarpa’, espécie moveleira sob ameaça de extinção; Ronald Antônio Nascimento de Souza apresentou resultados aplicados a sementes de sangue-de-dragão e moringa; e o professor e orientador Luis Eduardo Maggi apresentou um software em desenvolvimento projetado para estimar com precisão a quantidade de energia acústica aplicada sobre as sementes.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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publicado:
09/09/2026 10h59,
última modificação:
09/09/2026 11h03
As inscrições são gratuitas e estão abertas no site do 5º Simeco.
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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre
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1 de setembro de 2026A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.
O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.
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